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Category Archives: Notícias Variadas

Empresário implanta chips nas mãos para ter mais praticidade no dia a dia

Já pensou não precisar de crachá para entrar na empresa ou mesmo chaves para abrir a porta de casa? Essa tecnologia já existe está mais presente do que imaginamos.

O diretor de inteligência cibernética Thiago Bordini implantou dois chips. Um em cada mão. Em um ele armazena informações e desbloqueia o smartphone. Já com o outro abre portas de salas restritas no trabalho.

“Eu fiz isso porque sou pesquisador de segurança e preciso entender da tecnologia e como pode trazer benefício a outras pessoas e até mesmo do ponto de vista de segurança”, explica Thiago.

O consultor Mathias Brem Garcia diz que o biochip é seguro para o corpo humano e o compara a um piercing. “É como se fosse um piercing. As pessoas colocam no nariz, na orelha e em diversas partes do corpo, o chip em si não oferece riscos. É fácil fazer a aplicação e retirada.”

Mathias também fala que, por enquanto, o sistema bancário ainda não aceita pagamento por esse tipo de tecnologia. “Hoje no Brasil não tem caso de uso desses porque o sistema bancário não aderiu a esse tipo de tecnologia. A gente vê casos na Suécia, que tem 3 a 4 mil clientes com essa tecnologia implantada. “

O bilionário e empreendedor americano Elon Musk desenvolve sensores para inserir no cérebro que permitiriam ao homem se comunicar com máquinas pelo pensamento.

“A ideia dele com esses micro chips é conectar nossa mente pra fazer perguntas e respostas em velocidade maior. Na visão dele já somos humanoides. Já temos uma dependência tecnologica”, finaliza Mathias.

O chip que Thiago colocou é fabricado nos Estados Unidos. Algumas empresas brasileiras importam o produto. Também é possível comprar pela internet ao custo de R$ 400.

Fonte: G1

9 COISAS PARA NÃO DIZER A ALGUÉM COM DEPRESSÃO

Quando a depressão se instala, o apoio de amigos e familiares faz toda a diferença. São eles que podem oferecer a ajuda necessária para que o deprimido supere a doença.

E praticar a empatia é uma das melhores estratégias para isso, de acordo com a psiquiatra Ana Paula Carvalho.“‘Eu entendo que você está passando por um momento difícil’ e ‘eu estou aqui para você’ são alguns exemplos de frases empáticas que devem ser ditas a quem sofre com o transtorno”, afirma.

Ao praticar a empatia, você mostra à pessoa deprimida que não a julga ou que subestima a sua condição. Pelo contrário: conecta-se com ela e abre espaço para que se sinta compreendida e, por consequência, confortada.

Por outro lado, há certas frases que não devem ser ditas a alguém com depressão, diz a especialista. Em geral, elas revelam certos preconceitos e desprezam a gravidade da situação. O deprimido pode então ter vergonha de procurar ajuda ou se sentir incompreendido, piorando sentimentos de isolamento, solidão e desesperança.

Veja o que você nunca deve dizer a alguém em depressão:

1 – Comparar a situação dela com a de outras pessoas

Apontar que há muita gente com problemas “piores” não ajuda o deprimido a se sentir melhor. O amigo pode achar que comparar a pessoa com depressão a alguém que perdeu um ente querido ou foi à falência é um jeito de oferecer perspectiva, mas, mesmo bem-intencionado, o gesto não oferece nenhuma empatia.

Os motivos pelos quais os indivíduos entram em depressão são muito diversos e particulares — e nem sempre são causados por fatores externos, como algum acontecimento negativo. Portanto, é importante entender a depressão como doença e o impacto que ela causa na vida do deprimido, independente do gatilho.

2 – Pedir para olhar pelo lado positivo

Dentre as principais características da depressão, está a prevalência de pensamentos negativos e dificuldade de acreditar que tudo dará certo. Tal sintoma, portanto, é causado pela condição e deve ser tratado com ajuda profissional. Ou seja: não depende de um esforço de “olhar pelo lado positivo”.

Não é que o deprimido esteja resistindo a ser mais positivo e otimista; ele simplesmente não consegue.

3 – Perguntar à pessoa o que tem de errado com ela

A depressão é uma condição estigmatizada e muita gente ainda não a encara como doença. Perguntar ao deprimido o que tem de errado com ele é forma de deslegitimar seu distúrbio e sugerir que os sintomas são causados por algum comportamento próprio.

4 – Pedir para “simplesmente seguir em frente” ou “sair dessa”

A depressão é uma doença que exige tratamento profissional e pode ter consequências graves. Não depende, então, de um simples esforço individual e corriqueiro, como o aplicado para acordar cedo ou estudar para uma prova. Depressão não é frescura.

5 – Dizer que não pode fazer nada por aquela pessoa

Muitas vezes, o deprimido só precisa ser ouvido ou entender que sua dor é compreendida. Colocar-se no lugar do outro e fazer gestos simples como oferecer um abraço, um ombro amigo, sugerir atividades de que a pessoa gosta, oferecer comida ou levar a pessoa até o psiquiatra têm um benefício maior do que o esperado.

Mas atenção: sempre há meios para ajudar alguém com depressão, mas o apoio profissional é indispensável.

6 – Dizer que irá se sentir melhor amanhã

Aqui vale o mesmo princípio das frases “siga em frente” ou “saia dessa”. A depressão é uma doença que exige acompanhamento profissional para que o doente possa se recuperar e retomar a sua vida normal. Não é uma tristeza passageira que irá melhorar de um dia para o outro, sem o apoio necessário.

7 – Estigmatizar a terapia ou qualquer outro tratamento

Apenas os profissionais de saúde, como os psiquiatras, podem indicar o melhor tratamento para o depressivo. Portanto, não estigmatize o recurso utilizado por seu amigo ou familiar para se sentir melhor, seja a terapia, uso de remédios ou outras medidas, como prática esportiva ou meditação. Evite fazer sugestões não solicitadas de tratamento dos quais você ouviu falar ou soube por terceiros, porque elas podem soar como uma tentativa de invalidar as escolhas da pessoa com depressão.

8 – Culpar o depressivo pela sua condição

A depressão pode ter diversas causas, biológicas ou não. Mas nenhuma delas é desenvolvida por culpa ou fraqueza do depressivo. Dizer isso a alguém com depressão irá contribuir para a piora do seu quadro.

9 – Perguntar por que a pessoa não pode simplesmente ser feliz

A depressão é caracterizada, principalmente, por uma sensação constante de vazio e tristeza e pela perda de capacidade de sentir prazer ou desejo. Tais sintomas são causados pela doença — assim como você sente calafrios quando está com febre ou dores abdominais quando tem uma infecção intestinal. Portanto, devem ser curados por meio de tratamentos sugeridos por profissionais.

 

Fonte: Medley

9 coisas que você nunca deve falar para uma pessoa com câncer

Qual você acha que é a pergunta mais comum feita a uma pessoa que tem ou teve câncer? Se pensou: “Como você está?”, acertou.

Um diagnóstico de câncer, porém,  pode dar um “nó na língua” de amigos e familiares ou levá-los a fazer comentários inapropriados, apesar de bem-intencionados.

Algumas pessoas que não sabem o que dizer simplesmente evitam o paciente de câncer por completo, um ato que pode ser mais doloroso do que falar ou fazer algo errado.

No livro “Loving, Supporting, and Caring for the Cancer Patient” (Amar, apoiar e cuidar do paciente de câncer), escrito por um homem que foi tratado de um câncer potencialmente fatal e que aconselhou dezenas de outros que lidam com a doença, tem várias abordagens sobre as melhores maneiras de falar com a pessoa que precisa encarar o câncer – assim como seu diagnóstico, tratamento e consequências.

O autor do livro, Stan Goldberg, é um especialista em comunicação, professor emérito de Distúrbios da Comunicação na Universidade Estadual de San Francisco.

Aos 57 anos, Goldberg descobriu que tinha um tipo agressivo de câncer de próstata. Ele disse em uma entrevista que os pacientes de câncer muito frequentemente encontram pessoas que assumem o papel de líder da torcida, dizendo coisas como “Não se preocupe”, “Você vai ficar bem”, “Vamos lutar contra isso juntos”, “Eles vão encontrar a cura”.

No entanto, “palavras de otimismo podem funcionar no curto prazo, mas com o tempo acabam levando o paciente a sentir culpa se o câncer for mais virulento e derrotar os esforços da pessoa”, afirmou ele.

“Estava lidando com a possibilidade de minha vida terminar em breve ou, se isso não acontecesse, dela mudar dramaticamente. O falso otimismo só desvalorizava o que estava se passando com o meu corpo. As pessoas são insensíveis, não por falta de compaixão, mas porque não sabem o que realmente ajuda”, explicou ele.

Mais ações, menos palavras

O que ele e aqueles a quem aconselhou descobriram ser mais útil não eram palavras, mas ações; não “Diga-me se eu puder ajudar”, que coloca o peso sobre o paciente, mas “Vou trazer o jantar para sua família esta semana. Qual o melhor dia para você?”

Como um autodenominado “sujeito independente”, relutante a pedir ajuda a qualquer pessoa, Goldberg contou que seu filho lhe ensinou uma lição importante.

“Ele veio a minha casa quando eu estava me recuperando de uma cirurgia, e falou: ‘Pare de levantar essas caixas, pai. Eu faço isso para você’.”

Outra autora de livros muito úteis sobre a vida com câncer é a doutora Wendy Schlessel Harpham, que teve um câncer recorrente por mais de duas décadas. Ela explica que as pessoas devem sugerir maneiras específicas de ajudar. Podem, por exemplo, se oferecer para fazer as compras, cuidar das crianças, levar o cachorro para passear ou acompanhar o paciente ao médico e, claro, cumprir a oferta.

Harpham diz que chegou a temer a pergunta “Como você está?”, porque “não importa a intenção, essa questão mexia com a minha já imensa sensação de vulnerabilidade. Eu me via consolando as pessoas que perguntavam e depois lutando contra o medo e o sofrimento contagiantes. Mesmo quando a notícia era boa, não tinha energia para incluir todas as pessoas que queriam saber”.

Goldberg sugeriu que quando for visitar um paciente de câncer, a pessoa fale menos e ouça mais.

“Muitas vezes o maior apoio vem de testemunhar silenciosamente o que uma pessoa com câncerestá experimentando. Algumas vezes precisamos apenas uma presença calma e alguém ouvindo de modo incondicional.

O silêncio se torna o espaço para respirar no qual as pessoas com câncer podem começar conversas difíceis”, escreveu ele.

Em um artigo para a revista Prevention, Melissa Fiorenza dá uma sugestão útil para o que dizer a alguém com quem você realmente se importa: “Tudo bem chorar comigo, ou falar, ou não dizer nada. Você é quem manda”.

Ao conversar, disse Goldberg, “envolva-se mais nos assuntos e menos em interações com perguntas e respostas”. Mas se perguntas forem feitas, elas devem ser abertas, como “Você quer me contar sobre seu câncer e sobre o que está passando? Talvez eu possa encontrar uma maneira de ser útil”.

Entre as várias coisas que não devem ser feitas estão:

1) Não chame a atenção para as mudanças físicas do paciente dizendo coisas como “Pelo menos você finalmente perdeu aqueles quilinhos extras”.


2) Não fale sobre outros pacientes com cânceres similares, mesmo que tenham se curado; dois cânceres não são parecidos. Tudo bem, no entanto, perguntar se o paciente gostaria de conversar com alguém que já passou pela doença.


3) Não diga que o paciente tem sorte de sofrer de um tipo de câncer e não de outro, o que minimiza o sofrimento pelo qual a pessoa está passando. Não há nada de sorte em ter câncer, mesmo que seja um câncer “bom”.


4) Não diga “Eu sei como você se sente”, porque você não pode saber. Melhor perguntar: “Você quer falar sobre como está se sentindo, como ter um câncer está afetando você?”


5) Não dê informações sobre tratamentos não comprovados ou médicos com credenciais questionáveis.


6) Não sugira que o estilo de vida da pessoa é responsável pela doença, mesmo que possa ter contribuído. A culpa não vai ser útil. Muitos fatores influenciam os riscos de câncer; mesmo para quem fumou a vida toda, ter câncer frequentemente é apenas falta de sorte.


7) Não pregue que o paciente deve pensar de maneira positiva, o que pode causar sentimentos de culpa se as coisas não correrem bem. Melhor dizer, “Estou do seu lado não importa o que aconteça”, e realmente estar.


8) Não pergunte sobre o prognóstico. Se o paciente resolver falar sobre isso, não tem problema conversar sobre as implicações. Se não, melhor sufocar sua curiosidade.


9) Não sufoque o paciente com seu próprio sentimento de angústia, embora não tenha problema dizer: “Sinto muito que isso tenha acontecido com você”. Se você está se achando sobrecarregado com a perspectiva de interagir com uma pessoa com câncer, melhor falar, “Não sei o que dizer”, do que não dizer nada ou evitar a pessoa, que pode se sentir abandonada e pensar que você não se importa.

 

Fonte: Abrale

9 coisas que você nunca deve dizer para quem perdeu alguém

Você convive com alguém que perdeu uma pessoa querida e não sabe o que fazer? Especialistas em luto falam sobre o que NÃO dizer e dão dicas preciosas para fugir das frases protocolares e trazer acolhimento.

Quando alguém morre, temos todos uma noção clara do que fazer: vamos ao funeral, enviamos flores ou cartões de pêsames, fazemos visitas aos familiares. Passado o primeiro momento, o roteiro se torna menos claro e então passamos a improvisar, nem sempre com o resultado que imaginamos. Nesta matéria publicada pela revista americana Real Simple, especialistas em luto dão 9 dicas  sobre o que NÃO dizer (e as sugestões do que seria melhor em seu lugar ) para quem perdeu uma pessoa querida.

 

1- O que NÃO dizer: “Como você está?”
Quando você diz essa frase protocolar é como se você estivesse dizendo: “Por favor, diga que está bem, porque vou me sentir muito desconfortável se você disser que não está”. Por isso, diante dessa pergunta, a pessoa provavelmente responderá “estou bem” ou “estou ok” ao invés de realmente expressar os seus sentimentos.

Melhor dizer: “Deve ser realmente difícil para você neste momento”. Assim, você reconhece que a pessoa está passando por um momento doloroso. E não subestima seus sentimentos, dando a ela a chance de sofrer seu luto sem cobranças.

2- O que NÃO dizer: ‘Ele/ela está em um lugar melhor”- Neste momento tão perturbador, é melhor tomar cuidado antes de assumir que o enlutado tem ou não algum tipo de crença pós-morte. Esta frase pode desvalorizar a dor que a pessoa está sentindo. O ente querido se foi e não está mais ao seu lado: é isso que é o mais difícil sobre as perdas.

Melhor dizer: “Sinto pelo seu sofrimento”. Quem perdeu alguém que estava doente pode gostar que seu ente querido não sofra mais, mas isso não torna sua dor menor. Foque em quem está sofrendo naquele momento.

3- O que NÃO dizer: “Diga se há algo que eu possa fazer por você”. Receber muitas ofertas de ajuda pode ser opressor. E coloca sobre o enlutado a responsabilidade de escolher o que pedir a quem.

Melhor dizer: “Eu vou ajudar fazendo suas compras de supermercado, levando as crianças para a escola, trazendo o jantar hoje.. As pessoas tendem a aceitar ajudas específicas mais facilmente do que ofertas genéricas.

4- O que NÃO dizer : “Você ainda pode…” Se alguém perdeu um parceiro ou um filho, dizer que você ainda pode casar outra vez ou ter outro filho pretende fazer com que a pessoa veja algum horizonte melhor mais adiante. No entanto, o que a pessoa entende com essa frase é que a pessoa que se foi é substituível e isso toca em um dos seus maiores medos: o de pensar que um dia aquela pessoa amada que se foi não terá a mesma importância.

Melhor dizer: “Fale sobre o seu amor”. Ao invés de focar no futuro, permita que a pessoa compartilhe memórias do ente amado e seja um ouvinte ativo.

5- O que NÃO dizer: “Eu sei o que você está sentindo”. Embora todos nós em algum momento tenhamos uma experiência de perda, ela é sempre absolutamente pessoal. Você nunca sabe o que a pessoa enlutada está sentindo e sugerir isso pode fazê-la sentir que sua dor é subestimada.

Melhor dizer: “Eu posso imaginar o que você está sentindo”. É melhor dar ao enlutado a chance de dizer como ela de fato se sente do que falar por ela.

6- O que NÃO dizer: “Isto acontece com todos nós em algum momento”. Sim, a morte é parte da vida e vai nos atingir em determinado ponto. Mas essa frase apenas minimiza a dor da perda que a pessoa está sofrendo naquela hora e não ajuda em nada.

Melhor dizer: “Você deve sentir muita falta dele”. A perda de uma pessoa é a fonte da dor. Foque nela, ao invés de varrê-la para o lado como se ela fosse apenas um aspecto não negociável da nossa existência.

7- O que NÃO dizer: “Ele (ou ela) ia preferir que fosse assim”. A não ser que a pessoa que partiu tenha deixado instruções claras sobre como desejava o seu funeral, não há como saber as suas preferências. Falar pelo falecido pode gerar discussões desnecessárias entre amigos e familiare que tem diferentes pontos de vista sobre o que a pessoa que partiu realmente queria.

Melhor dizer: “Eu gostaria de homenageá-la assim”. Use suas próprias memórias sobre a pessoa e prefira falar do relacionamento entre vocês do que falar como a pessoa era de forma absoluta.

8- O que NÃO dizer: “Você está lidando com isto melhor do que eu esperava”. O enlutado pode estar apenas vestindo “uma cara feliz” e sua afirmação pode reforçar a ideia de que ele ou ela não deveriam estar sofrendo tanto pela perda da pessoa amada.

Melhor dizer: “Você não deve estar bem, mas isso é OK” De à pessoa a liberdade de se sentir como quiser – mesmo se já houver passado algum tempo desde a morte da pessoa amada, é reconfortante reconhecer que cada momento sem eles pode ser difícil.

9- O que NUNCA dizer: Nada
Muitas pessoas não dizem nada ao enlutado e nunca mencionam o nome da pessoa que morreu porque se sentem desconfortáveis.

Muito Melhor: “Lembra quando?” Uma das coisas que mais ajudam uma pessoa enlutada é dividir a memória de seu ente querido, mesmo quando você não faz parte de seu círculo mais íntimo. Ao falar algo que vivenciou com aquele que partiu você dá ao enlutado uma perspectiva sobre seu amado que ele não poderia ter de outra maneira. E isso é muito bom.

 

 

 

Fonte: Vamos Falar Sobre O Luto

10 coisas para jamais dizer a alguém com ansiedade

“A ansiedade não impede as dores do seu amanhã, mas vai sugar, hoje, a sua força”. – Charles Spurgeon

O que é ansiedade? A ansiedade é uma das condições mais comuns entre as pessoas. Para ser claros, a ansiedade ocasional é um estado de espírito normal. Todos nós nos sentimos ansiosos quando estamos em um primeiro encontro, estudando para uma prova ou fazendo uma entrevista de emprego, por exemplo.

“A ansiedade não impede as dores do seu amanhã, mas vai sugar, hoje, a sua força”. – Charles Spurgeon

O que é ansiedade? A ansiedade é uma das condições mais comuns entre as pessoas. Para ser claros, a ansiedade ocasional é um estado de espírito normal. Todos nós nos sentimos ansiosos quando estamos em um primeiro encontro, estudando para uma prova ou fazendo uma entrevista de emprego, por exemplo.

1. “Acalme-se”

Se apenas fosse assim tão simples. Isso não é apenas inútil, mas também é prejudicial. É melhor você acreditar que, se alguém com uma condição de ansiedade pudesse simplesmente “acalmar-se”, já teriam feito isso. Lembre-se, esta não é apenas uma “fase” ou um “momento”, é uma condição.

Algo que pode ser útil em vez disso é simplesmente instruir a pessoa a “respirar”…  isso mostra compaixão e pode ser mais útil.


2. “Isso não é grave”

Sim, é grave. Distúrbios mentais – desequilíbrios químicos no cérebro – são condições graves. Para uma pessoa com ansiedade crônica, muitas vezes são sintomas físicos associados à desordem – tremores, dores, insônia, dores de cabeça, palpitações cardíacas, etc.

Procurando pelas palavras certas? Tente dizer “É temporário, vai passar”.


3. “Pelo menos você tem saúde”.

Embora a pessoa não esteja sofrendo de doenças físicas graves, há mais na saúde geral do que apenas o anatômico. Na verdade, uma conexão mente/corpo está se tornando cada vez mais aceita entre a comunidade científica e os transtornos de ansiedade são um exemplo perfeito dessa conexão. Estresse prolongado, incluindo o estresse causado pela ansiedade, pode ter um efeito negativo no corpo de uma pessoa.


4. “Você vai superar isso”

Esta afirmação não é aceitável para alguém que tenha transtorno de ansiedade e, provavelmente, será interpretada como um equivalente à pessoa ser ignorada. Os distúrbios de ansiedade podem ser superados usando a intervenção natural e médica, mas isso não significa que alguém possa “superá-lo”, pois isso, geralmente, não está no controle deles.


5. “Por que você está ansioso?”

É importante entender que a pessoa aflita, muitas vezes, não sabe por que estão do jeito que estão. Como mencionado antes, a ansiedade é, estritamente, um desequilíbrio químico. O cérebro é um órgão complexo; algo que ainda deve ser descoberto. Até que possamos entender como o cérebro recebe, processa e interpreta todos os estímulos, provavelmente não haverá uma resposta concreta ao “porquê” de muitos transtornos mentais.


6. “Pense em outra coisa”

Embora alguém possa desviar seus pensamentos ansiosos por um curto período de tempo, é difícil sustentar tal distração. Uma nota importante: a meditação e outras práticas demonstraram aliviar alguns sintomas de ansiedade e depressão.

Em vez de dizer “pense em outra coisa”, tente sugerir que a pessoa estude a meditação. Lembre-se: sugerir, mas não insistir.


7. “Você parece mal/horrível/doente”

Ok, ninguém gosta de ouvir isso, mas isso é ainda mais recorrente quando se tem ansiedade crônica.  Esta é uma afirmação que realmente pode machucar, se você sabe que alguém que você quer bem tem ansiedade, faça um favor: Fique longe desses tipos de declarações.


8. “Todo mundo fica ansioso, às vezes”

Já estabelecemos esse fato. No entanto, não tira a gravidade da situação da pessoa. Dependendo da situação, isso pode resultar na pessoa se sentir isolada e sem vontade de discutir sua situação, o que é exatamente o oposto do que queremos que nossos entes queridos façam.


9. “Eu tenho problemas também”

Esta declaração não ajuda ninguém – você ainda terá seus próprios problemas e pode agravar a ansiedade dos outros com a preocupação com seus problemas. Além disso, eles não são alheios aos problemas de outras pessoas. Somos todos maduros o suficiente para entender que todos nós temos problemas.


10. “Não há nada com que se preocupar”

Novamente, esta é uma afirmação que pode ser mal interpretada. A ansiedade não é uma escolha consciente, portanto, não é tão simples quanto alguém decidir que não há “nada com que se preocupar” e eliminar sua condição. Além disso, como sabemos se não há nada com que se preocupar? Talvez haja algo para se preocupar que desconhecemos.

Apenas seja um bom ouvinte e fique disponível para que eles possam conversar, se desejarem. É importante notar que existem maneiras que você pode ajudar. Desta forma, seu ente querido sentir-se-á acolhido e você terá feito algo essencial: demonstrando seu amor e compaixão.

 

Fonte: O Segredo

Ator Peter Fonda morre em Los Angeles aos 79 anos.

O veterano ator Peter Fonda, famoso por seu papel de motociclista no filme cult “Sem destino” (“Easy Rider”, de 1969), cujo roteiro ele também assinou, morreu na manhã desta sexta-feira (16) de agosto, aos 79 anos, devido a um câncer no pulmão. Fonda faleceu em casa, em Los Angeles, mas cercado pelos parentes, informou o agente do artista.

Vale lembrar que Peter Fonda atuou nos filmes Motoqueiro Fantasma como o Diabo ao lado de Nicolas Cage e, em Motoqueiros Selvagens como a lenda das estradas Damien Blade, pai do líder da gangue Del Fuegos, porque todos tinham como temática o motociclismo.

 

Fonte: Uol

 

 

 

Kri virou Crunch, Kolynos é Sorriso; veja marcas que mudaram de nome

Chocolate Kri, creme dental Kolynos e sorvetes Yopa. Os mais jovens talvez não conheçam esses nomes, mas até hoje consomem esses produtos. Eles são alguns exemplos de marcas que foram rebatizadas nos últimos anos no país, por estratégias de marketing dos fabricantes ou como consequência de fusões de empresas.

Muitas empresas que têm atuação multinacional acabam alterando produtos para unificar as marcas ao redor do mundo. Foi o caso do chocolate Kri. Em 1992, ele passou a ser chamado pela Nestlé de Crunch, como era conhecido fora do Brasil. Compras e fusões de empresas também costumam fazer com que algumas marcas sejam substituídas. Anos atrás, depois que foi comprada pela Colgate-Palmolive, a Kolynos saiu do mercado por determinação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Foi substituída pela Sorriso, mas manteve a mesma identidade visual.

Compras e fusões de empresas também costumam fazer com que algumas marcas sejam substituídas. Anos atrás, depois que foi comprada pela Colgate-Palmolive, a Kolynos saiu do mercado por determinação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Foi substituída pela Sorriso, mas manteve a mesma identidade visual.Mais recentemente, a Telefônica passou a adotar o nome Vivo para todos os seus produtos no Brasil. As duas empresas passaram por um processo de fusão em 2011. Antes da privatização, a própria Telefônica tinha outro nome no país: Telesp.

“Troca é quase sempre perigosa” Para Marcos Bedendo, professor da ESPM, a troca de nomes é quase sempre perigosa. “O consumidor tem uma relação emocional com as marcas”, diz. Ele afirma, porém, que a globalização das empresas faz com que as mudanças sejam necessárias até por uma questão econômica. “É mais fácil e mais eficiente concentrar as marcas. Isso diminui gastos com publicidade, embalagens e com a gestão da própria marca.”

 

Fonte: Uol

 

Estudantes de Goiás inventam chiclete de pimenta para astronautas

Um invento de estudantes de Goiás vai concorrer a um prêmio da Nasa, a Agência Espacial Americana.

Tão comum no prato dos brasileiros, a pimenta é preparada para resolver um problema dos astronautas. Um dos efeitos da falta de gravidade é a perda de sensibilidade do nariz. “Eles mastigam e não conseguem sentir o gosto de nada. Eles estão comendo praticamente um plástico”, explica João Paulo de Lima, de 17 anos.

Os alunos estudaram os poderes desse condimento, que é capaz de desbloquear as células do nariz e da boca dos astronautas. “Fazendo com que o odor do alimento seja perceptivo novamente para a célula. E, assim, a gente vai conseguir sentir novamente o sabor do alimento”, diz Ana Sofia Gonçalves, de 16 anos.

Para isso tem que ser ardida. A pimenta escolhida foi a bode. “A gente fez pesquisas e constatou que essa é uma das pimentas com sensibilidade maior e com ardor maior também”, conta Felipe Caetano Valverde, de 16 anos.

Como no espaço as soluções precisam ser simples, a saída foi incluir a pimenta no chiclete. A quantidade de pimenta é bem pequena em cada chiclete. Tem menos de um grama em cada uma das embalagens. É uma pitadinha mesmo. O astronauta precisa mascar por dez minutos e o efeito dura cerca de duas horas. A turma preparou dois sabores: menta e barbecue, que dá um gostinho de churrasco.

Testes no laboratório da Universidade Federal de Goiás ajudaram os alunos do curso de ensino médio do Sesi de Goiânia a encontrar a dose certa. O novo produto vai ser apresentado em um torneio na universidade da Nasa, nos Estados Unidos.

O conceito desenvolvido pelos estudantes de Goiás é lixo zero. A embalagem é reciclável e a goma de mascar, neste caso, é comestível. Já tem gente apostando que os astronautas vão gostar da novidade. “Vai ficar muito feliz, porque ele vai poder sentir o gosto real do alimento e o chiclete também é muito saboroso”, afirma a professora Harumi Fukushima.

WhatsApp e Instagram vão mudar de nome, diz Facebook

Muitas pessoas ainda pensam que o Facebook é apenas uma rede social, mas a empresa se tornou uma gigante da tecnologia ao comprar os aplicativos WhatsApp e Instagram, dividindo com o Google o espaço entre as ferramentas mais utilizadas na internet.

Em uma tentativa de valorizar a marca entre suas aquisições, o Facebook quer mudar os nomes oficiais dos seus aplicativos de sucesso para remeterem à empresa. A ideia é que ambos acrescentem o termo “from Facebook”, sendo renomeados da seguinte forma: “Instagram from Facebook” e “WhatsApp from Facebook” – em tradução livre, “do Facebook”.

A informação foi divulgada pelo portal americano The Information. Segundo o site, parte dos funcionários dos dois aplicativos já foram notificados. A ação sinaliza uma mudança de comportamento da gigante americana, que até então dava maior distanciamento e independência às suas propriedades.

“Nós queremos ser mais claros sobre os produtos e serviços que fazem parte do Facebook”, afirmou Bertie Thomson, porta-voz da empresa, ao portal The Information. O Facebook também é dono da empresa de realidade-virtual Oculus e da criptomoeda Libra – ainda em discussão sobre implementação.

A mudança de nomes não deve ficar visível nos acessos aos aplicativos pelos smartphones, já que o espaço não permite que o título apareça completo. A marca Facebook será visível tanto nas lojas digitais dos sistemas operacionais quanto nas telas de login dos programas.

 

Fonte: MetroJornal

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