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Category Archives: Notícias Variadas

Brasil já está se preparando para possíveis casos elevados de coronavírus

Diante do crescente número de infecções respiratórias na China, ocasionadas pelo novo coronavírus, o Ministério da Saúde instalou, esta semana, o Centro de Operações de Emergência (COE) – novo coronavírus. A medida vem com a notificação do segundo caso da infecção nos Estados Unidos e de pelo menos 26 mortes, segundo as autoridades de saúde chinesas.

O comitê brasileiro deve preparar a rede pública de saúde, o SUS, para atendimento de possíveis casos do vírus, chamado provisoriamente de 2019-nCoV. Até o momento, não foi detectado nenhum caso suspeito no país, embora tenha ocorrido um falso alerta no Estado de Minas Gerais.

Como medidas preventivas, o Ministério da Saúde tem monitorado diariamente a evolução dos casos em conjunto com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Isso porque a instituição de nível global acompanha a evolução do vírus desde as primeiras notificações na cidade de Wuhan, na China.

Esclarecimentos

Em coletiva de imprensa, o ministro da Saúde em exercício, João Gabbardo, destacou que a pasta continuará a atualizar a sociedade brasileira, de acordo com as informações da OMS. O pronunciamento acontecia enquanto o responsável oficial, Luiz Henrique Mandetta, estava em viagem, no Fórum de Davos, na Suíça.

“O Ministério da Saúde tem obrigação de esclarecer e não gerar pânico desnecessário na população e estamos trabalhando junto com as secretarias estaduais com essa finalidade. A nossa rede laboratorial está preparada para realizar os testes e fazer os diagnósticos”, argumentou João Gabbardo.

Além disso, foi explicado que o COE é composto por técnicos, especializados em saúde pública, vindos da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Instituto Evandro Chagas (IEC), entre outros.

Características do coronavírus chinês

De acordo com as informações do Ministério da Saúde, é considerado como “caso suspeito do novo coronavírus, paciente com sintomas da doença, como febre, tosse e dificuldade para respirar. Além disso, o paciente precisa ter viajado para área com transmissão ativa do vírus nos últimos 14 dias antes do início dos sintomas.”

Como até o momento só foram registrados casos de transmissão ativa do vírus na cidade de Wuhan, na China, o local é peça chave na definição de novos suspeitos. Caso surjam novos focos de disseminação do vírus, as áreas com risco de transmissão serão atualizadas e disponibilizadas no site do Ministério da Saúde.

“É preciso esclarecer que a definição de casos é dinâmica, porque pode mudar a partir do contexto epidemiológico. No entanto, até o momento, não há nenhum caso suspeito do novo coronavírus no Brasil”, explicou o secretário substituto de Vigilância em Saúde, Julio Croda, na coletiva de imprensa.

O boletim epidemiológico publicado pelo Ministério da Saúde também traz recomendações de vigilância nos portos, aeroportos e fronteiras de todo o Brasil. Inclusive, orientações para notificação imediata de casos suspeitos do novo coronavírus em áreas de entrada no país.

O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de infecções respiratórias agudas, como: “evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas; realizar lavagem frequente das mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente; evitar contato próximo com animais selvagens e animais doentes em fazendas ou criações.”

Fonte: Ministério da Saúde

Como os “carros voadores” da Uber estão saindo do laboratório para o mundo real

SÃO FRANCISCO, CALIFÓRNIA – Em uma noite de quarta-feira de 2016, o engenheiro veterano da Nasa Mark Moore entrou na sede da Uber para explicar, durante três horas, por que acredita que a humanidade, e sua tecnologia, estariam preparados para utilizar “carros voadores”.

“Seis meses depois dessa reunião, eles me ligaram para informar que queriam desenvolver um projeto e gostariam que eu comandasse a área”, afirmou Mark Moore, atualmente o diretor de engenharia da aviação da Uber, em entrevista ao InfoMoney.

A reunião, que envolveu os principais executivos da companhia, deu origem ao Uber Elevate — o ambicioso projeto da Uber que quer transformar a locomoção aérea em realidade.

SÃO FRANCISCO, CALIFÓRNIA – Em uma noite de quarta-feira de 2016, o engenheiro veterano da Nasa Mark Moore entrou na sede da Uber para explicar, durante três horas, por que acredita que a humanidade, e sua tecnologia, estariam preparados para utilizar “carros voadores”.

“Seis meses depois dessa reunião, eles me ligaram para informar que queriam desenvolver um projeto e gostariam que eu comandasse a área”, afirmou Mark Moore, atualmente o diretor de engenharia da aviação da Uber, em entrevista ao InfoMoney.

A reunião, que envolveu os principais executivos da companhia, deu origem ao Uber Elevate — o ambicioso projeto da Uber que quer transformar a locomoção aérea em realidade.

Em vez de apresentar o projeto a uma montadora ou a uma fabricante de aviões, Moore procurou a Uber por entender que o veículo só se tornaria viável com uma empresa que entendesse como transformar produtos complexos em ferramentas acessíveis ao consumidor final.

“Para mim era muito importante que fosse alguém que entendesse o consumidor final, que soubesse como transformar essa tecnologia em um produto útil”, explica.

O ecossistema dos “carros voadores”

Para chegar rapidamente ao mercado, a Uber decidiu que não poderia construir um projeto como esse sozinha. Com isso, resolveu fazer algo pouco usual para uma empresa do Vale do Silício: fechar parceria com companhias tradicionais.

“No Vale do Silício, há muitas empresas que tentam desenvolver produtos revolucionários sozinhas. É o que acontece com muitos projetos espaciais, por exemplo. A gente entendeu que, para que essa iniciativa funcionasse, seria necessário unir a velocidade e visão do Vale do Silício com a qualidade aeroespacial e a segurança da indústria tradicional”, explica Moore.

Nesse sistema, a Uber reuniu mais de 25 parceiros que estão desenvolvendo todos os componentes necessários para esse tipo de transporte aéreo. Nessa divisão de tarefas, a empresa do Vale do Silício fica responsável por entender em quais cidades o projeto deve começar a operar e negociar com seus governantes, convencer os controladores de tráfego aéreo, desenvolver os espaços e a logística para pousos e decolagens e, obviamente, criar a demanda necessária para lotar esses carros no futuro.

A fabricação dos carros está sendo desenvolvida por cinco diferentes parceiros comerciais, incluindo a americana Boeing e a brasileira Embraer. A lista completa inclui desde fabricantes de carregadores a empresas de engenharia para desenvolver os locais para decolagem e pouso.

“Temos parceiros trabalhando nesse projeto todos os dias. Sem parar e cada um em sua maior expertise. Enquanto conversamos, há veículos sendo testados em suas fábricas”, diz Moore.

Já no próximo ano os primeiros protótipos de eVTOLs devem ser testados; em 2023 a Uber espera realizar os primeiros transportes de passageiros nas cidades de Dallas e Los Angeles, nos Estados Unidos, e Melbourne, na Austrália.

 

São Paulo entre as prioridades

Questionado sobre quando o serviço deve estar disponível no Brasil, Moore afirma que a cidade de São Paulo está na lista de locais prioritários, já que o propósito do Uber Elevate é justamente diminuir o tráfego nas cidades mais congestionadas do mundo.

“Apesar de ser prioridade, encontramos dificuldade em negociar com a força aérea [que controla o tráfego aéreo no Brasil] e com a ANAC [Agência Nacional de Aviação Civil]”, diz.

Ao se unir com outros parceiros para o projeto Uber Elevate, a empresa também reduz a quantidade de dinheiro que precisaria investir, caso decidisse construir todo o projeto sozinha. Queimar mais caixa é algo que a Uber definitivamente não pode se dar ao luxo.

A companhia teve um prejuízo de mais de US$ 7,3 bilhões nos primeiros nove meses do ano. Desde a sua abertura de capital, em maio, a empresa tem estado sobre escrutínio dos investidores.

Para piorar sua situação, a Uber ainda perdeu mais de US$ 1 bilhão em valor de mercado nesta semana após reportar 6 mil casos de agressões sexuais.

Para sair do mau momento, a companhia provavelmente vai precisar de algo ainda mais revolucionário do que os “carros voadores”.

 

Fonte: Info Money

Nicolas Cage pode interpretar Nicolas Cage em filme sobre… Nicolas Cage

De acordo com informações divulgadas pelo The Hollywood Reporter, Nicolas Cage está envolvido em um projeto cinematográfico bem maluco, para dizer o mínimo, e absurdamente cativante, para dizer o máximo.

Em The Unbearable Weight of Massive Talent (em tradução livre A Insustentável Leveza de Um Enorme Talento), o astro vai interpretar uma versão ficcional de si mesmo em busca de conseguir um papel em um filme do Quentin Tarantino.

Mas a loucura da trama ainda não para por aí. O personagem interpretado por Cage, ou no caso ele mesmo, mantém contato com uma outra versão do Nicolas Cage, vinda direto dos anos 1990, egocêntrica e mais bem-sucedida que o protagonista.

Segundo o site responsável por divulgar a notícia, a produtora Lionsgate está perto de fechar o acordo e autorizar o início da produção desse filme que pode ser claramente classificado como metalinguístico.

Tom Gormican e Kevin Etten assinam o roteiro, e Gormic também será responsável pela direção.

 

Fonte: Rolling Stone

Por que as mudanças bruscas de temperatura mexem tanto com a nossa saúde?

Você acorda com aquele sol de rachar, veste uma roupa bem fresca, sai pra trabalhar e pouco depois a temperatura cai bruscamente, fica frio, e você se arrepende de não ter carregado uma malha. Mas o pior não é errar na roupa… O que pesa mesmo é a reação do corpo a essas mudanças loucas de temperatura.

Se estava um calorão e de repente vem aquele frio, o corpo pode dar sinais de cansaço e apresentar sintomas de gripe, como nariz entupido, principalmente se você já tem algum problema respiratório. Isso sem falar nos males sofridos pela saúde da pele e cabelos.

Como as mudanças bruscas afetam seu sistema respiratório

Nossas vias respiratórias filtram o ar que chega nos pulmões e, para isso, elas permanecem adaptadas à temperatura ambiente. Se o tempo muda bruscamente, o corpo não consegue acompanhar essa velocidade para se readaptar à nova temperatura e as vias áreas são pegas desprevenidas, o que resulta em uma irritação.

O principal problema é a queda de umidade do ar, que resseca as mucosas das vias aéreas e compromete a proteção natural do nariz, normalmente feita pelo muco de revestimento da região para evitar o ataque de vírus e de bactérias. Isso cria o ambiente perfeito para o surgimento ou a intensificação de problemas como rinite alérgica, asma e infecções virais e bacterianas, já que o organismo está mais “aberto” às doenças.

O problema é ampliado quando há histórico de doenças no sistema respiratório. “Um paciente com asma ou rinite já apresenta uma inflamação das vias aéreas. Na rinite, uma inflamação das vias aéreas superiores e, na asma, uma inflamação das vias aéreas inferiores. Então ele irá apresentar uma piora dessa inflamação”, explica o Dr. Pedro Bianchi, presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia Regional São Paulo (ASBAI-SP).

Sangramentos nasais, dor de cabeça, nariz entupido e garganta seca são sintomas clássicos de que algo precisa ser feito para melhorar sua respiração.

Diminuir o risco de isso tudo acontecer e aliviar os sintomas é simples, mas requer paciência. Em primeiro lugar, deve-se manter o nariz sempre limpo – de preferência por meio de lavagens nasais com soro fisiológico.

Inalar o vapor dos chás de eucalipto, gengibre e limão também ajuda a descongestionar o nariz e a fortalecer as defesas do corpo para evitar novas doenças virais ou bacterianas.

E pode reparar que o problema acontece principalmente quando a temperatura despenca, uma vez que o ar frio é um maiores agentes irritantes das vias respiratórias.

E o que acontece com a imunidade?

A imunidade cai, deixando o corpo mais vulnerável aos ataques de microorganismos patológicos. É nesse momento de mais fragilidade que os vírus e as bactérias encontram espaço e podem causar inflamações e infecções nas mucosas. Aí, é comum que a irritação evolua para um quadro de infecção, com dor de garanta, febre e, em casos mais graves, até pneumonias.

Por que ficamos tão cansadas com as variações de temperatura?

Se temperatura subiu bruscamente, o cansaço está ligado à pressão arterial: os vasos sanguíneos sofrem uma dilatação e a pressão tende a cair, levando à sensação de fraqueza e sonolência.

Outro fator que pode provocar a sensação de fadiga e dor no corpo é a gripe ou resfriado decorrente de uma infecção. “A broncoconstrição, ou seja, o estreitamento da passagem de ar até os pulmões, características de infecções respiratórias, faz com que tenhamos pior oxigenação e assim precisemos de mais força para respirar“, aponta o médico pneumologista, Dr. Ricardo Albaneze.

Como as mudanças afetam pele e cabelos

As dermatologistas Mariana Chambarelli (da clínica Dra. Denise Chambarelli, no RJ), Gabriela Capareli e Mariane Bueno explicam que variações de temperatura e umidade interferem principalmente na sensibilidade, na hidratação e na capacidade de renovação celular da pele e dos cabelos.

Quando as temperaturas sobem muito e rapidamente, a atividade das glândulas sebáceas se intensifica. Os poros ficam abertos, levando ao desenvolvimento de cravos e espinhas na pele e à oleosidade no couro cabeludo.

E de repente vem o frio – e, com ele, banhos mais quentes. A pele perde a hidratação e fica com uma aparência cansada e ressecada. Os cabelos, por sua vez, ficam desidratados – e pode surgir uma dermatite seborreica no couro cabeludo por causa da água quente dos banhos e da umidade do ar reduzida.

Aliadas a fatores externos como radiação UV, poluição e clima, as mudanças de condições do ar e da temperatura podem provocar o envelhecimento precoce da pele e influenciar no surgimento de rugas, manchas e flacidez, além de desequilibrar o pH da pele, deixando-a mais sensível e com reações como a vermelhidão.

Para se proteger contra tudo isso é importante manter uma rotina de limpeza e hidratação diária da pele – foco na hidratação com os produtos adequados ao seu tipo de pele – e, claro, usar filtro solar todos os dias, mesmo nos nublados – os raios UVA e UVB passam pelas nuvens e prejudicam nossas peles independentemente da temperatura.

Já os cabelos ganham muito com o uso de leave in com filtro solar nos dias quentes, lavagens dos fios e do couro cabeludo com água morna – nos dias quentes e nos frios – e hidratação profunda semanal ou quinzenalmente.

 

Fonte: M De Mulher

Estudo descobre um novo tipo de HIV pela 1ª vez em 20 anos

Um novo tipo do vírus HIV, causador da AIDS, foi descoberto por cientistas pela primeira vez em quase 20 anos. O estudo comandado por pesquisadores da Abbott, companhia americana da área de saúde, foi publicado no jornal científico JAIDS (Journal of Acquired Immune Deficiency Syndromes) nesta quarta-feira (6). O artigo mostra que a nova cepa, apelidada de L, pertence ao grupo M – um dos quadro grupos em que se subdivide o vírus.

Uma pequena quantidade do subtipo L já havia sido coletada na década de 80, mas, além de serem poucas amostras, na época, ainda não era possível sequenciar genomas, o que fez com que os estudos fossem deixados de lado. Atualmente, com a tecnologia muito avançada para esse processo, cientistas finalmente conseguiram estudar a fundo o novo tipo, realizando sequenciamentos completos de forma rápida e barata.

Como agora a nova cepa já foi identificada, com acompanhamento de médicos e cientistas, novas pandemias do vírus podem ser contidas mais facilmente e, no futuro, novos medicamentos e vacinas mais avançadas poderão ser criadas.

O programa da Abbott, que estava estudando o vírus há 25 anos, tem como objetivo monitorar o HIV e o vírus da hepatite. Segundo Mary Rodgers, bióloga chefe do Programa Global de Vigilância Viral da Abbott e cientista principal do estudo, foram coletadas mais de 78 mil amostras de vírus nesses anos. “Graças aos esforços da comunidade global da área da saúde nas últimas décadas, a meta de acabar com a pandemia de HIV está se tornando atingível”, disse ela em entrevista a VEJA.

No Brasil, quase 870 mil pessoas convivem com o HIV, enquanto o número de pessoas no mundo com o vírus da imunodeficiência humana ultrapassa 37 milhões. Por isso, Mary salientou que, mesmo com os avanços, é necessário continuarmos vigilantes. “A nossa descoberta foi só o primeiro passo. Agora, podemos focar em novos tratamentos e vacinas para esse subtipo, o que já representa uma melhoria”, finalizou.

 

Fonte: Abril

Animais Fantásticos: Petição pede Fernanda Montenegro em filme no Rio

Bastou a Warner Bros. anunciar que o terceiro filme de Animais Fantásticos se passará no Rio de Janeiro que os fãs do universo Harry Potter exigiram uma atriz brasileira no elenco. E não qualquer uma: Fernanda Montenegro, que completou 90 anos em outubro. “Este é um manifesto da vontade de todos os fãs brasileiros de Harry Potter para que não haja inconveniências de atores de outras nacionalidades interpretando brasileiros”, diz a petição criada por uma fã e endereçada à escritora britânica J.K. Rowling, criadora de Harry Potter.

O abaixo-assinado pede que Montenegro interprete a “presidente do ministério da magia do Brasil” e elenca os principais trabalhos da atriz brasileira, incluindo Central do Brasil, que lhe rendeu uma histórica indicação ao Oscar de melhor atriz, em 1999. “Aqui vai uma indicação de uma maravilhosa atriz brasileira que trabalhou em grandes obras nacionais como O Auto da Compadecida, Central do Brasil, Doce de Mãe e que já foi indicada ao Oscar de melhor atriz por Central do Brasil. Acreditamos que ela seja a mais capaz e portanto merece representar os brasileiros na continuação da franquia Animais Fantásticos que se passará no Brasil”, finaliza a autora da petição. Até a tarde desta sexta-feira (8) de novembro, mais de 76 mil fãs apoiaram Fernanda Montenegro no elenco de Animais Fantásticos 3. A meta é chegar a 100 mil assinaturas.

 

Fonte: UOL

Brasil cai em ranking de liberdade da internet

O Brasil caiu no Ranking da Liberdade da Internet 2019, divulgado pela organização internacional Freedom of the House. O país foi avaliado na edição de 2019 com índice 64 (considerando uma escala de 0 a 100), contra 69 em 2018. Com o desempenho, a nação ficou na categoria de “parcialmente livre” em relação à rede mundial de computadores.

A queda da nota incluiu o país entre os que mais retrocederam em relação a 2018, juntamente com Sudão, Kazaquistão, Bangladesh e Zimbábue. Esses países foram identificados como locais onde houve ações coordenadas para influenciar eleições e processos políticos nos últimos anos, como também Estados Unidos, Egito e Tailândia. “Atores não identificados realizaram ciberataques contra jornalistas, entidades governamentais, usuários engajados, com a manipulação das redes sociais alcançando novo patamar”, pontua o relatório.

A pesquisa mede diversos aspectos. Um deles são os obstáculos ao acesso à internet, cujo índice de pessoas conectadas em 70% foi considerado insuficiente em comparação com médias de nações da América do Norte, da Europa e da América Latina. O estudo cita políticas públicas, como o programa do governo federal Internet para Todos, mas aponta problemas, como as desigualdades no acesso à rede entre ricos e pobres.

Também foram analisadas as limitações à circulação de conteúdos. A pesquisa não identificou atuação de autoridades para bloquear mensagens, mas mapeou iniciativas tanto de políticos para derrubar conteúdos (500 pedidos nas eleições de 2018 segundo a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo – Abraji) quanto das próprias plataformas digitais, que removeram publicações alegando estarem ferindo seus termos e serviços.

A investigação avaliou também violações dos direitos dos usuários. Os autores destacaram a importância do Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965) como arcabouço de proteção dos internautas, mas apontaram diversas tentativas de regulação que ameaçam garantias dos cidadãos, como projetos de lei para criminalizar quem compartilha fake news e com restrições à discussão online sob o argumento de “combate ao terrorismo”. Por outro lado, o documento celebra a aprovação da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709 de 2018) como uma conquista.

Entre as 65 nações analisadas pelo estudo, 20% foram consideradas “livres”, 32% “parcialmente livres” e 35% “não livres”. No total, 33 países tiveram quedas em suas notas, enquanto 16 melhoraram no índice. No topo estão Islândia, Estônia, Canadá, Alemanha e Austrália. As piores colocações foram de China, Irã, Síria, Cuba e Vietnã.

Nações como Rússia e China foram apontadas pelo estudo como promotoras de ciberataques visando influenciar processos democráticos em outros países. No primeiro caso, ações russas teriam mirado a eleição na Ucrânia.

Contudo, a maioria das ações de interferência em processos eleitorais ocorrem majoritariamente por forças políticas internas. Essas iniciativas se deram de três formas: medidas informacionais, com disseminação de mensagens favorecendo governos ou partidos; medidas técnicas, como restrição a veículos online e censuras; e medidas legais, como punição de oponentes.

 

Fonte: Notícias O Minuto

 

 

Halloween: 7 lugares ‘assombrados’ em SP que podem ser visitados no Google Street View

Uma tradição nos Estados Unidos, o Halloween (Dia das Bruxas ou Dia do Saci, como preferem alguns) aos poucos vai ganhando adeptos no Brasil. Cada vez mais surgem festas com o tema, junto com as fantasias, doces ou travessuras e as lendas urbanas que ganham força com a chegada do 31 de outubro.

Aproveitando a data, o Google fez um levantamento e apontou alguns endereços de São Paulo que ficaram conhecidos do grande público graças a episódios misteriosos e dignos de filme de terror.

Quem tem curiosidade e gosta de fazer turismo deste tipo pode fazer uma visita a um desses pontos virtualmente, sem sair de casa. Com o Maps e o Street View, é possível conferir vídeos e fotos feitas em colaboração com o Local Guides e fazer um tour.

Confira alguns lugares que podem ser encontrados no aplicativo:

1 – CAPELA DA SANTA CRUZ DOS ENFORCADOS
ENDEREÇO: PRAÇA DA LIBERDADE

Capela da Santa Cruz dos Enforcados

No ano de 1921, o cabo Francisco José das Chagas lutava por igualdade de salário e melhores condições para os soldados e, por isso, foi punido com morte por enforcamento. No dia da execução, a corda arrebentou duas vezes, o que foi encarado por muitos como um sinal de que ele deveria ser inocentado. Mesmo assim, Chaguinha (como era apelidado) faleceu. Ali foi construída uma capela, que, segundo relatos de quem acredita, receberia a visita do “fantasma” do soldado com frequência.

2 – CASTELINHO DA RUA APA
ENDEREÇO: RUA APA, 236, ESQUINA COM A AVENIDA SÃO JOÃO

Castelinho da Rua Apa

A antiga residência foi palco de uma tragédia familiar no dia 12 de maio de 1937. Após serem chamados ao local, policiais encontraram os corpos dos irmãos Álvaro e Armando Reis próximos ao de sua mãe, Maria Cândida. Existem diversos relatos de pessoas que, ao passar em frente ao local – que ficou abandonado – dizem ouvir as discussões da família. No Maps, é possível encontrar fotos em 360 graus da fachada da construção.

3 – TEATRO MUNICIPAL
ENDEREÇO: PRAÇA RAMOS DE AZEVEDO, SEM NÚMERO

Teatro MunicipalReprodução

Algumas pessoas acreditam que os espíritos de artistas que costumavam se apresentar no local ainda permanecem presos ao prédio. Alguns funcionários já relataram teclas de pianos sendo acionadas sozinhas, além de sons de óperas sendo cantadas e movimentos nos camarins, mesmo com o teatro vazio. O teatro também ganhou 4 passeios via Street View no Google Arts & Culture.

4 – CASA DA DONA YAYÁ
ENDEREÇO: RUA MAJOR DIOGO, 353

Casa da Dona YayáReprodução

Sebastiana de Melo Freire, mais conhecida como Yayá, foi diagnosticada com distúrbios mentais. Por isso, foi trancada em uma chácara pela família por mais de 40 anos. Yayá só podia ocupar dois cômodos do local, até a sua morte, em 1961.Até hoje, vizinhos dizem ouvir os gritos de socorro da senhora.

5 – FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
ENDEREÇO: LARGO SÃO FRANCISCO S/N° – SÉ

Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo
Dizem que, em seus corredores e na biblioteca (a primeira pública de São Paulo), é possível escutar os mais notórios estudantes que lá passaram, discutindo sobre a política.

6 – CEMITÉRIO DA CONSOLAÇÃO
ENDEREÇO: R. DA CONSOLAÇÃO, 1660 – CONSOLAÇÃO

Cemitério da Consolação
Os cemitérios são grandes alegorias do Halloween. Em São Paulo, o cemitério da Consolação faz sucesso entre as pessoas, seja pelas histórias ou mesmo shows e peças de teatro que já foram exibidos no local. Há relatos da aparição de fantasmas de grandes personalidades da cultura paulistana e nacional no local.

EXTRA – EDIFÍCIO MARTINELLI
ENDEREÇO: RUA SÃO BENTO, AV. SÃO JOÃO E A RUA LIBERO BADARÓ

Fachada do Edifício Martinelli, em São PauloJose Cordeiro/SPTuris

Apesar de um começo luxuoso, o Edifício Martinelli passou por uma fase decadente – chegou a virar ocupação irregular antes de ser retomado pela prefeitura. Durante este período obscuro, o prédio, que chegou a ser o mais alto do Brasil, colecionou histórias que fazem jus a fama de assombrado. Um destas fala sobre o assassinato de um garoto judeu, que foi jogado no poço do elevador por um criminoso chamado de Meia-Noite. Outra, nos anos 1960, diz que cinco bandidos mataram uma garota em um dos andares.

Fonte: Metro

Número de feriados prolongados vai dobrar em 2020: finalmente um refresco!

Sim, é isso mesmo que você leu. Em relação a este ano, 2020 vai ter o dobro de feriados prolongados – e nós não podíamos estar mais contentes.

Já pode se preparar para aquela viagem dos sonhos, ou começar a planejar as idas à praia. No total, nove feriados nacionais vão cair em dias com os quais a emenda é possível (nas segundas e terças ou nas quintas e sextas).

E isso sem contar as datas comemorativas locais, como por exemplo a Revolução Constitucionalista (9 de julho), que é comemorado em todo o estado de São Paulo, e que, no próximo ano, cairá numa quinta-feira.

Quer saber quais são os feriados que vão nos proporcionar “miniférias”? Confira abaixo os feriados nacionais prolongados e o dia em que eles vão cair em 2020:

 

Carnaval: 24 a 26 de fevereiro (segunda a quarta-feira)

Sexta-feira Santa: 10 de abril (sexta-feira)

Tiradentes: 21 de abril (terça-feira)

Dia do Trabalho: 1º de maio (sexta-feira)

Corpus Christi: 11 de junho (quinta-feira)

Independência do Brasil: 7 de setembro (segunda-feira)

Dia de Nossa Senhora Aparecida: 12 de outubro (segunda-feira)

Finados: 2 de novembro (segunda-feira)

Natal: 25 de dezembro (sexta-feira)

 

Fonte: M De Mulher

A era do cigarro eletrônico: ele faz menos mal para a saúde que o comum?

Eles não soltam fumaça fedida, não causam mau hálito nem espalham bitucas. À primeira vista, os cigarros eletrônicos, também chamados de vaporizadores, são o sonho de consumo de muitos fumantes. Diferentemente da versão de papel, que queima por combustão, o modelo funciona à base de vaporização. O dispositivo contém um líquido que, ao ser aquecido, gera o vapor aspirado e exalado pelo usuário. Segundo os fabricantes, essa seria a razão que torna os eletrônicos menos prejudiciais que os tradicionais. Mas há controvérsias. E a comunidade médica enxerga com preocupação a popularização desse novo jeito de fumar.

Nos Estados Unidos, que contabilizam mais de 9 milhões de vapers, como são conhecidos os adeptos dos dispositivos eletrônicos de fumar (DEFs), uma síndrome respiratória misteriosa já matou 12 usuários em pouco menos de um mês.

No mesmo período, 805 casos foram registrados em 46 dos 50 estados americanos. Mais da metade dos pacientes tem menos de 25 anos e três quartos são homens. Eles costumam chegar ao hospital com dor no peito, dificuldade para respirar e febre alta.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), do governo americano, admite não saber o que está por trás. Suspeita-se que seja o THC, componente psicoativo da maconha, que alguns vapers adicionam ao cartucho com nicotina líquida. Na dúvida, a agência de vigilância sanitária americana, o FDA, recomenda à população evitar, pelo menos por ora, a versão high-tech.

Por medida de segurança, alguns estados, como Michigan e Nova York, já proibiram a venda de modelos com sabor, segmento que representa 80% do total. Outros, como Massachusetts, estenderam a restrição a todo e qualquer dispositivo eletrônico

Até o momento, nenhum dos 180 países membros da Convenção — Quadro de Controle do Tabaco, da Organização Mundial da Saúde (OMS), relatou casos semelhantes. Pelo sim pelo não, a Índia, o segundo maior consumidor de tabaco do planeta, também barrou a venda dos cigarros eletrônicos.

No Brasil, onde a comercialização desses aparatos é proibida mas eles se mostram cada vez mais acessíveis, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) solicita a hospitais que notifiquem casos suspeitos de problemas ligados a vaporizadores.

“Embora possam ser menos tóxicos que os cigarros convencionais, não quer dizer que eles sejam inofensivos”, adverte o porta-voz da OMS, Tarik Jasarevict. “Tampouco existem evidências de que eles ajudem a parar de fumar”, ressalta.

Na contramão das nações que restringem os e-cigarettes, o Reino Unido considera o alerta global alarmista. “Há quem diga que eles podem levar os mais jovens a fumar. Por aqui, pesquisas confirmam que o número de não fumantes que fazem uso de vaporizadores representa menos de 1% da população”, rebate o psicólogo Robert West, da University College London.

Além disso, cientistas britânicos acreditam que vaporizadores ou dispositivos de tabaco aquecido podem ser úteis como estratégia de redução de danos. Segundo um levantamento de 2014, para cada milhão de fumantes que substituem os modelos comuns pelos eletrônicos, mais de 6 mil vidas seriam salvas por ano.

No Brasil, país considerado referência mundial no combate ao tabagismo, o índice de fumantes é de 9,3% da população — há 30 anos, chegou a ser 34,8%. Pelo raciocínio britânico, se os 18,2 milhões de fumantes brasileiros migrassem para o modelo eletrônico, 108 mil vidas seriam salvas por ano. Mas esse cálculo não é tão puro e simples assim. E os médicos têm sérias restrições a ele.

O que o povo anda fumando por aí

Cigarro comum: é o modelo convencional. Ao ser acendido, o fogo queima as substâncias perigosas à saúde, como nicotina, alcatrão e monóxido de carbono. O mesmo vale para charuto e cachimbo. Todos levam à dependência.

Eletrônico: no lugar da combustão do cigarro comum, o princípio aqui é a vaporização. A dosagem de nicotina varia de acordo com o fabricante. A mais baixa equivale a seis cigarros comuns. A mais alta a 18. Há versões aromatizadas.

Tabaco aquecido: também funciona por vaporização. Mas, em vez de aquecer nicotina líquida, esquenta lâminas de tabaco. Quarenta e oito países, entre eles Canadá, Japão e Alemanha, já comercializam o IQOS, o produto da Philip Morris.

Artesanal: tem vários tipos, boa parte deles compostos de 70% de tabaco e 30% de cravo — um dos apelidos é cigarro de bali. O popular cigarro de palha, por sua vez, tem de cinco a sete vezes mais nicotina e alcatrão que os convencionais.

Inalável e mascável: rapé (tabaco inalável), snus e fumo para mascar são exemplos de produtos de tabaco sem fumaça. Em vez de fumar, o usuário aspira, masca ou suga o tabaco. Todos podem propiciar lesões na boca ou na garganta.

Narguilé: de berço oriental e hoje popular no Brasil, o aparato também se vale da vaporização. De uso coletivo, o “cachimbo d’água” não deixa de oferecer riscos. Uma sessão de 20 a 80 minutos corresponde a fumar 100 cigarros.

 

Fonte: Abril

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