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Category Archives: Polêmicas

Nem Dio nem Simmons: “Chifrinho do metal” surgiu com banda obscura dos anos 60

13 de julho, Dia do Rock. Se tem algo que liga os fãs do gênero é aquele já conhecido símbolo com as mãos: dedos indicador e mindinho levantados. O chamado “chifrinho do metal” acabou virando marca registrada, mas sua origem já foi alvo de polêmica, como quando Gene Simmons tentou patentear oficialmente uma de suas versões e foi criticado pela mulher do vocalista Ronnie James Dio, que popularizou o gesto. O que nem todo mundo sabe é que a origem do símbolo, no que se refere à música, é ainda mais antiga do que as referências de Dio e Simmons e remete à década de 1960. Em 1969, a banda de rock psicodélico Coven, dos Estados Unidos, trouxe um ar de culto diabólico às artes de seu prdisco: “Witchcraft Destroys Minds & Reaps Souls”.

Na contracapa, dois dos músicos aparecem fazendo o sinal. Além disso, frases como “Hail Satan” (algo como “Salve Satã”) e o uso de imagens de caveiras e de cruzes invertidas mostravam o tom obscuro adotado pelo grupo, que gravou uma música chamada “Black Sabbath” antes de a banda inglesa considerada pioneira do heavy metal gravar seu álbum de estreia. Uma faixa de 13 minutos fecha o disco, com uma missa satânica.

 

Fonte: Uol

Baterista do Aerosmith perde processo e não vai retornar à banda

Um juiz determinou que o baterista Joey Kramer não poderá retornar à formação do Aerosmith para a apresentação no Grammy, no próximo domingo. A informação é da Associated Press. Na última terça-feira, veio a público um processo de Kramer contra a própria banda, alegando que ele foi expulso injustamente da formação após fazer um rápido intervalo para se recuperar de lesões.

“Visto que Kramer não toca na banda há seis meses, e resta pouco tempo de ensaio até as próximas performances, ele não ofereceu uma alternativa realista para o seu retorno à formação”, decidiu o juiz Mark Gildea.

Em um comunicado oficial, Kramer se disse “extremamente decepcionado”. “Eu sabia que não seria fácil vencer este processo”, admitiu. “Posso manter minha cabeça em pé sabendo que fiz o que era certo, lutando pelo meu direito de celebrar o sucesso da nossa banda”.

Kramer, de 69 anos, é um dos membros fundadores do Aerosmith, que completa 50 anos de carreira em 2020. O último disco lançado pela banda foi Music from Another Dimension!, de 2012.

 

Fonte: Uol

Funarte esclarece edital de incentivo à música

O edital do Prêmio de Apoio a Bandas de Música 2020, divulgado nesta quarta-feira (22) de janeiro pela Funarte, causou polêmica ao citar em seu texto que bandas de rock não podem participar.

Mas a explicação é simples: o foco do edital são as bandas formadas por metais e percussão. Por conta disso, “bandas de rock” não podem participar porque os prêmios são voltados para aqueles que tocam instrumentos de sopro e percussão.

Como o texto cita o termo “banda de rock” e deixa claro que elas não podem participar, a polêmica teve início, muito por conta das manifestações do presidente da Funarte, Dante Mantovani, contra o rock, como em um vídeo publicado em seu canal do YouTube no qual afirma que o rock “leva ao aborto e satanismo”.

Confira a nota de esclarecimento publicada pela Funarte.

A Fundação Nacional de Artes – Funarte comunica que há equívoco na matéria da Coluna Lauro Jardim, do Jornal O Globo, cujo link é: https://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jardim/post/em-edital-funarte-proibe-rock-em-concurso-de-bandas.html, já repercutida em outros veículos de imprensa.

A alegação da matéria de que “a proibição específica à bandas que tocam rock cai como uma luva para o presidente da Funarte, Dante Mantovani” não corresponde à realidade. Primeiro, porque esse edital serve à distribuição de instrumentos apenas para bandas civis “tradicionais”, e não para outros tipos de bandas. Em segundo lugar, porque a Funarte realiza o Projeto Bandas (do qual faz parte essa ação) há 44 anos, desde 2007 por edital, com os mesmos critérios atuais. A redação atual é quase igual nas três versões anteriores, 2007, 2010 (Procultura) e 2013, não sendo absolutamente uma novidade da gestão Dante Mantovani.

A redação desse item sempre visou apenas a evitar confusão com outros tipos de bandas, não somente as de rock. Estas, como outros tipos de bandas diferentes das bandas civis “tradicionais”, nunca foram incluídas nesse prêmio, como se comprova no texto do edital de 2013: “Não poderão participar deste Edital… ‘bandas de pífanos’, ‘bandas de rock’, ‘bigbands’, orquestra de sopro, bem como conjuntos musicais assemelhados, conjuntos musicais de instituições religiosas, bandas militares…”, etc., conforme comprovado na nota de 2013, cujo link é: http://www.funarte.gov.br/edital/premio-funarte-de-apoio-a-bandas-de-musica-2013/.

Além disso, “bandas de música” sempre foi considerada pela Funarte como uma linguagem musical específica, distinta das demais. As bandas tradicionais realizam, em milhares de municípios brasileiros, um trabalho de formação musical, que qualifica artistas para orquestras. Por tudo isso, a Fundação mantém há anos a Coordenação de Bandas. Portanto, a Funarte nunca teve, não tem e nunca poderá ter preconceito contra nenhum estilo musical – como se espera de uma instituição federal de Estado.

 

Fonte: 89

Josh Klinghoffer fala pela 1ª vez sobre demissão do Red Hot Chili Peppers: ‘Chocado, mas não surpreso’

Na última quinta, 23 de janeiro, Josh Klinghoffer participou do podcast WTF, apresentado por Marc Maron, e falou pela primeira vez sobre ter sido repentinamente tirado do Red Hot Chili Peppers para que John Frusciante voltasse à banda.

Na conversa, Klinghoffer falou que a decisão do grupo o deixou “chocado, mas não surpreso”, e que não existe qualquer rancor ou desentendimento entre ele e os antigos colegas de banda.

“O Lugar do John é claramente naquela banda. Então estou feliz por ele, estou feliz que eles estão juntos de novo”, disse. “Se a volta do John tivesse acontecido há cinco anos, teria sido temporariamente difícil para mim conseguir pesar [meu trabalho com eles] em contraponto com o que eles [o RHCP e Frusciante] tiveram.”

Mas como ele fez questão de afirmar, “depois de 10 anos, duas turnês e quase três álbuns escritos, estou muito orgulhoso do que fiz com eles. Sinto que realmente criamos algo.”

Ele contou também que foi informado da mudança em uma reunião na casa do baixista Flea: “Eles falaram, ‘Vamos direto ao ponto. Decidimos pedir ao John para voltar à banda'”.

E apesar de demonstrar calma com a situação, e dizer que não estava surpreso, revelou que a única coisa que conseguiu pensar em dizer foi: “Queria ter feito com vocês, musical ou criativamente, que tivesse tornado isso uma impossibilidade absoluta”.

O anúncio da saída de um guitarrista para o retorno do outro foi feito em dezembro, e marcou a volta de Frusciante ao grupo depois de 10 anos, tempo em que Klinghoffer ficou responsável pela guitarra dos Chili Peppers.

Apesar da saída da banda, ele já tem planos para o futuro: abrir os shows da próxima turnê do Pearl Jam, com o projeto solo Pluralone.

 

Fonte: Rolling Stone

 

Marighella ganha data de estreia no Brasil após ter lançamento adiado em 2019

Marighella ganhou uma nova data de estreia no Brasil, dia 14 de maio, segundo o anúncio da produtora O2 filmes e da distribuidora Paris Filmes nesta quinta, 16. O filme é o primeiro com Wagner Moura na direção e foi muito aclamado quando apresentado no Festival de Berlim.

A ideia inicial era o filme ser lançado no dia 20 de novembro de 2019. No entanto, dois meses antes da estreia, em setembro, a produtora cancelou e alegou que “não conseguiram cumprir a tempo trâmites exigidos pela Ancine”.

De acordo com o comunicado: “Os produtores haviam escolhido o mês de novembro, que marca os 50 anos de morte de Carlos Marighella, e o dia 20, da Consciência Negra, para a estreia. No entanto, a O2 Filmes não conseguiu cumprir a tempo todos os trâmites exigidos pela Ancine.”

Marighella segue sendo apresentado com muitos sucesso em vários festivais de cinema no mundo. Nosso objetivo principal sempre foi a estreia no Brasil. Os produtores e a distribuidora Paris Filmes vão seguir trabalhando para que isso aconteça”, diz o texto.

O longa é inspirado na biografia escrita pelo jornalista Mário Magalhães sobre Carlos Marighella e foca nos últimos cinco anos de vida do escritor, político e guerrilheiro, de 1964 até a morte em uma emboscada em 1969.

Seu Jorge é o responsável pelo papel de Marighella. O elenco também conta comBruno Gagliasso, Adriana Esteves, Humberto Carrão, Rafael Lozano e Luiz Carlos Vasconcelos.

 

Fonte: Rolling Stone

“Marighella” não é caso isolado, Cultura está sob censura, diz Wagner Moura

“A Ancine [Agência Nacional do Cinema] censurou o filme. É uma censura diferente, que usa instrumentos burocráticos para dificultar produções das quais o governo discorda. Não tenho a menor dúvida de que ‘Marighella’ não estreou ainda por uma questão política.” O desabafo é de Wagner Moura, diretor do filme que conta os cinco últimos anos de vida do escritor, político e guerrilheiro baiano Carlos Marighella – executado, em 1969, pela ditadura militar. Um dos organizadores da luta armada contra o regime, ele foi considerado seu inimigo número um. Baseado na biografia escrita pelo jornalista Mário Magalhães, o filme estreou no Festival de Berlim em fevereiro do ano passado. Previsto para ser lançado, no último dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, no Brasil, ele foi adiado após a Ancine negar pedido da produtora O2, responsável pelo filme, relativo ao prazo de uma proposta visando a recursos para a distribuição da obra. Para Moura, a negativa e os entraves subsequentes tiveram motivação política. De acordo com ele, a forma que o governo escolheu para censurar produções artísticas foi “aparelhar” instituições. Quando a Ancine é aparelhada pelo bolsonarismo, qualquer pedido com relação a um filme como o Marighella será negado.

 

Fonte: Uol

Maconha medicinal: o que muda na prática com a nova regulamentação?

Na terça-feira (3 de dezembro), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou a venda de produtos à base de maconha para uso medicinal. Com a regulamentação, eles poderão ser comercializados em farmácias e drogarias, mediante prescrição médica.

A norma só entrará em vigor 90 dias após sua publicação. A partir daí, empresas nacionais e internacionais interessadas na produção e na distribuição poderão fazer uma solicitação para o órgão público — desde que cumpram uma série de requisitos.

Atenção: a nova regulação não permite que esses itens sejam chamados de medicamentos. Eles são “produtos à base de cannabis”, uma nova classe sujeita a uma vigilância específica. Geralmente vendidos como óleos, eles serão produzidos apenas para administração via oral e nasal (não é autorizado fumá-los, portanto).

O plantio, contudo, não foi liberado. Isso significa que os produtores brasileiros só terão direito a importar um substrato com componentes da maconha para transformá-los em um produto para fins medicinais. O cultivo com o mesmo fim está vetado.

Apesar de toda a discussão, alguns brasileiros já conseguiam comprar certos produtos à base componentes da maconha, como o CBD. Eles eram usados contra Parkinson, epilepsia, sintomas do autismo, dores do câncer e por aí vai. Então, o que muda na prática?

O que muda com a aprovação da venda de produtos à base de maconha para fins medicinais?

Para ter acesso a esses remédios, atualmente a pessoa precisa que o médico faça uma receita e um laudo completo. O doutor ainda assina um termo de responsabilidade, atestando que ele e o paciente sabem que se trata de um elemento não registrado e de uso pessoal e intransferível. Daí o indivíduo encaminha esses documentos à Anvisa pelo portal do Governo Federal para solicitar uma autorização excepcional de importação.

O processo todo é, além de burocrático, lento. “Hoje, há uma demanda grande. Mais de 2 mil pedidos são feitos por ano”, aponta Gabriel Barbosa.

 

Fonte: Saúde Abril

Viúva de Chris Cornell processa Soundgarden por royalties e faixas inéditas

Vicky Cornell, a viúva do cantor de rock Chris Cornell, entrou com processo contra os membros da ex-banda do marido, o Soundgarden. Segundo a Variety, a disputa judicial é centrada em dinheiros de royalties devidos à família de Cornell, além de sete gravações inéditas feitas antes da morte do cantor. Cornell nomeia os músicos Ben Shepard, Kim Thayil e Matt Cameron no processo, e contratou o famoso advogado das estrelas Marty Singer para representá-la. O profissional já defendeu casos para nomes como Arnold Schwarzenegger, Bruce Willis, John Travolta e Sharon Stone.

Vicky Cornell argumenta que os membros do Soungarden não têm o direito de comercializar as faixas em questão. “Elas foram compostas por Chris, contém apenas os vocais de Chris, e foram deixadas para a família no testamento”, diz o processo. Já os membros da banda dizem que ajudaram o vocalista a compor algumas das canções. “Todos nós estávamos animados com a retomada de nossa parceria antes da morte de Chris, e queremos lançar as músicas de uma forma que respeite os seus desejos”, disseram em carta à viúva.

 

Fonte: Uol

Baixista do Van Halen defende Billie Eilish: “a música serve para nos unir”

Billie Eilish, cantora de 17 anos, foi recentemente criticada na internet por não conhecer o Van Halen. Agora, o baixista da própria banda saiu em defesa da jovem.

Em entrevista ao programa de Jimmy Kimmel, a artista foi questionada sobre algumas bandas da época em que o apresentador tinha sua idade. Assim que Kimmel citou o grupo, Billie respondeu apenas com um “quem?”.

Após a chuva de críticas e zoações que a adolescente recebeu, o baixista Wolfgang Van Halen foi ao Twitter defender Eilish. O músico disse:

Se você ainda não ouviu nada sobre a Billie Eilish, vá conhecê-la. Ela é legal. Se você não ouviu nada do Van Halen, vá conhecê-los. Eles também são legais.

A música é feita para nos unir, não nos dividir. Ouça o que quiser e não zoe os outros por não conhecer aquilo que você gosta.

Justo, não?

Até o Smash Mouth deu sua opinião na rede social, afirmando que uma garota de 17 anos realmente não conheceria algo que “os velhos” ouviam na infância.

 

Na mesma entrevista, a jovem ainda revelou que não conhece nomes como Run DMC, Huey Lewis e Cabbage Patch Kids.

 

 

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos

Stratovarius: página da Skol responde guitarrista após ele reclamar de cerveja

Na última segunda-feira (25) de novembro, chamou atenção nas redes sociais uma publicação feita pelo guitarrista do Stratovarius, Matias Kupiainen. Em turnê pelo Brasil, o músico reclamou da qualidade da cerveja Skol, definida por ele como “merda”.

“De volta à minha outra casa, São Paulo, por alguns dias e começando a turnê, nesta semana, em Buenos Aires! Mal posso esperar! Ps: coma frutas, não beba cerveja! Especialmente esta aqui. É uma merda”, afirmou o músico, ao publicar uma foto de uma lata de Skol com frutas ao fundo.

Embora tenha sido feita no último dia 14 de novembro (os dois shows do Stratovarius no Brasil já foram até realizados), a publicação viralizou ao ser “resgatada” no Twitter. E foi por lá que a Skol decidiu responder à crítica, buscando um tom bem-humorado em sua publicação.

A página da Skol publicou uma espécie de camiseta de banda em turnê. Na estampa da frente, um suposto músico de rock “cadavérico” surge rodeado de crânios e com duas latas de Skol nas mãos. No verso, os escritos “Skol world tour 2020” estão acompanhados de locais por onde a cerveja passou, como “Papudim bar”, “Bodega”, “Dragon Bar Z” e “Lá no Ernani”.

 

Fonte: Whiplash

 

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