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Category Archives: Polêmicas

Ministério da Mulher quer reverter veto do termo violência obstétrica

Em comunicado divulgado no início de maio, o Ministério da Saúde determinou que os documentos oficiais do governo não deveriam mais utilizar o termo. “violência obstétrica”. Para o governo, o termo não agregaria qualquer valor e seria prejudicial para o exercício das funções dos profissionais da área. No entanto, na manhã desta segunda-feira (3), conforme foi divulgado no Diário Oficial da União, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos pediu que a decisão fosse revista.

A recomendação foi assinada pelo presidente da pasta do Conselho Nacional dos Direitos Humanos, Leonardo Penafiel Filho, que considera o despacho SEI/MS – 9087621 “um retrocesso nas políticas públicas de saúde da mulher e saúde materna”.

Além de citar o reconhecimento do termo “violência obstétrica” pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no ano de 2014, o novo documento apresentou, como justificativa do pedido, dados de violência sofridos por gestantes nas mãos de obstetras.

Segundo aponta o estudo citado, Nascer do Brasil, “cerca de 40% das mulheres receberam ocitocina e realizaram amniotomia (ruptura da membrana que envolve o feto) para aceleração do parto e 30% receberam analgesia raqui/peridural. Em relação às intervenções realizadas durante o parto, a posição de litotomia (deitada com a face para cima e de joelhos flexionados) foi utilizada em 92% dos casos; a manobra de Kristeller (aplicação de pressão na parte superior do útero) teve uma ocorrência de 37% e a episiotomia (corte na região do períneo) ocorreu em 56% dos partos“.

 

Fonte: M De Mulher

The Beatles: nova gravação derruba mitos e revela que banda queria continuar após “Abbey Road”

Uma nova gravação de uma conversa entre os Beatles derrubou alguns mitos sobre a banda e fez uma revelação pra lá de bombástica.

Como mostra a NME, o historiador musical Mark Lewisohn deu ao jornal The Guardian acesso a uma fita gravada durante uma reunião da banda há 50 anos. Nela, estavam presentes John Lennon, Paul McCartney e George Harrison — Ringo Starr estava fazendo exames, e pediu pela gravação.

Na conversa que aconteceu no QG da Apple, o grupo revela estar planejando mais um disco após Abbey Road (1969). Apesar de Let it Be (1970) ser o último lançado, foi com Abbey Road que os quatros garotos de Liverpool se reuniram pela última vez em um estúdio.

A revelação quebra o mito de que a banda planejou o disco para ser o derradeiro, e também que Lennon seria o grande “culpado” pelo fim. Na conversa, eles ainda decidem a quantidade de canções que cada integrante deveria trazer.

Já pensou?

Tensões e término da banda

Na fita, ainda, Paul McCartney é ouvido criticando as músicas de George Harrison. O músico diz pensar que as composições de Harrison pré-Abbey Road não o agradam muito.

A isso, George responde:

Isso é uma questão de gosto. Ao longo dos anos, muita gente tem gostado das minhas composições.

Neste ano, Abbey Road comemora 50 anos de seu lançamento. O disco foi lançado pelos Beatles em 26 de setembro de 1969.

 

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos

Polícia indicia Najila Trindade sob suspeita de extorsão e denunciação caluniosa

A Polícia Civil de São Paulo anunciou hoje (10) o indiciamento da modelo Najila Trindade pelos crimes de denunciação caluniosa, fraude processual e extorsão. A decisão foi tomada pela delegada Monique Lima, do 11º DP, após a conclusão dos dois inquéritos, que tramitavam em conjunto com a 6ª Delegacia de Defesa da Mulher, envolvendo o atacante Neymar.

Além de Najila, Estivens Alves, ex-marido dela, também foi indiciado. No caso dele, os crimes seriam fraude processual e por divulgar material com conteúdo erótico de Najila. De acordo com as autoridades, Estivens mandou as imagens a um repórter em troca de publicações suas na internet. Estivens Alves também afirmou que aguardará acesso ao inquérito para se manifestar sobre o caso. “Vou ler o material, conversar com minha advogada e só então me pronunciar”.

A decisão, no entanto, não significava que Neymar foi considerado inocente. Caso haja novas provas, o inquérito poderá ser reaberto a qualquer momento. Durante entrevista coletiva na época, a promotora Flávia Merlini afirmou que os laudos do Instituto Médico Legal (IML) não constataram nenhum sinal de violência em Najila. O único presente seria uma lesão no dedo, ocorrida no dia seguinte ao suposto estupro, quando a modelo brigou com Neymar no quarto do hotel. A defesa de Najila entrou duas semanas depois com o pedido para desarquivar o inquérito e retomar as investigações. O Ministério Público se manifestou contra, avaliação que prevaleceu na decisão da juíza Ana Paula Gomes Galvão.

 

Fonte: UOL

Helloween: “Eu Não Gostaria De Estar No Palco Com Algumas Abóboras Podres”, Diz Andi Deris

O vocalista do Helloween, Andi Deris, bateu um papo com o site Metal Shock Finland, e na longa conversa o músico falou sobre a reunião com os antigos membros do Helloween: Michael Kiske e Kai Hansen; a turnê Pumpkins United World Tour; o novo disco de estúdio e ainda sobre tempo para comentar sobre a não participação dos ex-integrantes Roland Grapow (guitarra) e Uli Kusch na citada turnê.

“Honestamente, nós nunca fizemos segredo sobre isso. Eles tiveram que sair porque eles traíram a banda. Isso é triste, mas essa é a verdade. E eu não gostaria de estar no palco com algumas abóboras podres, se você me entende. Eles provaram que não são legais, eles estavam começando fazer intrigas e traíram a banda naquela época. Com isso, tiveram que sair, porque a confiança se foi. E por que eu convidaria vegetais podres para o palco, então sinto muito.

“Doeu muito, porque Roland supostamente era um amigo meu, e eu realmente acreditava que ele era. Para mim, foi como se o mundo estivesse se desfazendo, quando eu percebi que ele traiu a banda e ele me traiu. Então, por que eu convidaria pessoas que tiveram que sair da banda porque elas não eram boas abóboras”, comentou Andi Deris sobre a não participação de Grapow e Kusch na umpkins United World Tour.

 

Fonte: RockBizz

Iron Maiden: Bruce Dickinson Interrompe Show Após Fã Ser Espancado Por Segurança

O Iron Maiden se apresentou ontem, 5, no Tacoma Dome, em Washington, EUA, mas, infelizmente, o show foi marcado pela falta de profissionalismo da equipe de segurança, que espancou um fã, o que obrigou o vocalista, Bruce Dickinson, interromper o show.

O Iron Maiden se apresentou ontem, 5, no Tacoma Dome, em Washington, EUA, mas, infelizmente, o show foi marcado pela falta de profissionalismo da equipe de segurança, que espancou um fã, o que obrigou o vocalista, Bruce Dickinson, interromper o show.

“Temos um fã do Iron Maiden nos bastidores que levou uma surra de dez seguranças. Vi um segurança inclinar-se sobre a barreira e dar um soco no garoto com metade do seu tamanho”, falou Bruce ao público.

“Haviam dez pessoas. Dez pessoas! Esta não é a porra do MMA. Se fossem as artes marciais mistas, você teria um árbitro, você sabe. Não é isso.

Tocamos para várias centenas de milhares de pessoas até agora nesta turnê. Esta é a primeira vez que algo assim acontece. Não sei se isso acontece neste local o tempo todo, não sei se isso é um ato de loucura, e espero que o garoto esteja recebendo tratamento hospitalar agora, porque está sangrando com ferimentos na cabeça.

Se alguém tiver alguma filmagem. Filmagem de câmera ou algo assim. Teremos o maior prazer em ajudá-lo a encontrar os agressores e os malditos criminosos responsáveis. Isso é chamado de bullying, sim assim. Portanto, essa é uma música muito apropriada para o momento. Chama-se The Evil That Men Do”, conclui Dickinson.

 

Fonte: RockBizz

Parte da lápide de Ian Curtis, líder do Joy Division, é furtada na Inglaterra…Eu em!

Um dos blocos de pedra que compõem a lápide do ex-vocalista do Joy Division, Ian Curtis, foi removido do cemitério de Macclesfield, na Inglaterra, segundo confirmaram funcionários do local hoje. Curtis, que se suicidou aos 23 anos, liderou a banda Joy Division e se tornou um ícone para a sua geração devido à voz emblemática e às letras depressivas que compunha.

A lápide de Curtis é um lugar de peregrinação em Macclesfield, cidade onde o músico se suicidou. O túmulo já havia sido alvo de vandalismo em 2008, o que estava no local era uma réplica. Um porta-voz do cemitério confirmou a retirada do bloco “possivelmente durante o fim de semana” e explicou que a peça não tinha nenhum tipo de inscrição.

 

 

Fonte: Uol

Iron Maiden: a reação de Bruce Dickinson ao ver músicas da era Blaze no set

O baixista Steve Harris revelou, em entrevista a Eddie Trunk transcrita pelo Ultimate Guitar, qual foi a reação do vocalista Bruce Dickinson ao ver duas músicas de Blaze Bayley, que assumiu o microfone principal da banda entre 1994 e 1999, no repertório da atual turnê, “Legacy of the Beast”. Eles estão tocando “Sign of the Cross” e “The Clansman” – o que não é novidade, já que Dickinson interpreta canções da “era Blaze” desde seu retorno à formação, duas décadas atrás.

“Ele (Bruce) realmente gosta dessas músicas, então, ele estava pronto para isso. Acho que mistura um pouco o repertório. Sei que esses álbuns não são tão famosos quanto outros, mas eles têm boas músicas”, afirmou Harris, durante a entrevista.

Eddie Trunk, então, perguntou sobre como os integrantes do Iron Maidense sentem com relação aos discos com Blaze Bayley – “The X Factor” (1995) e “Virtual XI” (1998) -, já que não foram tão recebidos. “Na época, eu disse que muitas pessoas no futuro iriam entender um pouco melhor esses álbuns e, talvez, dar uma chance a eles. Foi o que aconteceu”, respondeu o baixista.

“Muitas pessoas estão curtindo esses discos agora. Acho que muitos não conseguem superar o fato de que tivemos outro vocalista. Foi uma dessas coisas. Mas obteve uma recepção melhor no resto do mundo. Acho que muitos estão dando uma segunda chance”, completou.

Logo quando voltou, para o álbum “Brave New World” (2000) e sua turnê seguinte, Bruce Dickinson topou cantar “Sign of the Cross” e “The Clansman” nos shows. As duas canções, inclusive, entraram na apresentação feita no Rock in Rio 2001, que foi gravada e lançada posteriormente como CD e DVD ao vivo.

Em entrevistas, Dickinson não esconde que admira Bayley. “Eu realmente gosto de Blaze, enquanto ser humano. É um cara amável. […] Na época, pensei: ‘uau, eles poderiam ter escolhido alguém com a voz parecida com a minha’. Porém, escolheram Blaze. Claro, eles pegaram alguém diferente, mas isso veio com um conjunto próprio de desafios”, afirmou, em 2017, a Jack Antonio.

Fonte: Whiplash

AC/DC: a capa rejeitada do Highway To Hell que só saiu na Austrália

AC/DC fez um post em suas redes sociais mostrando a arte gráfica original do “Highway To Hell”, que está completando 40 anos de lançamento com direito a muitas homenagens da banda.

https://www.instagram.com/p/B0tFNFFguHZ/?utm_source=ig_embed

No post se lê “A capa original do ‘Highway To Hell’ foi ‘abatida em chamas’ (“shot down in flames”, nome de uma música do disco) pela divisão norte-americana da gravadora…”

Esta capa foi lançada originalmente na Austrália, ao contrário da versão norte-americana que ganhou o mundo, que está a seguir. Ela traz a mesma foto da banda, mas editada de forma completamente diferente, sem o inferno de fogo que aparece na arte original.

 

Fonte: Whiplash

Aerosmith: Tyler conta como comparação com Mick Jagger o feriu

Depois de 40 anos com o AEROSMITH, Steven Tyler teve uma grande perspectiva sobre os altos e baixos do grupo. Ele se sente confortável com o que a banda conseguiu alcançar. Mas isso não significa que as comparações desfavoráveis ​​com Mick Jagger, no início de sua carreira, tenha sido esquecidas.

“A ‘imitação barata dos ROLLING STONES’ era o que diziam constantemente”, disse Tyler à revista Rolling Stone em entrevista de abril de 2013. “Isso machucou nos primeiros anos. Era toda hora Mick Jagger aqui e Mick Jagger alí – diziam que eu copiava ele, até a Janis Joplin também”.

Levou algum tempo, mas o Aerosmith finalmente provou que os críticos estavam errados. Depois de anos de turbulência pessoal e profissional, Tyler disse que é hora de sua banda finalmente receber algum crédito. “Já fomos viciados e sóbrios”, ele brinca. “Já vendemos, e estamos esgotados. Teve uma época que não conseguíamos vender. O que importa é que ainda estamos juntos como uma banda”.

 

Fonte: Whiplash

Fãs criam petição para que nome de buraco negro seja Chris Cornell

Black hole sun, won’t you come? And wash away the rain… E ele veio mesmo, na última quarta-feira (10), já que foi divulgada a primeira imagem de um buraco negro na história. Agora, os fãs querem que o feito homenageie o saudoso Chris Cornell.

Uma petição foi criada por fãs e pede que a NASA nomeie o buraco negro a partir do nome do músico. Até o momento desta publicação, mais de 11 mil pessoas já assinaram a favor — clique aqui para colaborar também.

Para quem não entendeu a ligação entre uma coisa e outra, a música mais famosa de Cornell é “Black Hole Sun”, hit do Soundgarden lançado no disco Superunknown, de 1994.

Coincidência ou não (há!), a capa do disco que contém a música é bastante parecida com a foto do buraco negro — pelo menos nas cores. Compare as imagens ao fim da publicação!

Na petição a fã Giuliana Jarrin diz:

Quase dois anos atrás, perdemos Chris Cornell. Ele era o vocalista do Soundgarden e do Audioslave e, acima de tudo, a voz de toda uma geração. Ele era uma das figuras mais queridas não apenas no rock, mas em toda a música, por pessoas de todo o mundo. Sua música, sua voz e sua personalidade inspiraram, influenciaram, mudaram e até salvaram a vida de milhares de pessoas. Chris deixou um legado enorme para uma nova geração de músicos que seguem seus passos. Sua memória permanecerá viva para sempre nos corações de toda a sua família, amigos, fãs e todas as pessoas que o amam, e sua música fará o mesmo em cada disco, música ou vídeo que tocamos.

‘Black Hole Sun’, escrita por Chris Cornell é, sem dúvida, a música mais conhecida e mais popular do Soundgarden, e um dos maiores hinos dos anos 90. Por esta razão, e o impacto que Chris Cornell teve na vida de tantos e da própria música, eu peço à NASA, à Event Horizon Telescope Collaboration e a todos os astrônomos e cientistas envolvidos nesta descoberta, para nomear esse buraco negro em homenagem a Chris Cornell. Esta seria uma maneira ‘surreal’ e surpreendente de honrar sua vida e sua contribuição para a música.

Espero que esta petição seja levada em consideração e com o respeito de que foi criada para homenagear um homem amado por muitos. Obrigado a todos que assinarem, espero que possamos alcançar [este objetivo]!

A “má notícia” é que a NASA já nomeou o buraco negro de Powehi, um nome havaiano que significa “bela fonte escura de criação interminável”. Mas a esperança é a última que morreu, não?

Chris Cornell

Chris infelizmente se foi cedo demais, aos 52 anos, em Maio de 2017, vítima de um suicídio.

 

Fonte: tenho mais discos que amigos

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