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Category Archives: Entrevistas

Black Sabbath: Tony Iommi diz que tem um monte de idéias para novas músicas

O lendário guitarrista Tony Iommi (Black Sabbath) conversou recentemente com a revista Guitarist e falou sobre os planos de lançar novas músicas.

“Bem, essa é a pergunta de um milhão de dólares. Eu tenho um monte de coisas (…) Na verdade, Brian May apareceu e eu dei a ele quatro ou cinco CDs de riffs, e ele disse algo como: ‘Você precisa fazer um álbum com isso, basta lançá-los assim’. Eu disse: ‘Não, não quero fazer isso. Vou fazê-lo corretamente’.”

Bom, nos resta esperar, já que invariavelmente, tudo que vem da mente deste homem é coisa boa.

Black Sabbath: David Coverdale foi chamado para ser o vocalista, mas recusou

O guitarrista Tony Iommi relembrou da ocasião em que convidou o vocalista David Coverdale para integrar o Black Sabbath. A situação foi comentada em entrevista ao canal da Gibson no YouTube, com transcrição via Ultimate Guitar.

O convite foi feito em meados de 1982, quando Ronnie James Dio deixou o Black Sabbath. Ian Gillan, então ex-Deep Purple, foi chamado para assumir o posto, mas Tony Iommi queria outro cantor relacionado à banda em questão: David Coverdale, que substituiu Gillan no Purple nos anos 1970.

“Encontrei David Coverdale e ele disse: ‘poxa, acabei de montar essa banda, o Whitesnake… por que não me achou antes?’. Eu expliquei que Dio não havia saído antes, estava acontecendo naquele momento”, disse o guitarrista.

Iommi comentou que houve uma verdadeira busca por um novo vocalista. “Fizemos testes com vários vocalistas, incluindo Michael Bolton – acredite ou não, ele era um dos cantores. Isso continuou por um tempo e não sabíamos como continuar”, afirmou. Vale lembrar que Bolton era vocalista de rock em seus primórdios e chegou a ter uma banda, Blackjack, ao lado de Bruce Kulick, que se tornaria guitarrista do Kiss no futuro.

O nome de Ian Gillan acabou aparecendo e ele conseguiu a vaga. “A gente se encontrou e Ian não lembrava disso. Ficou tão bêbado, nem lembrava do que havia acontecido. Foi ótimo, nos divertimos. Foi desafiador, meio que nos transfere para uma energia diferente. Quisemos fazer um álbum realmente pesado, mas trabalhávamos em períodos diferentes, pois Ian ficava acordado a noite toda e nós não. Ele ficava bebendo uísque e nós estávamos na cama. Levantávamos e ele ainda estava lá (risos)”, comentou.

Ian Gillan e Black Sabbath

A rápida passagem de Ian Gillan pelo Black Sabbath durou até 1984, quando o Deep Purple anunciou sua reunião. Apenas um álbum foi produzido com Gillan nos vocais: “Born Again”, de 1983. O trabalho é bastante criticado pela qualidade de gravação.

Apesar disso, Ian se recorda do disco com carinho. Em entrevista ao ‘G1’, concedida em 2017, ele apontou que “ama” o álbum. “Tem algumas músicas que acho ótimas. Adorei trabalhar principalmente com Tony. É uma banda incrível e eu os respeito muito. Não curti muito a produção, acho que ficou abafado e eu queria um som mais limpo. Mas eu consigo ouvir ‘Trashed’, e ela está no top 5 da minha vida inteira”, declarou, na ocasião.

No mesmo ano, ao canal do site Loudwire no YouTube, ele destacou que ficou “horrorizado” com a mixagem de “Born Again”. “Eu fiquei horrorizado com a mixagem. Sim, adorei as músicas, amo compor com Tony (Iommi), ainda somos grandes amigos e ainda escrevemos juntos ocasionalmente. Peguei algumas trilhas originais em uma fita, as quais ainda tenho, e ainda soam incríveis. Então, ouvi a mixagem e a produção pela primeira vez. Era como se alguém colocasse um cobertor em cima de tudo”, disse.

Ainda que a produção seja creditada a Robin Black, em parceria com o próprio Black Sabbath, Ian Gillan encontrou um curioso culpado para a situação: o baixista Geezer Butler. “Ele vai negar isso, mas Geezer foi até Londres para supervisionar a remixagem, e foi isso que ele conseguiu. Acho que ele teve alguma leve influência no som final, sendo o baixista da banda”, afirmou.

 

Fonte: Whiplash

 

Ozzy Osbourne: “Tony Iommi me intimida, e ele sabe disso”

Ozzy Osbourne foi o convidado do podcast “Broken Record”, apresentado pelo produtor Rick Rubin. O lendário vocalista do Black Sabbath falou sobre a relação com seus eternos parceiros de banda.

“Geezer é um ótimo letrista. Como baixista, ninguém o alcança. Bill Ward, em sua época, era um ótimo baterista…”, disse Ozzy sobre Geezer Butler (baixista) e Bill Ward (bateria).

Porém, os elogios mais empolgados ficaram para Tony Iommi, guitarrista e membro fundador da banda. “…Ele sempre será o melhor […] E, na verdade, até hoje eu ainda não entendo como ele toca guitarra, porque ele não tem pontas dos dedos; ele toca com dedos de plástico”.

Ozzy continua, afirmando quem é que manda na casa: “Ele era a banda, realmente.Nós todos fazíamos parte da banda, mas ele era o mais insubstituível”.

Por fim, ele faz uma revelação curiosa: “As pessoas me dizem: ‘Por que você sempre cantava ao lado do palco?’ Eu não sei. Eu não sei. É apenas medo, suponho. Porque Tony, ele é uma das poucas pessoas que poderiam entrar nesta sala agora e eu me sentiria fodidamente intimidado. Ele me intimida, e ele sabe disso.”

Vale lembrar que o Madman vai lançar seu mais novo disco de estúdio, intitulado “Ordinary Man”, no dia 21 de fevereiro.

 

Fonte: Whiplash

 

Black Sabbath: avó de Iommi era brasileira e pais eram católicos

A avó paterna do guitarrista canhoto do Black Sabbath, Tony Iommi, era brasileira e seus pais católicos, segundo o instrumentista em sua biografia “Iron Man: Minha Jornada com o Black Sabbath” (traduzida pela editora Planeta para o português). A revelação de Iommi é fornecida logo no primeiro capítulo, “O nascimento de um lobinho”.

“Acho que minha avó era do Brasil. Meu pai nasceu aqui (na Inglaterra). Ele tinha cinco irmãos e duas irmãs. Meus pais eram católicos, mas só os vi ir à igreja uma ou duas vezes”.

O pai chamava-se Anthony Frank Iommi. A mãe, Sylvia Maria, era italiana. Embora tivessem religião, Tony Iommi herdou apenas a crença em Deus, sem nenhuma filiação à Igreja Católica.

Tony também tinha medo de escuro quando criança e dormia, geralmente, com a luz de algum cômodo acesa, segundo a biografia. O guitarrista também diz que deixou o bigode crescer após ganhar uma cicatriz no lábio em uma briga na rua.

Nota do editor: na edição nacional do livro consta o trecho: “Acho que minha avó era do Brasil. Meu pai nasceu no Brasil”, mas o original em inglês diz “I think my nan was from Brazil. My father was born here”, ou seja, Iommi diz que o pai dele nasceu “aqui” (na Inglaterra), e não no Brasil.

 

Fonte: Whiplash

Steve Harris: o 1° riff que ele fez e os baixistas pouco famosos que o influenciaram

O baixista Steve Harris relembrou, em entrevista ao Ultimate Guitar, de seus primórdios em seu instrumento. O músico do Iron Maiden é notável por ser um grande fã do rock da década de 1970 – e foram as bandas deste período que exerceram influência artística em sua formação.

Inicialmente, Harris relembrou de seus primeiros contatos com o baixo. “Comecei tentando aprender coisas de outras bandas, como Free, The Who, Black Sabbath, Wishbone Ash e coisas assim. Coisas mais diretas e simples para começar”, afirmou ele.

O músico, então, se tornou “especialista” no material das bandas citadas. “Daí, prossegui para coisas que são um pouco mais desafiadoras, como Yes e coisas do tipo”, disse.

Não demorou muito para o trabalho como compositor ser iniciado. “Comecei a criar músicas próprias após isso e foram encarnações iniciais de todo tipo de coisa. Havia uma versão muito inicial de ‘Innocent Exile’ que se chamava ‘Endless Pit’. Péssimo título, mas era o mesmo riff”, afirmou.

Steve, então, comentou que sempre foi influenciado pelo rock – nunca por outros estilos. “Sempre foi o rock. Existiam alguns baixistas que a maioria das pessoas pode não conhecer, como Rinus Gerritsen (Golden Earring), Martin Turner (Wishbone Ash), Pete Way (UFO), vários deles – porém, todos de rock”, disse.

Ele reconheceu, também, que é incomum para um músico iniciante já começar a criar suas próprias músicas. “Tudo evoluiu da experimentação. Desde o começo, não sei como ou por que, conseguia criar coisas diferentes. Talvez seja pela forma como eu toco. Não consigo nem analisar meu estilo de tocar, apenas aprendi ao ser inspirado por várias pessoas diferentes. Fui influenciado pelo que ouvia naquela época”, afirmou.

 

Fonte: Whiplash

“Marighella” não é caso isolado, Cultura está sob censura, diz Wagner Moura

“A Ancine [Agência Nacional do Cinema] censurou o filme. É uma censura diferente, que usa instrumentos burocráticos para dificultar produções das quais o governo discorda. Não tenho a menor dúvida de que ‘Marighella’ não estreou ainda por uma questão política.” O desabafo é de Wagner Moura, diretor do filme que conta os cinco últimos anos de vida do escritor, político e guerrilheiro baiano Carlos Marighella – executado, em 1969, pela ditadura militar. Um dos organizadores da luta armada contra o regime, ele foi considerado seu inimigo número um. Baseado na biografia escrita pelo jornalista Mário Magalhães, o filme estreou no Festival de Berlim em fevereiro do ano passado. Previsto para ser lançado, no último dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, no Brasil, ele foi adiado após a Ancine negar pedido da produtora O2, responsável pelo filme, relativo ao prazo de uma proposta visando a recursos para a distribuição da obra. Para Moura, a negativa e os entraves subsequentes tiveram motivação política. De acordo com ele, a forma que o governo escolheu para censurar produções artísticas foi “aparelhar” instituições. Quando a Ancine é aparelhada pelo bolsonarismo, qualquer pedido com relação a um filme como o Marighella será negado.

 

Fonte: Uol

Chad Smith confirma novo disco do Red Hot Chili Peppers com John Frusciante

Em uma entrevista publicada pela Rolling Stone EUA na última quarta, 7, Chad Smith revelou a notícia que os fãs do Red Hot Chili Peppers estavam esperando desde o dia 15 de dezembro, quando a banda anunciou a volta de John Frusciante: um novo disco está a caminho!

Apesar da revelação animadora, o baterista não deu muitos detalhes, e contou que o grupo não tem pressa de concretizar nada, mas um projeto inédito com certeza faz parte dos planos para o futuro.

“Me deram ordens rigorosas para essa entrevista: ‘Não fale sobre a banda'”, disse o músico, já que o objetivo da conversa era falar sobre a exposição de arte que ele inaugurou. Mas isso não o impediu dar a boa notícia.

Então continuou: “Sim John está de volta na banda, e todo mundo sabe disso. Estamos muito animados. Os festivais são os únicos shows agendados. Por enquanto, vamos nos concentrar principalmente nas novas músicas e em escrever um novo disco.”

 

Fonte: Rolling Stone

 

Kurt Cobain ficou chocado ao descobrir quanto Madonna cobrava por show em entrevista rara

Nas últimas semanas, um perfil do Reddit publicou um trecho de uma entrevista do Nirvana para a MTVem 1993 – um ano antes do suicídio do vocalista Kurt Cobain. O clipe estava gravado em uma VHS antiga, e ressurgiu recentemente.

No vídeo, Cobain, Dave Grohle Krist Novoselic conversam sobre shows, turnês e preço de ingressos. “Vamos falar sobre ingressos,” diz o entrevistador. “O que vocês acham de bandas que cobram de US$ 50, até US$ 75 nos ingressos?”

Cobain arregala os olhos, e olha em choque para o apresentador. “Tem quem cobre tanto dinheiro assim?” (Vale lembrar que, corrigindo a inflação da moeda, os valores atuais de US$ 50 e US$ 75 seriam, respectivamente, equivalentes a US$ 88 [ou R$ 363] e US$ 133 [ou R$ 549]). O apresentador explicou que aqueles são os preços para assistir a um show da Madonna.

“Quanto cobramos por um show, John?” pergunta Novoselic a John Silva, empresário da banda? “Quanto? US$ 7? US$ 20?,” questiona, vendo que o empresário não quer dizer. “Você pode dizer,” enfatiza Cobain. “É US$ 12? US$ 21?”

Finalmente, John revela que o Nirvana cobra “US$ 17, US$ 18 por show” (hoje, seria o equivalente a R$ 128). “E a Madonna cobra US$ 50???” pergunta, de novo, Cobain. “É, mas a Madonna também usa casacos de pele, né,” brinca Grohl.

Depois, eles explicam que os ingressos são caros, mas nem tudo vai para a banda – já que eles precisam pagar toda a produção com aquele dinheiro. De fato, para o bolso deles, vai cerca de 25% da grana arrecadada em um show.

Logo, calculam com dificuldade (“nunca fui para a faculdade,” brinca Cobain) que se cobrassem US$ 20 por ingresso, em um show para 8 mil pessoas arrecadariam US$ 10 mil cada um – hoje, o equivalente a quase R$ 74 mil. “Isso é muito bom. Não sabia disso. Vou comprar alguma coisa hoje,” decide Grohl.

 

Fonte: Rolling Stone

 

“Puxei uma faca”: João Gordo fala sobre Chorão em painel da CCXP 2019

Começou nesta quinta-feira (5) a CCXP 2019, e o primeiro dia já contou com um painel sobre ninguém menos que Chorão.

No ano que vem, o saudoso vocalista do Charlie Brown Jr. ganha um documentário sobre sua vida e obra, chamado Marginal Alado. A direção fica por conta de Felipe Novaes, que esteve presente no painel ao lado dos ex-apresentadores da MTV Brasil Sarah Oliveira, Edgard, João Gordo e o roteirista Hugo Prata.

Durante os 45 minutos de conversa, foi Gordo quem contou mais histórias sobre o músico – e também as mais engraçadas. O vocalista do Ratos de Porão revelou que sua amizade com Chorão começou no extinto VMB, premiação da MTV Brasil, e com uma briga. Após se esbarrarem nos backstage, Gordo resolveu “se defender” do músico briguento com uma peixeira — sim, aquelas facas enormes. Apesar do desentendimento, o vocalista do Charlie Brown Jr. o abordou para parar com a briga, e ainda revelou toda sua admiração por João.

Depois desse episódio, os dois mantiveram uma ótima relação e até passaram por momentos hilários juntos. Em um aniversário de Chorão, João Gordo o ensinou a “cheirar buzina” — ou seja, cheirar a substância dentro de uma lata de buzina para ficar doidão.

Quem também incluiu sua experiência engraçada com o músico foi a ex-VJ Sarah Oliveira. Ela, que era amiga de Marcelo Camelo (Los Hermanos), acabou ficando no meio da briga dos dois, que teve até agressão. Chorão fez questão de se retratar ao vivo no Disk MTV, programa que Sarah comandava na emissora, e ainda convidá-la para ver suas composições.

 

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos

Baixista do Van Halen defende Billie Eilish: “a música serve para nos unir”

Billie Eilish, cantora de 17 anos, foi recentemente criticada na internet por não conhecer o Van Halen. Agora, o baixista da própria banda saiu em defesa da jovem.

Em entrevista ao programa de Jimmy Kimmel, a artista foi questionada sobre algumas bandas da época em que o apresentador tinha sua idade. Assim que Kimmel citou o grupo, Billie respondeu apenas com um “quem?”.

Após a chuva de críticas e zoações que a adolescente recebeu, o baixista Wolfgang Van Halen foi ao Twitter defender Eilish. O músico disse:

Se você ainda não ouviu nada sobre a Billie Eilish, vá conhecê-la. Ela é legal. Se você não ouviu nada do Van Halen, vá conhecê-los. Eles também são legais.

A música é feita para nos unir, não nos dividir. Ouça o que quiser e não zoe os outros por não conhecer aquilo que você gosta.

Justo, não?

Até o Smash Mouth deu sua opinião na rede social, afirmando que uma garota de 17 anos realmente não conheceria algo que “os velhos” ouviam na infância.

 

Na mesma entrevista, a jovem ainda revelou que não conhece nomes como Run DMC, Huey Lewis e Cabbage Patch Kids.

 

 

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos

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