Skip to Content

Category Archives: Mundo Geek

Como os “carros voadores” da Uber estão saindo do laboratório para o mundo real

SÃO FRANCISCO, CALIFÓRNIA – Em uma noite de quarta-feira de 2016, o engenheiro veterano da Nasa Mark Moore entrou na sede da Uber para explicar, durante três horas, por que acredita que a humanidade, e sua tecnologia, estariam preparados para utilizar “carros voadores”.

“Seis meses depois dessa reunião, eles me ligaram para informar que queriam desenvolver um projeto e gostariam que eu comandasse a área”, afirmou Mark Moore, atualmente o diretor de engenharia da aviação da Uber, em entrevista ao InfoMoney.

A reunião, que envolveu os principais executivos da companhia, deu origem ao Uber Elevate — o ambicioso projeto da Uber que quer transformar a locomoção aérea em realidade.

SÃO FRANCISCO, CALIFÓRNIA – Em uma noite de quarta-feira de 2016, o engenheiro veterano da Nasa Mark Moore entrou na sede da Uber para explicar, durante três horas, por que acredita que a humanidade, e sua tecnologia, estariam preparados para utilizar “carros voadores”.

“Seis meses depois dessa reunião, eles me ligaram para informar que queriam desenvolver um projeto e gostariam que eu comandasse a área”, afirmou Mark Moore, atualmente o diretor de engenharia da aviação da Uber, em entrevista ao InfoMoney.

A reunião, que envolveu os principais executivos da companhia, deu origem ao Uber Elevate — o ambicioso projeto da Uber que quer transformar a locomoção aérea em realidade.

Em vez de apresentar o projeto a uma montadora ou a uma fabricante de aviões, Moore procurou a Uber por entender que o veículo só se tornaria viável com uma empresa que entendesse como transformar produtos complexos em ferramentas acessíveis ao consumidor final.

“Para mim era muito importante que fosse alguém que entendesse o consumidor final, que soubesse como transformar essa tecnologia em um produto útil”, explica.

O ecossistema dos “carros voadores”

Para chegar rapidamente ao mercado, a Uber decidiu que não poderia construir um projeto como esse sozinha. Com isso, resolveu fazer algo pouco usual para uma empresa do Vale do Silício: fechar parceria com companhias tradicionais.

“No Vale do Silício, há muitas empresas que tentam desenvolver produtos revolucionários sozinhas. É o que acontece com muitos projetos espaciais, por exemplo. A gente entendeu que, para que essa iniciativa funcionasse, seria necessário unir a velocidade e visão do Vale do Silício com a qualidade aeroespacial e a segurança da indústria tradicional”, explica Moore.

Nesse sistema, a Uber reuniu mais de 25 parceiros que estão desenvolvendo todos os componentes necessários para esse tipo de transporte aéreo. Nessa divisão de tarefas, a empresa do Vale do Silício fica responsável por entender em quais cidades o projeto deve começar a operar e negociar com seus governantes, convencer os controladores de tráfego aéreo, desenvolver os espaços e a logística para pousos e decolagens e, obviamente, criar a demanda necessária para lotar esses carros no futuro.

A fabricação dos carros está sendo desenvolvida por cinco diferentes parceiros comerciais, incluindo a americana Boeing e a brasileira Embraer. A lista completa inclui desde fabricantes de carregadores a empresas de engenharia para desenvolver os locais para decolagem e pouso.

“Temos parceiros trabalhando nesse projeto todos os dias. Sem parar e cada um em sua maior expertise. Enquanto conversamos, há veículos sendo testados em suas fábricas”, diz Moore.

Já no próximo ano os primeiros protótipos de eVTOLs devem ser testados; em 2023 a Uber espera realizar os primeiros transportes de passageiros nas cidades de Dallas e Los Angeles, nos Estados Unidos, e Melbourne, na Austrália.

 

São Paulo entre as prioridades

Questionado sobre quando o serviço deve estar disponível no Brasil, Moore afirma que a cidade de São Paulo está na lista de locais prioritários, já que o propósito do Uber Elevate é justamente diminuir o tráfego nas cidades mais congestionadas do mundo.

“Apesar de ser prioridade, encontramos dificuldade em negociar com a força aérea [que controla o tráfego aéreo no Brasil] e com a ANAC [Agência Nacional de Aviação Civil]”, diz.

Ao se unir com outros parceiros para o projeto Uber Elevate, a empresa também reduz a quantidade de dinheiro que precisaria investir, caso decidisse construir todo o projeto sozinha. Queimar mais caixa é algo que a Uber definitivamente não pode se dar ao luxo.

A companhia teve um prejuízo de mais de US$ 7,3 bilhões nos primeiros nove meses do ano. Desde a sua abertura de capital, em maio, a empresa tem estado sobre escrutínio dos investidores.

Para piorar sua situação, a Uber ainda perdeu mais de US$ 1 bilhão em valor de mercado nesta semana após reportar 6 mil casos de agressões sexuais.

Para sair do mau momento, a companhia provavelmente vai precisar de algo ainda mais revolucionário do que os “carros voadores”.

 

Fonte: Info Money

“Puxei uma faca”: João Gordo fala sobre Chorão em painel da CCXP 2019

Começou nesta quinta-feira (5) a CCXP 2019, e o primeiro dia já contou com um painel sobre ninguém menos que Chorão.

No ano que vem, o saudoso vocalista do Charlie Brown Jr. ganha um documentário sobre sua vida e obra, chamado Marginal Alado. A direção fica por conta de Felipe Novaes, que esteve presente no painel ao lado dos ex-apresentadores da MTV Brasil Sarah Oliveira, Edgard, João Gordo e o roteirista Hugo Prata.

Durante os 45 minutos de conversa, foi Gordo quem contou mais histórias sobre o músico – e também as mais engraçadas. O vocalista do Ratos de Porão revelou que sua amizade com Chorão começou no extinto VMB, premiação da MTV Brasil, e com uma briga. Após se esbarrarem nos backstage, Gordo resolveu “se defender” do músico briguento com uma peixeira — sim, aquelas facas enormes. Apesar do desentendimento, o vocalista do Charlie Brown Jr. o abordou para parar com a briga, e ainda revelou toda sua admiração por João.

Depois desse episódio, os dois mantiveram uma ótima relação e até passaram por momentos hilários juntos. Em um aniversário de Chorão, João Gordo o ensinou a “cheirar buzina” — ou seja, cheirar a substância dentro de uma lata de buzina para ficar doidão.

Quem também incluiu sua experiência engraçada com o músico foi a ex-VJ Sarah Oliveira. Ela, que era amiga de Marcelo Camelo (Los Hermanos), acabou ficando no meio da briga dos dois, que teve até agressão. Chorão fez questão de se retratar ao vivo no Disk MTV, programa que Sarah comandava na emissora, e ainda convidá-la para ver suas composições.

 

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos

Jason Momoa: ator canta “This Love” do Pantera com Phil Anselmo

O ator Jason Momoa (Aquaman, Game of Thrones) subiu ao palco com Philip H. Anselmo and The Illegals na noite de 30 de novembro no Forum de Inglewood, CA, para uma performance na música “This Love”, do Pantera.

Após o show, Jason postou em seu instagram fotos e vídeos mostrando sua participação, bem como cenas de bastidores e até imagens de outros artistas que participaram do show, incluindo membros do Slayer, Primus, Anthrax e Metallica.

 

Fonte: Whiplash

Os 10 melhores filmes de Keanu Reeves, de acordo com as avaliações do Rotten Tomatoes

Keanu Reeves, além de ser o rei da internet atualmente, é também o rei do Rotten Tomatoes. A maioria dos filmes dele tem boas médias na plataforma de avaliação do público em simultâneo com crítica, mas mesmo assim tem sempre aqueles que se destacam.

Por isso, trouxemos os 10 melhores filmes do astro, e o pódio pode ser bem surpreendente.

10. John Wick

Com 87% de aprovação, o filme B que começou uma das franquias cinematográficas mais bem sucedidas dos últimos anos e também recolocou Reeves como referência dos heróis de ação. John Wick  (2014) continua bom, segundo o público, e com a melhor motivação de todas: vingar o cachorrinho.

9. Matrix (88% de aprovação)

Surpreendentemente, o clássico das irmãs Wachowski que impactou para sempre o gênero de filmes de ação e os de ficção científica ficou em nono lugar. É, parece que nem o Neo consegue agradar a todos.

8. John Wick: Capítulo 2 (89% de aprovação)

A ambiciosa e extravagante expansão do mundo de John Wick ficou com o oitavo lugar. Com mais orçamento, tiroteios belíssimos e, é claro, mais Keanu. A sequência também explora o submundo do crime com mais informações sobre o hotel Continental, o QG da maioria dos criminosos.

7. Muito Barulho por Nada (90% de aprovação)

O filme de 1993 baseado na peça de Shakespeare levantou críticas sobre a escalação de Reeves como Dom João, muito parecidas com o trabalho dele em Drácula (1992) de Francis Ford Coppola, mas boa parte das reclamações veio por ele estar mais envolvido em comédias como Bill& Ted (1989). E a nota do filme com certeza mostra que Reeves não prejudicou o produto.

6. Meu Eterno Talvez (90%, empate)

Keanu faz uma pontinha na comédia romântica exclusiva da Netflix, interpretando ninguém mais ninguém menos que ele mesmo. O filme quebra os clichês do gênero, e tem várias história fofas de Reeves nos bastidores, como quando ele comprou todos os produtos da loja virtual da colega Ali Wong, que estrela o longa.


5. John Wick 3: Parabellum (90%, empate)

A lógica da franquia John Wick vem sendo “fazer mais explosivo, com mais ação e mais exagero, o tempo todo”, e parece que funciona muito bem. John Wick 3  é isso, 2 horas de pura ação ininterrupta, e do jeito que o Baba Yaga sempre se supera, é bem fácil de imaginar que ele poderia vencer até os Vingadores.

4. Ligações Perigosas (93% de aprovação)

Esse filme de época quebra com a convenção do gênero de fazer longas chatos e monótonos. Os personagens usam o sexo como maneira de manipular os outros em um jogo de poder digno das melhores novelas. Não tem muito de Reeves, mas ele está lá para os fãs.


3. O Tiro que Não Saiu Pela Culatra (93% de aprovação)

Essa comédia dramática protagonizada por Steve Martin ganhou vários prêmio e foi tão marcante que foi refeita com série de TV em 2011, com o nome em inglês Parenthood.Reeves tem apenas um papel coadjuvante como namorado de uma das filhas de Steve Martin, mas rouba a cena com o talento para comédia.

2. Velocidade Máxima (94% de aprovação)

O filme B de ação que ficou conhecido na época como “Duro de Matar no ônibus” conseguiu uma identidade e legado próprios, e boa parte disso se deve a Keanu Reeves e Sandra Bullock, ambos saindo da zona de conforto dos filmes de comédia e mostrando uma química muito divertida. Velocidade Máxima (1994) virou um clássico “filme de Sessão da Tarde” e é lembrado com carinho pelos fãs.

1.Toy Story 4 (97% de aprovação)

Keanu tem uma história muito interessante com a animação da Pixar, já que ele teve a liberdade de criar o próprio personagem no filme. Ele apresentou o boneco canadense (assim como ele) Duke Caboom, um piloto de acrobacia frustrado por não conseguir pular nas rampas igual aos comerciais, decepcionando as crianças. Muito criativo e adequado para Toy Story.

 

Fonte: Rolling Stone

Crítica se derrete por O Irlandês: “Mais uma grande conquista para Scorsese”

A grande aposta da Netflix para o Oscar 2020, O Irlandês estreou hoje, 27 de novembro, na plataforma de streaming e pelo visto atendeu às expectativas dos críticos, que não esperavam nada menos que uma obra de arte de Martin Scorsese.

Baseado livro homônimo do escritor Charles Brandt, o filme conta a história de Frank Sheeran, um célebre veterano de guerra que se envolve com mafiosos e se torna o principal suspeito responsável pelo desaparecimento do ex-presidente da associação sindical, Jimmy Hoffa.

Segundo o The Boston Globe, O Irlandês possui cenas envolvente de tal forma que até o silêncio se torna algo fascinante.

“Os últimos momentos são impiedosos e alguns dos mais devastantes no catálogo do Scorcese. Conforme a idade e a enfermidade quebram as pernas de homens que uma vez já pensaram que eram invencíveis, até mesmo um hulk insensível como Frank Sheeran tem que olhar em volta, ver que está sozinho e tentar se redimir pelos próprios pecados. Ele está esperando negociar com Deus. O silêncio que Scorsese cria pode te perseguir por muito, muito tempo”, disse Ty Burr.

Da mesma forma, a Variety disse: “O Irlandês de Martin Scorsese é um longo nocaute, frio e fascinante – uma multidão majestosa com gelo nas veias. É o filme que, eu acho, muito de nós queremos ver de Scorsese: um resumo monumental, ameaçador, de tirar o fôlego. Não é apenas um drama, mas um cálculo, uma visão do submundo do crime que está repleto de ecos dos filmes anteriores do diretor e que nos leva para um lugar novo e ousado”.

E o The Guardian também não poupou elogios à narrativa do diretor e disse que só Scorsese é capaz de reunir um ‘elenco maravilhoso’ fazer um filme nesse estilo.

“Ninguém além do Scorsese e o elenco maravilhoso dele poderia ter feito um filme desse de forma tão rica e convincente e nos persuadir com as tropas e as imagens vitais dele”, disse o veículo.

Fonte: Rolling Stone

Resenha: Carcereiros – O Filme

Na última segunda-feira (18) de novembro, conferimos a premiere do filme Carcereiros e desfrutamos de uma experiência muito boa. Um filme tipicamente de ação, com ótimos efeitos especiais,  história envolvente e um final inesperado.

 

Adriano (Rodrigo Lombardi) o carcereiro principal de um presídio conquista o respeito de ambas as facções do presídio, porque tem palavra e ética no trabalho. O filme em nada tem a ver com a série, é uma história independente, com um roteiro original, que não tem qualquer ligação com a série da Globo. 

 

O filme se passa em uma noite no presídio, e os conflitos acontecem depois de um terrorista procurado pela Polícia Internacional ser colocado na cadeia para passar a noite apenas. Alguns presos se revoltam e há uma grande invasão que gera todo o problema da obra.

 

Nas atuações, além de Rodrigo Lombardi, destaco o veterano Tony Tornado, que faz um personagem muito carismático, Jackson Antunes, que faz um vilão com maestria, Ivan de Almeida, que é o carcereiro que claramente não tem muito jeito com os presos e Kaysar Dadour, que fez sua estreia no cinema e entregou uma participação muito valiosa para a história. Entre os presos, o destaque vai para o Rainer Cadete, que nos poucos momentos que aparece, chama atenção entre os demais. E destaco a pequena porém muito boa de assistir, participação do também veterano Isaac Bardavid.

 

A direção e os efeitos visuais/ especiais são outra temática que se destacam, além do ótimo roteiro que prende a atenção do espectador o tempo inteiro. Mais uma vez o cinema brasileiro mostra que pode sair da mesmice e realmente fazer filmes segmentados e com muita qualidade, já que matéria-prima, em nada perdemos para os outros lugares do mundo.

 

Carcereiros estreia na quinta-feira (28), nos cinemas de todo Brasil.

 

 

 

Por Victor Vasques

Daniel Craig revela que seu tempo como James Bond chegou ao fim

Daniel Craig colocou um ponto final na sua história como o 007.

O ator, que já completou seu quinto filme da franquia James Bond, afirmou que não será mais o protagonista da saga nos cinemas. A revelação veio em uma entrevista com o apresentador Stephen Colbert.

Sucinto sobre o assunto, Craig disse:

Sim, chegou ao fim.

Vale lembrar que No Time to Die, novo filme que chega no dia 8 de abril de 2020, quase não acontece. Isso porque Daniel Craig disse em 2016 que preferia “cortar os pulsos” a fazer outro longa da franquia. O ator só retornou mediante um cachê de meros 150 milhões de dólares.

Além disso, o filme ainda teve o abandono do diretor Danny Boyle, ferimentos no set, roteiro mudado e mais tretas.

Craig esteve à frente dos longas: Casino Royale (2006), Quantum of Solace (2008), Skyfall (2012) e Spectre (2015).

 

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos

Novembro de 2019 chegou e Blade Runner não é mais um filme do futuro

Dá pra acreditar que o tempo passou tão rápido a ponto de Blade Runner ser um filme do passado?

Pois é, o longa de 1982 tem sua trama ambientada em novembro de 2019, com carros voadores, muito neon, robôs malvados que convivem entre os humanos e uma moda pra lá de esquisita — mas que até vemos em algumas passarelas por aí.

Como aponta o National Post, porém, o filme até acertou em alguns pontos. O efeito negativo da poluição no meio ambiente e, também, a diferença de classes cada vez mais gritante. Ao mesmo tempo, não temos tanta tecnologia e Blade Runner não conseguiu prever a chegada da internet e das redes sociais.

Que louco, não?

Em 2017, 10 anos depois, foi lançada a sequência Blade Runner 2049, mais uma vez com Harrison Ford de Rick Deckard e agora acompanhado por K, personagem de Ryan Gosling.

Dessa vez, o longa se passa em 2049 e, bem, dessa vez vamos ter que esperar pra saber como as coisas estarão até lá… se o mundo não acabar antes.

 

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos

Por que o bebê Yoda de The Mandalorian é tão fofo? A ciência explica

O bebê Yoda despertou corações (e o relógio biológico) da internet desde sua recente première em The Mandalorian, novo programa de Star Wars no Disney +. Com seus grandes olhos e uma roupinha pequenininha de Jedi, o mini Yoda – que é membro da espécie Yoda, e não “o” Yoda – gerou memes fofíssimos e comentários em relação à fofura dele.

E porque estamos todos tão enamorados com um fantoche verde e enrugado, conhecido no programa como “a criança?” De acordo com o psicólogo evolucionário Dr. Daniel J. Krueger, a resposta é um misto da poderosa cultura pop e instintos animais.

“Existem várias coisas acontecendo aqui,” ele disse à Rolling Stone EUA. “Primeiro, o Yoda é um dos personagens mais amados do universo Star Wars. Acho que ele é admirado universalmente.” Depois, Kruger cita o trabalho de Konrad Lorenz, etologista (campo que estuda comportamento de animais) que cunhou o termo “Kindchenschema,” que é basicamente um conjunto de aspectos que faz algo ser fofo.

“Nas espécies que têm cuidados paternais, vemos essa característica em comum,” diz Kruger, mencionando olhos grandes, principalmente. “Na mídia, esses aspectos estão ficando cada vez mais  exagerados em personagens de desenho animado. Veja os My Little Pony de hoje e dos anos 1980, por exemplo. Personagens, hoje, têm características neonatais exageradas. Isso faz deles ainda mais fofos pra gente. Em termos de despertar o interesse das pessoas, The Mandalorian fez um bom trabalho.”

The Mandalorian estreou no dia 12 de novembro durante o lançamento do streaming Disney +. Dirigida por Dave Filoni e criada por Jon Favreau, a produção mostrou o cineasta Werner Herzog no papel de um homem desconhecido que interage com o bebê Yoda. O ator admitiu que chorou quando viu o boneco no set: “é tão lindo que quebra seu coração,” ele disse à Variety. O bebê tem 50 anos no programa.

 

Fonte: Rolling Stone

 

 

É oficial: Bill Murray e outros atores de Caça-Fantasmas original voltarão para remake

Em entrevista ao The Greg Hill Show, Dan Aykroyd confirmou informações sobre o filme Caça-Fantasmas 2020. Aykroyd, intérprete de Ray, revelou que Bill Murray, também do elenco original, retornará como Dr. Peter Venkman na nova produção.

Aykroyd também anunciou a participação de outros astros dos filmes originais, de 1984 e 1989, no novo longa. Segundo ele, Sigourney Weaver(Dana), Annie Potts(Janine) e Ernie Hudson(Winston) também farão parte do elenco de Caça-Fantasmas 2020.

Apesar das confirmações, Caça-Fantasmas 2020  apresentará uma nova geração. Portanto, a função dos atores originais no remake ainda não é certa.

Caça-Fantasmas 2020 estreiará em 10 de julho de 2020 e contará com grande elenco. Além dos astros originais, o filme será interpretado por Paul Rudd (Homem-Formiga), Carrie Coon (Fargo), Finn Wolfhard (Stranger Things), McKenna Grace (Annabelle 3: De Volta para Casa) e outros.

 

Fonte: Rolling Stone

title_goes_here