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Category Archives: Polêmicas

The Darkness: vocalista se desculpa com quem ficou ofendido com arte de novo álbum

No último dia 04 de outubro, o The Darkness lançou seu mais novo disco de estúdio, intitulado “Easter Is Cancelled” (em português, “A Páscoa está cancelada”). O disco causou polêmica pela capa, um tanto quanto controversa, já que a ilustração mostra o vocalista da banda, Justin Hawkins, fugindo da crucificação, enquanto os demais membros do grupo vencem os soldados romanos.

O vocalista do grupo falou recentemente com a SkyNews sobre a relação da capa com a violência, uma vez que o número de ataques violentos realizados com facas aumentou na Inglaterra e no País de Gales: “O que estávamos tentando fazer era interferir com a iconografia bíblica e as fontes que estudamos para montar essa imagem eram de centenas de anos atrás.. Nós não reconhecemos que ela pode ser insensível no clima atual.”

Por fim, Justin se retratou com as (muitas) pessoas que ficaram ofendidas com a arte da capa: “Vimos isso como algo escapista ao falar sobre um cenário imaginado a partir de uma realidade alternativa, e se ofendemos alguém , tudo o que podemos fazer é pedir desculpas.”

 

Fonte: Whiplash

A era do cigarro eletrônico: ele faz menos mal para a saúde que o comum?

Eles não soltam fumaça fedida, não causam mau hálito nem espalham bitucas. À primeira vista, os cigarros eletrônicos, também chamados de vaporizadores, são o sonho de consumo de muitos fumantes. Diferentemente da versão de papel, que queima por combustão, o modelo funciona à base de vaporização. O dispositivo contém um líquido que, ao ser aquecido, gera o vapor aspirado e exalado pelo usuário. Segundo os fabricantes, essa seria a razão que torna os eletrônicos menos prejudiciais que os tradicionais. Mas há controvérsias. E a comunidade médica enxerga com preocupação a popularização desse novo jeito de fumar.

Nos Estados Unidos, que contabilizam mais de 9 milhões de vapers, como são conhecidos os adeptos dos dispositivos eletrônicos de fumar (DEFs), uma síndrome respiratória misteriosa já matou 12 usuários em pouco menos de um mês.

No mesmo período, 805 casos foram registrados em 46 dos 50 estados americanos. Mais da metade dos pacientes tem menos de 25 anos e três quartos são homens. Eles costumam chegar ao hospital com dor no peito, dificuldade para respirar e febre alta.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), do governo americano, admite não saber o que está por trás. Suspeita-se que seja o THC, componente psicoativo da maconha, que alguns vapers adicionam ao cartucho com nicotina líquida. Na dúvida, a agência de vigilância sanitária americana, o FDA, recomenda à população evitar, pelo menos por ora, a versão high-tech.

Por medida de segurança, alguns estados, como Michigan e Nova York, já proibiram a venda de modelos com sabor, segmento que representa 80% do total. Outros, como Massachusetts, estenderam a restrição a todo e qualquer dispositivo eletrônico

Até o momento, nenhum dos 180 países membros da Convenção — Quadro de Controle do Tabaco, da Organização Mundial da Saúde (OMS), relatou casos semelhantes. Pelo sim pelo não, a Índia, o segundo maior consumidor de tabaco do planeta, também barrou a venda dos cigarros eletrônicos.

No Brasil, onde a comercialização desses aparatos é proibida mas eles se mostram cada vez mais acessíveis, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) solicita a hospitais que notifiquem casos suspeitos de problemas ligados a vaporizadores.

“Embora possam ser menos tóxicos que os cigarros convencionais, não quer dizer que eles sejam inofensivos”, adverte o porta-voz da OMS, Tarik Jasarevict. “Tampouco existem evidências de que eles ajudem a parar de fumar”, ressalta.

Na contramão das nações que restringem os e-cigarettes, o Reino Unido considera o alerta global alarmista. “Há quem diga que eles podem levar os mais jovens a fumar. Por aqui, pesquisas confirmam que o número de não fumantes que fazem uso de vaporizadores representa menos de 1% da população”, rebate o psicólogo Robert West, da University College London.

Além disso, cientistas britânicos acreditam que vaporizadores ou dispositivos de tabaco aquecido podem ser úteis como estratégia de redução de danos. Segundo um levantamento de 2014, para cada milhão de fumantes que substituem os modelos comuns pelos eletrônicos, mais de 6 mil vidas seriam salvas por ano.

No Brasil, país considerado referência mundial no combate ao tabagismo, o índice de fumantes é de 9,3% da população — há 30 anos, chegou a ser 34,8%. Pelo raciocínio britânico, se os 18,2 milhões de fumantes brasileiros migrassem para o modelo eletrônico, 108 mil vidas seriam salvas por ano. Mas esse cálculo não é tão puro e simples assim. E os médicos têm sérias restrições a ele.

O que o povo anda fumando por aí

Cigarro comum: é o modelo convencional. Ao ser acendido, o fogo queima as substâncias perigosas à saúde, como nicotina, alcatrão e monóxido de carbono. O mesmo vale para charuto e cachimbo. Todos levam à dependência.

Eletrônico: no lugar da combustão do cigarro comum, o princípio aqui é a vaporização. A dosagem de nicotina varia de acordo com o fabricante. A mais baixa equivale a seis cigarros comuns. A mais alta a 18. Há versões aromatizadas.

Tabaco aquecido: também funciona por vaporização. Mas, em vez de aquecer nicotina líquida, esquenta lâminas de tabaco. Quarenta e oito países, entre eles Canadá, Japão e Alemanha, já comercializam o IQOS, o produto da Philip Morris.

Artesanal: tem vários tipos, boa parte deles compostos de 70% de tabaco e 30% de cravo — um dos apelidos é cigarro de bali. O popular cigarro de palha, por sua vez, tem de cinco a sete vezes mais nicotina e alcatrão que os convencionais.

Inalável e mascável: rapé (tabaco inalável), snus e fumo para mascar são exemplos de produtos de tabaco sem fumaça. Em vez de fumar, o usuário aspira, masca ou suga o tabaco. Todos podem propiciar lesões na boca ou na garganta.

Narguilé: de berço oriental e hoje popular no Brasil, o aparato também se vale da vaporização. De uso coletivo, o “cachimbo d’água” não deixa de oferecer riscos. Uma sessão de 20 a 80 minutos corresponde a fumar 100 cigarros.

 

Fonte: Abril

“Fiquei quieto por 45 anos”, diz Paulo Coelho sobre Raul Seixas denunciá-lo

O escritor Paulo Coelho comentou hoje, no Twitter, a informação de que teria sido delatado por Raul Seixas durante a Ditadura Militar. Ele menciona reportagem da Folha de S.Paulo sobre o livro “Não Diga que a Canção Está Perdida”, de Jotabê Medeiros, que traz documentos que sugerem a colaboração do cantor morto há 30 anos com os militares.

“Fiquei quieto por 45 anos. Achei que levaria o segredo para o túmulo”, escreveu Paulo Coelho.

 

O livro conta, segundo adiantou o jornal, que o caso teria acontecido em 1974, quando Raul foi convocado ao Dops (Departamento de Ordem Política e Social) para prestar depoimento dobre o disco Krig-ha, Bandolo!, lançado pela dupla no ano anterior e que, àquela altura, já havia vendido 100 mil cópias. De acordo com documentos expostos no livro, a polícia foi ao apartamento de Paulo Coelho no dia seguinte ao depoimento do cantor, e prendeu sua namorada, Adalgisa Rios. Na mesma semana, Coelho teria entrado em um táxi com Raul Seixas mas, durante o percurso, foi capturado por militares e levado para sessões de tortura que teriam durado duas semanas. Procurado pela Folha de S.Paulo, o autor de O Alquimista preferiu não comentar o caso, e disse apenas que não é “o tipo de pessoa que gosta de ficar olhando para chagas que já cicatrizaram”.

 

Fonte: UOL

Roger Taylor, baterista do Queen, rebate críticas “superficiais” sobre Bohemian Rhapsody

Na última terça, dia 15, Roger Taylor, baterista do Queen, rebateu os críticos pessimistas em relação à cinebiografia “Bohemian Rhapsody”, vencedora do Oscar 2018.

Em nova entrevista para a rádio Planet Rock, no Reino Unido, Taylor falou sobre as reações negativas ao filme de Bryan Singer: “Nosso problema é que somos populares demais, e grande parte da mídia simplesmente odeia isso”.

Além disso, o músico acrescentou que, embora algumas críticas fossem realmente “decentes” e construtivas, muitas delas eram “meio zombeteiras e superficiais”, sem objetivo. “Eu pensei comigo: ‘Vocês simplesmente não entenderam, né? Não mexeu com vocês e tudo mais… Mas que se f*da’, na verdade.”

Em seguida, Roger Taylor ressaltou que “revisões ruins geralmente indicam que a obra será bem-sucedida.”

“Acho que as pessoas sabem muito mais do que críticos de cinema”, disse ele. “E a propaganda de boca a boca nas mídias sociais é muito mais poderosa do que a crítica de um cara que provavelmente assiste uns 40 filmes por semana e perdeu a essência e a alegria de ver um filme”.

Estrelada por Rami Malek como o falecido Freddie Mercury, a cinebiografia do Queen, “Bohemian Rhapsody”, faturou quase US$ 1 bilhão em todo o mundo desde o seu lançamento, em outubro de 2018.

 

Fonte: Rolling Stone

Tom DeLonge anuncia acordo de pesquisa com o Exército dos EUA

Quem é que está rindo agora?

Algumas semanas atrás, Tom DeLonge (blink-182, Angels & Airwaves) provou que sua decisão de se afastar da música para se dedicar à ufologia deu frutos. Motivo de chacota por muito tempo, ele tem sido cada vez mais respeitado pelos fãs e autoridades do ramo.

 

Isso porque, poucos dias depois do primeiro show do Angels And Airwaves em 7 anos, a sua empresa destinada à pesquisa espacial, To the Stars, recebeu uma grande notícia. Através de um vídeo divulgado pela academia financiada e encabeçada pelo músico, a Marinha americana reconheceu a existência de OVNIs.

Pois parece que a coisa só melhora, já que agora eles acabam de ganhar um Acordo de Desenvolvimento e Pesquisa Cooperativa com o Exército dos EUA. Segundo a Business Insider, o interesse na parceria é devido às soluções tecnológicas que a TTS oferece.

A lista dos grandes desenvolvimentos parece coisa de filme de ficção científica: engenharia métrica de espaço-tempo, física quântica e propulsão de raios de energia são citadas como algumas das especialidades da tecnologia da TTS.

To The Stars e o Exército dos Estados Unidos

O Exército crê que exista grande potencial de melhora na sustentabilidade e efetividade de vários sistemas através da parceria. Enquanto a To the Stars entrará com essas novas tecnologias, o órgão americano irá oferecer laboratórios e recursos para ajudar no desenvolvimento de novas descobertas.

Segundo o Dr. Joseph Cannon, a TTS será uma fonte “não tradicional para materiais inovadores e tecnologias transformacionais para melhorar nossas capacidades do sistema terrestre militar”.

Pelo lado da academia, é claro, a esperança é de que os avanços transcendam o âmbito militar. O diretor da divisão aeroespacial e COO da TTS, Steve Justice, diz que “espera-se que muito do trabalho tenha uma aplicação de uso duplo em apoio ao caminho da TTS para comercialização e missão de benefício público”.

 

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos

Hall da Fama ignora membros vivos do Motörhead em possível premiação

Nos últimos dias foram revelados os indicados à “turma de 2020” para o Hall da Fama do Rock And Roll.

Com nomes que vão de Nine Inch Nails até Whitney Houston (!) passando por Soundgarden e Judas Priest, a lista tem diversos nomes icônicos que, pelas regras, lançaram seu primeiro registro em estúdio há pelo menos 25 anos.

Quem também aparece por lá é a lendária banda britânica Motörhead, mas caso acabe entrando no Hall da Fama após votação popular e de um júri, nenhum membro vivo será homenageado pelo evento.

Isso porque o guitarrista Phil Campbell e o guitarrista Mikkey Dee, da formação final, não seriam incluídos no Hall da Fama do Rock And Roll com a banda.

Motörhead no Hall da Fama do Rock And Roll

A organização do seleto grupo tem regras bastante difíceis de entender, o que acaba gerando esse tipo de situação.

Ao homenagear as bandas, ela tenta fazê-lo com formações clássicas e originais, e revelou que se o Motörhead estiver na lista final, será celebrado com Lemmy Kilmister, Phil “Philthy Animal” Taylor e “Fast” Eddie Clarke, todos já falecidos.

É bizarro imaginar que Campbell e Dee não seriam celebrados, já que o primeiro esteve na banda por 31 anos, até o seu fim em 2015 com a morte de Lemmy, e o segundo também foi até o final, tendo ficado por lá durante 23 anos.

Ao falar com a Billboard, Dee deixou claro o descontentamento:

Isso é completamente errado, eu diria, e eu sei que o Phil também ficará bastante desapontado. Carregamos a bandeira por 25 anos juntos, e fizemos do Motörhead o que ele era. A banda original durou apenas alguns poucos anos. Eles a começaram, mas como o próprio Lemmy disse, não teria durado mais seis meses com aquela formação. Eu acho que nem estaríamos onde estamos hoje sem os 25 anos que passamos fazendo shows pelo mundo.

Lemmy Kilmister

Ao falar sobre o que acha que Lemmy pensaria da homenagem, Rob Halford, do Judas Priest disse à Billboard:

Eu acho que ele estaria muito feliz. O Lemmy sempre teve essa personalidade de um cara durão, que ele era, e eu acredito que ele teria algumas ‘palavras’ para falar de um ângulo. Mas eu acho que ele ficaria empolgado por seus companheiros de banda e igualmente por seus fãs. Eu acho que ele iria apreciar esse momento genuinamente.

 

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos

Raimundos: Digão questiona Joelma após ela usar jaqueta de bandas punk

Digão, vocalista dos Raimundos, questionou a cantora Joelma, ex-Calypso, por usar uma jaqueta com nomes de bandas de punk rock. A informação é do G1.

Em publicação recente no Instagram, Digão resgatou uma foto que Joelma havia postado no dia 2 de abril deste ano. Na imagem, a cantora usa uma jaqueta com as logos das bandas Misfits, Disorder e Discharge, entre outras.

“Como assim, Joelma? Para usar, tem que ouvir e AMAR!”, disse Digão, ao compartilhar a imagem. Além disso, o músico marcou os perfis do Misfits e Discharge na rede social e completou com a frase: “F*ck the fashion!” (“F*da-se a moda”).

A publicação fez com que alguns internautas voltassem ao post antigo de Joelma para questioná-la sobre as bandas. “Nossa Joelma você curte?”, disse um. “O Punk me traiu, acreditei que era pra valer… Isso é Colapsooooo!”, afirmou outro. “Quero só ver cantar uma música do Misfits ou do Discharge!!!! Bom, acho melhor eu ficar calado e nem dar idéia! Vai que ela inventa de fazer”, apontou um terceiro.

Uma fã, por outro lado, comentou: “Rainha! Cada um usa o que QUISER e f*ck quem não gostar! ❤ PRA USAR UMA ROUPA BASTA QUERER”.

 

Fonte: Whiplash

Queen obriga Trump a tirar vídeo com We Will Rock You do ar; uso da música não foi autorizado

O Queen solicitou ao presidente dos EUA , Donald Trump, a retirada de um vídeo do Twitter que tinha como trilha sonora o hit “We Will Rock You,” de 1997, durante a semana passada, de acordo com o Buzzfeed.

Trump tuitou o vídeo na última quarta, 9, e ele saiu do ar no domingo, 14. O clipe mostrava o presidente discursando enquanto a música tocava, completa. Antes de ser deletada, a publicação teve mais de 1,7 milhões de visualizações.

Quando o vídeo foi retirado, um representante do Queen confirmou que o uso da música não foi autorizado, e acrescentou que a banda “já abriu um processo sobre uso não autorizado de uma música do Queen na campanha de Trump.” O pedido de retirada foi feito pela gravadora. Representantes da banda recusaram o contado da Rolling Stone EUA.

O Queen se desentendeu com Trump em 2016, também, quando o então candidato entrou no púlpito da Republican National Convention ao som de “We Are the Champions.” Como resposta, a banda publicou um documento por meio de sua gravadora, Sony/ATV Music Publishing, afirmando que não queriam a música deles “associada com qualquer debate político de país algum,” e não queriam que música “fosse usada como um apoio ao Sr. Trump e nenhum dos ideais do partido republicano.”

Na última semana, além de irritar o Queen, Trump também despertou a ira da Propriedade de Prince, quando “Purple Rain” tocou antes de uma aparição de Trump em Minessota. Como resposta, a Propriedade compartilhou um comunicado alegando que os representantes legais de Trump garantiram, antes, que não usariam nenhuma das músicas de Prince, como feito em 2016 – também tocaram “Purple Rain,” e isso gerou o pedido. 

Além dos dois, vários outros artistas pediram para Trump parar de usar a música deles em campanha, inclusive R.E.M, Neil Young e Aerosmith.

 

Fonte: Rolling Stone

3 músicas icônicas dos Beatles que foram censuradas pela BBC – e por quê?

Os Beatles ganharam a reputação de falar o que pensavam, sem temer as controvérsias.

Durante uma entrevista para o jornal London Evening Standard, em 1966, John Lennon chegou a afirmar que a banda era “mais popular que Jesus Cristo”, provocando uma série de reações adversas entre as comunidades cristãs ao redor do mundo.

Confira, abaixo, três músicas icônicas dos Beatles que foram banidas da rádio BBC:

“Being for the Benefit of Mr. Kite”

De acordo com o site Ultimate Classic Rock, as origens de “Being for the Benefit of Mr. Kite” é bastante inocente.

Ao passear por uma loja de antiguidades, John Lennon encontrou um cartaz de circo vitoriano emoldurado, datado de 1843, que anunciava o Circo Royal de Pablo Fanque. Ele e Paul McCartney, então, se sentiram inspirarados pelas frases do pôster, incorporando-as na letra da canção. “E é claro que Henry, o cavalo, dança valsa…”

“Come Together”

Além do pedido de união presente no refrão da música, é difícil entender a mensagem que os Beatles quiseram transmitir em “Come Together”.

A canção, escrita por John Lennon e creditada à dupla Lennon/McCartney, nasceu como uma campanha para Timothy Leary, que concorria ao governo da Califórnia, nos Estados Unidos, contra o futuro presidente Ronald Reagan, em 1969. Contudo, política à parte, a composição entrou para a lista negra das rádios porque mencionava a Coca-Cola, uma marca comercial.

“I Am the Walrus”

Em novembro de 1967, os Beatles lançaram “I Am The Walrus” como o lado B de Hello Goodbye. Mas, se “Come Together” foi um disparate, “I Am the Walrus” foi um disparate completo.

No entanto, dois versos da música eram muito arriscados para a BBC: “Você abaixa sua calcinha” e um comentário sobre “sacerdotisas pornográficas”. A referência óbvia ao sexo, bem como a palavra “knickers/calcinha”, era demais para as ondas de rádio

Segundo a revista Mental Floss, John Lennon tinha o seguinte a dizer sobre a faixa: “As palavras não significam muito. As pessoas tiram tantas conclusões precipitadas, e isso é ridículo. Eu tive a língua na bochecha o tempo todo – todos eles tinham a língua na bochecha. Só porque outras pessoas veem profundidade de tudo o que há nele (…) Não é tão sério.”

 

Fonte: Rolling Stone

Clipe de Freddie Mercury proibido por promiscuidade é lançado em HD em novo box; assista Living On My Own

O vídeo de Freddie Mercury de “Living On My Own“, do disco Mr. Bad Guy (1985), foi relançado em HD. O material integra o box Never Boring. Anteriormente, o clipe tinha sido proibido por promiscuidade.

O videoclipe gravado no Old Mrs. Henderson’s, definido pela Ultimate Classic Rock como “uma boate de travestis em Munique”, na Alemanha, conta com imagens da festa de aniversário dos 39 anos de Freddie Mercury. A comemoração tinha 300 convidados, inclusive o guitarrista do Queen, Brian May, a ex-esposa Mary Austin e o cantor Boy George.

Para a festa, os convidados eram orientados a vestirem-se como drags em roupas nas cores preto e branco. O presidente da CBS Records, Walter Yetnikoff, cancelou o lançamento e proibiu o vídeo alegando “promiscuidade”.

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