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Category Archives: Mundo Geek

O Exorcista: As maldições de verdade nas filmagens do clássico de terror

O Exorcista segue como um dos filmes de terror mais rentáveis da história, não só por conta do que trouxe às telas, mas pela aura que o envolve. Um dos principais pontos são as “maldições” que elenco e produção enfrentaram durante a produção do longa, lançado em 1973. Elas são exploradas em uma edição especial do programa E! True Hollywood Story, que vai ao ar no canal E!, dos EUA, no próximo domingo (27). Um dos destaques do programa é contar com Linda Blair, que interpretou a garotinha Regan na película. O programa trará atores e especialistas detalhando os casos estranhos que aconteceram nos tempos de filmagem de O Exorcista.

Verdade ou não, uma sombra se criou sobre a produção, com casos que intrigaram quem acompanhou de fora. “É estranho que filmes que lidam com o oculto tenham situações estranhas ou chocantes com seu elenco e equipe de produção”, diz Kalyn Corrigan, que é entrevistada para falar sobre como O Exorcista é um exemplo de filme, em meio a vários outros, em que isso ocorreu. Linda relembra situações como a grave lesão que sofreu na coluna, quando uma falha mecânica a machucou. Houve ainda um incêndio no meio de um set de filmagem que quase destruiu tudo, exceto o quarto de Regan – onde se passavam suas possessões. “Eu encarei desafios físicos, como a fratura na minha coluna, mas foi algo que consegui superar. E teve o fogo no set. Havia muita especulação sobre o que estava acontecendo”, enumera Linda. “Muita gente quer acreditar no curioso, no lado sombrio, nas possibilidades, no ‘será que pode ter acontecido…’, descreve ela, sobre as especulações. Por outro lado, muito do que ocorreu poderia ter explicações simples. “Há quem esteja mais apto a dizer, apenas, ‘aquilo foi só uma falha elétrica’. Mas muita gente escondeu coisas de mim, por não querer que eu ficasse assustada no set.” Como o programa conta, muita gente ainda acredita que as “maldições” ocorreram pelo filme ser baseado em fatos reais – o roteiro original falava em um garoto possuído, depois trocado por uma menina.

 

Fonte: UOL

Os Simpsons faz paródia de Stranger Things em especial de Halloween

No último domingo (20), Os Simpsons exibiu nos Estados Unidos o seu tradicional especial de Halloween – que, curiosamente, este ano caiu no episódio 666 da animação. Além de esquetes envolvendo alienígenas e uma homenagem ao clássico A Profecia (graças ao número do capítulo), o programa também escolheu parodiar Stranger Things, com direito a Lisa com o visual e poderes de Eleven (Millie Bobby Brown) e o Millhouse entrando no lugar do sofrido Will Buyers (Noah Schnapp).

No Brasil, Os Simpsons é transmitida pelo canal pago Fox, que atualmente exibe a 30ª temporada na TV e também no streaming Fox App.

 

Fonte: Omelete

Roger Taylor, baterista do Queen, rebate críticas “superficiais” sobre Bohemian Rhapsody

Na última terça, dia 15, Roger Taylor, baterista do Queen, rebateu os críticos pessimistas em relação à cinebiografia “Bohemian Rhapsody”, vencedora do Oscar 2018.

Em nova entrevista para a rádio Planet Rock, no Reino Unido, Taylor falou sobre as reações negativas ao filme de Bryan Singer: “Nosso problema é que somos populares demais, e grande parte da mídia simplesmente odeia isso”.

Além disso, o músico acrescentou que, embora algumas críticas fossem realmente “decentes” e construtivas, muitas delas eram “meio zombeteiras e superficiais”, sem objetivo. “Eu pensei comigo: ‘Vocês simplesmente não entenderam, né? Não mexeu com vocês e tudo mais… Mas que se f*da’, na verdade.”

Em seguida, Roger Taylor ressaltou que “revisões ruins geralmente indicam que a obra será bem-sucedida.”

“Acho que as pessoas sabem muito mais do que críticos de cinema”, disse ele. “E a propaganda de boca a boca nas mídias sociais é muito mais poderosa do que a crítica de um cara que provavelmente assiste uns 40 filmes por semana e perdeu a essência e a alegria de ver um filme”.

Estrelada por Rami Malek como o falecido Freddie Mercury, a cinebiografia do Queen, “Bohemian Rhapsody”, faturou quase US$ 1 bilhão em todo o mundo desde o seu lançamento, em outubro de 2018.

 

Fonte: Rolling Stone

Coppola se junta a Scorsese e chama filmes da Marvel de “desprezíveis”

Pouco tempo após Martin Scorsese criticar os filmes da Marvel, foi a vez de outra lenda atacar os estúdios. Durante evento em Lyon, Francis Ford Coppola foi além e detonou a produtora. Em entrevista publicada pelo site norte-americano Yahoo, o cineasta, que recebeu o prêmio Prix Lumiere na França, afirma que Scorsese pegou leve ao dizer que a Marvel não faz cinema.

“Martin foi bondoso quando disse que não é cinema. Ele não disse que é desprezível, o que eu acredito que seja”, atacou. Responsável pela trilogia O Poderoso Chefão, Coppola acredita que o cinema deveria passar algum conhecimento para as pessoas. “Quando Martin Scorsese diz que os filmes da Marvel não são cinema, ele está certo porque esperamos aprender algo com cinema, esperamos ganhar alguma coisa, algum conhecimento, inspiração”, disse. No início de outubro, Scorsese disse que os filmes da Marvel “não são cinema” ao analisar o sucesso recente dos longas feitos pela produtora. “Eu não vejo (os filmes). Eu tentei, sabe? Mas aquilo não é cinema. Honestamente, o mais próximo que consigo pensar deles, por mais bem-feitos que sejam, com os atores fazendo o melhor que podem sob as circunstâncias, são os parques temáticos. Não é o cinema de seres humanos tentando transmitir experiências emocionais e psicológicas a outro ser humano”, criticou o diretor.

 

Fonte: UOL

Warner Bros. estuda filme live-action do Batman do Futuro com Michael Keaton

O Batman de Michael Keaton voltará a ser citado na DC atual durante o crossover do Arrowverse, mas a Warner Bros. pode ter planos ainda maiores para o ator. Segundo fontes do We Got This Covered – que, de acordo com o site, tem histórico de ter acertado em informações relacionadas à DC – o estúdio está considerando trazer Keaton de volta para um filme live-action do Batman do Futuro.

O relato trata de algo discutido há anos entre fãs mas, segundo a matéria, a ideia começou a ganhar força graças ao enorme sucesso de Coringa, o que pode ter motivado o estúdio a cogitar mais filmes inusitados, sombrios e ousados. O filme de Todd Phillips, por exemplo, é bastante diferente do restante do DCEU mas já se tornou a quarta melhor bilheteria de filmes para maiores.

Caso seja real, a trama deve seguir a animação homônima, exibida entre 1999 e 2001, que traz um Bruce Wayne idoso na Gotham City do futuro. Ele largou o manto de Homem-Morcego há anos mas, quando um jovem chamado Terry McGinnis invade a Batcaverna e roupa um uniforme experimental, ele se vê tomando o posto de mentor do novo Batman.

Vale ressaltar que se trata apenas de um rumor, sem nenhum comentario por parte da Warner Bros. ou de Keaton até o momento. Fique ligado no Omelete para possíveis desenvolvimentos!

Keaton interpretou o Homem-Morcego em Batman (1989) e também em Batman – O Retorno (1992). Curiosamente o ator já viveu uma versão sombria da sua relação com o herói: Birdman, de Alejandro Iñárritu, não cita o personagem da DC mas traz Keaton como um ator que ficou marcado por interpretar um herói de quadrinhos nas telonas, que agora o persegue e atormenta nos dias de hoje.

 

Fonte: Omelete

Empresário implanta chips nas mãos para ter mais praticidade no dia a dia

Já pensou não precisar de crachá para entrar na empresa ou mesmo chaves para abrir a porta de casa? Essa tecnologia já existe está mais presente do que imaginamos.

O diretor de inteligência cibernética Thiago Bordini implantou dois chips. Um em cada mão. Em um ele armazena informações e desbloqueia o smartphone. Já com o outro abre portas de salas restritas no trabalho.

“Eu fiz isso porque sou pesquisador de segurança e preciso entender da tecnologia e como pode trazer benefício a outras pessoas e até mesmo do ponto de vista de segurança”, explica Thiago.

O consultor Mathias Brem Garcia diz que o biochip é seguro para o corpo humano e o compara a um piercing. “É como se fosse um piercing. As pessoas colocam no nariz, na orelha e em diversas partes do corpo, o chip em si não oferece riscos. É fácil fazer a aplicação e retirada.”

Mathias também fala que, por enquanto, o sistema bancário ainda não aceita pagamento por esse tipo de tecnologia. “Hoje no Brasil não tem caso de uso desses porque o sistema bancário não aderiu a esse tipo de tecnologia. A gente vê casos na Suécia, que tem 3 a 4 mil clientes com essa tecnologia implantada. “

O bilionário e empreendedor americano Elon Musk desenvolve sensores para inserir no cérebro que permitiriam ao homem se comunicar com máquinas pelo pensamento.

“A ideia dele com esses micro chips é conectar nossa mente pra fazer perguntas e respostas em velocidade maior. Na visão dele já somos humanoides. Já temos uma dependência tecnologica”, finaliza Mathias.

O chip que Thiago colocou é fabricado nos Estados Unidos. Algumas empresas brasileiras importam o produto. Também é possível comprar pela internet ao custo de R$ 400.

Fonte: G1

Resenha da série Irmãos Freitas

No próximo domingo (20), estreia a nova série brasileira “Irmãos Freitas”, a obra será exibida no canal Space e já está disponível para os assinantes da Amazon Prime. Uma série que conta a história do boxeador Acelino Popó Freitas.

 

Nós estivemos na última quarta-feira (09), no coquetel de lançamento da série, com alguns atores do programa e outros convidados especiais, como Éder Jofre, Hortência e o os próprios irmãos Freitas.

 

No primeiro episódio, eles começam a contar como a carreira de Popó se inicia, lá nos Estados Unidos. Antes de chegarem à América, eles mostram como foi árduo o caminho para atingirem o estrelato. Luiz Cláudio, irmão mais velho do Popó, era um grande lutador na Bahia e apesar da idade, era uma promessa do boxe nacional. Depois de alguns desencontros, Acelino, o irmão mais novo, treinava na mesma academia que o irmão, mas começa a trabalhar em um outro emprego. Um espanhol, aparece na academia, disposto levar dois lutadores para um torneio nos Estados Unidos. Luiz Cláudio, foi levado por seu talento e certa fama na Bahia, Popó, teve que passar por algumas provações e um pouco de sorte.

 

O que pudemos ver neste primeiro episódio, foi uma série muito bem produzida, falando sobre mais do que apenas a vida de um grande nome do nosso esporte, mas sobre uma relação entre dois irmãos.

 

Daniel Rocha, que interpreta o Popó, é com certeza um destaque da série, além de um rosto mais conhecido. Rômulo Braga, que interpreta Luiz Cláudio, também é outro que se destaca e tem muita importância na série. Além deles, destaco também Cláudio Jaborandy, Teca Pereira e Roberto Birindelli.

 

A série estreia domingo (20), às 20h no Canal Space.

 

 

Por Victor Vasques

 

Coringa já é a maior bilheteria da Warner em 2019

Pelo quarto ano consecutivo um filme baseado em personagem da DC Comics é a maior bilheteria da Warner Bros.. E, no caso de 2019 (até agora), é claro que é o Coringa, estrelado por Joaquin Phoenix e dirigido por Todd Phillips.

Com um segundo final de semana muito forte, o estudo de personagem do Palhaço do Crime atingiu mais de US$ 500 milhões, e assim deixou para trás os outros projetos deste ano do estúdio, como Shazam!, que faturou US$ 364 milhões, e It: A Coisa 2, que arrecadou US$ 445 milhões.

Os outros filmes da DC que lideraram nas bilheterias em anos anteriores foram Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016), Mulher Maravilha (2017) e Aquaman (2018), e todos eles ultrapassaram a marca do US$ 1 bilhão.

Além disso, Coringa não apenas superou a melhor estreia da história da Warner Bros. nos Estados Unidos (lugar até então ocupado por Mulher Maravilha), mas também estabeleceu um novo recorde nas bilheterias do mês de outubro, com US$ 544, 7 milhões arrecadados, número que com certeza vai aumentar ainda mais até o final do mês.

 

Fonte: Rolling Stone

 

Martin Scorsese reforça críticas aos filmes da Marvel: “Não devemos deixar isso nos invadir”

Martin Scorsese continua a tecer críticas aos filmes de super-herói, principalmente os do universo cinematográfico da Marvel. Em uma coletiva de imprensa antes da estreia de O Irlandês, na noite do último domingo,13, o diretor disse que esse tipo longa faz “cinemas se tornarem parques de diversão.”

“Essa é uma experiência diferente”, explicou a comparação. “Não é cinema, é outra coisa, nós não devemos deixar isso nos invadir, é um problema muito grande, e precisamos que os donos de cinema se imponham para permitir a exibição de filmes que são obras narrativas.”

A declaração segue na mesma linha da entrevista que o diretor de Touro Indomável (1980) deu à revista Empire no início do mês, na qual disse ter tentado ver os filmes da Marvel, mas não conseguiu por não serem cinema.

“Sinceramente, a coisa mais próxima que consigo associar aos filmes, por mais bem-feitos que sejam, com os atores fazendo o melhor que podem naquelas circunstâncias, são parques temáticos. Não é o cinema de seres humanos tentando transmitir experiências emocionais e psicológicas para outro ser humano.”

 

Fonte: Rolling Stone

Resenha sobre o novo filme nacional “Morto Não Fala”

O filme que chega nos cinemas na próxima quinta-feira (10), tem uma ótima, produção, roteiro e atuações. Mostra que o cinema brasileiro tem potencial para investir em diversos gêneros. A maquiagem é outro grande destaque do filme.

 

A história é contada por um auxiliar de IML (Instituto Médico Legal), Stênio (Daniel de Oliveira), que tem uma série de problemas em casa, mas tem um dom de conversar com os mortos, naquelas famosas últimas palavras. Por causa deste poder sobrenatural, ele descobre uma causa de morte, que muda completamente o rumo da história. Logo após ele descobrir a morte de um dos integrantes do mundo do tráfico. Um amigo de infância morre e conta para Stênio que sua mulher, Odete (Fabíula Nascimento) tem um amante, Jaime (Marco Ricca), que é o dono da padaria da vila Gustavo, bairro onde eles moram.

 

Após esta descoberta, Stênio se revolta, toma decisões erradas e ainda por cima, comete uma coisa moralmente duvidosas, que é contar uma revelação de um morto. Como diz o título do filme, Morto não fala, portanto o que Stênio descobre, não pode ser falado para as pessoas do mundo real.

 

A trama do filme se desenrola depois das decisões erradas de Stênio, e tudo acontece depois disso, todo o terror do filme vem daí, é mais do meio para o final que o terror de fato acontece, e a Fabíula Nascimento brilha a partir daí.

 

O fim do filme é bem interessante e existem cenas que assustam de verdade. Não é uma película mal feita, ou infantil. É terror puro. Para quem gosta do gênero, é uma ótima opção. A direção, o roteiro e a maquiagem, merecem um grande parabéns. A história te prende, te envolve e claro, te assusta também.

 

Sobre as atuações, Marco Ricca, vai bem, mas faz uma participação especial. Daniel de Oliveira e Bianca Comparato entregam uma grande atuação, que convencem no papel. Porém o grande destaque é  Fabíula Nascimento, que após morte de sua personagem, aterroriza o personagem do Daniel de Oliveira o tempo todo, mas surpreende bastante. Embora seja conhecida por vários papéis em novelas, no filme, ela se supera e atua de uma maneira pouco vista nas telinhas.

 

O que fica de aprendizado também é que o filme mostra uma nova vertente do cinema brasileiro, que investe muito em comédias. Mas que temos diretores, autores e atores capazes de fazerem com muita qualidade. A obra tem sido muito elogiada nos festivais internacionais.

 

Vocês podem conferir o filme em todos os cinemas do Brasil, no dia 10 de outubro.

 

Por Victor Vasques

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