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Category Archives: Rock pelo mundo

Golpe de Estado inicia gravações de novo álbum de estúdio

A lendária banda paulista Golpe de Estado deu início às gravações de seu novo álbum de estúdio. O último trabalho, Direto do Fronte, havia sido lançado em 2012 – foi o último álbum ainda com o saudoso Helcio Aguirra.

O disco novo ainda não tem título definido e está sendo gravado no Orra Meu! Studios, em São Paulo, com produção de Gustavo Barcellos em parceria com a banda. A expectativa é que o Golpe lance esse seu novo trabalho ainda no primeiro semestre de 2020.

O último lançamento do Golpe de Estado foi o CD/DVD 30 Anos Ao Vivo – que teve o DVD listado no 2º lugar da votação dos melhores de 2019 da revista Roadie Crew.

A formação atual do grupo traz João Luiz (vocal), Marcello Schevano (guitarra), Nelson Brito (baixo) e Robby Pontes (bateria). Neste último final de semana, os caras publicaram na página oficial do Golpe de Estado no Facebook o trecho da gravação de uma nova música.

 

Fontre: Radio Rock

Dave Grohl: como ele parou no Queens of the Stone Age após crise no Foo Fighters

O músico Dave Grohl, frontman do Foo Fighters e ex-baterista do Nirvana, também fez parte do Queens of the Stone Age, entre 2001 e 2002, tocando bateria no álbum “Songs for the Deaf” (2002). Ele também trabalhou no disco “…Like Clockwork” (2013) e mantém relação de amizade com o líder do QOTSA, Josh Homme.

Em entrevista ao podcast de Bill Simmons, transcrita pelo Alternative Nation, Grohl falou um pouco sobre a sua relação com o Queens of the Stone Age. O músico entrou para a banda, no início do século, após um período de crise de seu projeto principal, o Foo Fighters.

“Estávamos gravando nosso quarto álbum (‘One By One’) e não estava dando certo. Não soava bom, não passava uma boa sensação, não estávamos curtindo fazer aquilo. Enquanto isso, meu amigo Josh do Queens of the Stone Age havia dispensado seu baterista (Gene Trautmann). Ele disse que tinha duas semanas em estúdio e pediu para eu gravar a bateria do álbum dele”, afirmou Dave Grohl.

O frontman do Foo Fighters definiu o Queens of the Stone Age como “a banda favorita” dele. “Eles são incríveis. Éramos grandes amigos, nos conhecemos há 30 anos. Pensei: eu preciso tocar em um disco do Queens of the Stone Age”, disse.

O processo com o QOTSA foi bem diferente do Foo Fighters naquele momento. “Foi o oposto do que estávamos fazendo. No Foo Fighters, estávamos tipo: ‘ok, vamos gravar essa linha de baixo aqui’. Já no Queens of the Stone Age, era aquela faísca coletiva, tipo: ‘vamos fazer isso!’. Gravar ao vivo, na mesma sala, olhando no rosto um do outro… era algo f*da. Era ótimo”, afirmou.

 

Fonte: Whiplash

Ozzy Osbourne: por que Zakk Wylde não toca no novo álbum “Ordinary Man”

O novo álbum de Ozzy Osbourne, “Ordinary Man”, que será lançado nesta sexta-feira (21) de fevereiro, chama atenção por não trazer sua tradicional banda de apoio. O músico é acompanhado nos shows por Zakk Wylde na guitarra, Blasko no baixo, Tommy Clufetos na bateria e Adam Wakeman nos teclados e guitarra base, mas nenhum deles toca no disco.

No lugar dos velhos parceiros, o Madman reuniu uma formação diferente: Andrew Watt (California Breed, Post Malone) na guitarra e produção, Duff McKagan (Guns N’ Roses) no baixo e Chad Smith (Red Hot Chili Peppers) na bateria. O motivo da mudança foi explicado em entrevista à Kerrang! – e é mais simples do que se imaginava.

Como anunciado anteriormente, “Ordinary Man” foi concebido durante o processo de recuperação de Ozzy Osbourne, que sofreu com problemas de saúde nos últimos tempos. O mais recente deles, inclusive, foi uma grave queda que o fez passar por uma cirurgia na coluna.

Dessa forma, “Ordinary Man” começou como uma simples sessão de estúdio para ajudar Ozzy Osbourne na recuperação. O cantor estava – e ainda está – chateado por não poder fazer turnês, então, decidiu trabalhar em casa para se distrair.

Inicialmente, o Madman retomou seu trabalho na música ao participar da música “Take What You Want”, de Post Malone. Foi aí que ele conheceu o produtor do rapper, Andrew Watt, e os dois planejaram lançar um álbum. Foi aí que Duff McKagan e Chad Smith foram convidados por Watt para arranjar as músicas.

Durante a entrevista à Kerrang!, Ozzy revelou que “Ordinary Man” foi criado sem um “grande plano de batalha ou uma campanha moldada”. A ideia, segundo ele, era “apenas se divertir”, sem obrigação de nada. Não precisaria nem mesmo lançar o resultado.

Por isso, o Madman explica que, no fim das contas, nenhum dos músicos envolvidos sabia que aquilo se transformaria em um álbum. Então, nem passou pela cabeça de Ozzy convidar Zakk Wylde, já que não havia nenhum plano.

Watt, McKagan e Smith trabalharam nas músicas, enquanto Osbourne fazia as letras. Juntaram tudo e, dali, saiu um disco. Os artistas convidados, como Elton John, Slash, Tom Morello e Post Malone, também foram chamados de forma despretensiosa, no calor do momento, e tudo foi concluído rapidamente.

“Brincamos com as melodias até que algo acontecesse e apenas fomos conduzidos por isso. Foi divertido. Foi ótimo poder fazer algo. Caso contrário, eu estaria na cama, pensando que jamais voltaria a andar. O álbum me moveu a fazer algo e me sentir bem. Foi simples, foi como gravar uma sessão de estúdio. Não é um disco do Pink Floyd, onde você precisa estar chapado de ácido para apreciar – apenas dê a p*rra do play e vá em frente”, afirmou.

 

Fonte: Whiplash

Helloween Estreia O Novo Clipe Da Música Perfect Gentleman

O grupo alemão, Helloween, estreou o novo clipe da música Perfect Gentleman, faixa do clássico trabalho Master Of The Ring. A performance do vídeo foi registrada no álbum ao vivo United Alive.

United Alive traz gravações da turnê feitas no festival Wacken, na Arena de Madri e, como bônus, o show no Espaço das Américas, que reuniu 8 mil pessoas em São Paulo.

O DVD/BLU-RAY conta com mais de três horas de material ao vivo em estéreo e som surround 5.1 premium, além de extenso material bônus. Uma compilação de filmes com o conteúdo do telão do show, clipes animados de Seth e Doc, além de uma entrevista bem íntima de 30 minutos sobre o passado, presente e futuro da banda.

Já o novo álbum de estúdio, que ainda não tem data de lançamento definida e nem título, tem Michael Kiske (vocal) e Kai Hansen (vocal e guitarra) ao lado dos demais integrantes: Andi Deris (vocal), Michael Weikath e Sascha Gertsner (guitarras), Markus Grosskopf (baixo) e Dani Loble (bateria). A previsão de lançamento é para este ano.

 

 

Fonte: Rockbizz

Há 72 anos: nascia Tony Iommi, o patrão da coisa toda

No dia 19 de fevereiro de 1948, nascia Anthony Frank Iommi, mais conhecido como Tony Iommi, guitarrista, líder e membro fundador da maior banda de heavy metal de todos os tempos, o Black Sabbath.

Tony, que quando jovem, perdeu as pontas de dois dedos, acabou se tornando um dos maiores e mais influentes guitarristas de todos os tempos. Foram com essas mãos que ele executou criações maravilhosas vindas de seu cérebro, como “Black Sabbath”, “N.I.B.”, “Paranoid”, “Children Of The Grave” e dezenas de outras músicas que até hoje são a trilha sonora da vida de uma multidão mundo afora.

Ao longo de seus 50 anos de carreira, Tony viu o metal (e sua própria banda) passar por inúmeras mudanças, mas sempre esteve firme e segurou a onda como pode. Até hoje, é uma divindade para todos que curtem metal, sobretudo para aquelas pessoas que tocam guitarra. Aliás, continuo dizendo que se você tentar criar um riff, a chande de Iommi já o ter escrito é de 90%. Se levar em consideração aquilo que não foi lançado, pode ser que a chance vá para 100%¨. Ou seja, mesmo que você queira, nunca chegará nem perto de fazer tudo o que o patrão já fez.

Parabéns, Tony Iommi. E muito obrigado.

 

Fonte: Whiplash

A-ha: clipe de “Take On Me” chega a 1 bilhão de visualizações no YouTube

O clipe de “Take On Me”, do A-ha, bateu a impressionante marca de 1 bilhão de visualizações no YouTube. O vídeo, agora, entra em um grupo seleto de produções do século 20 que chegaram ao chamado “clube do bilhão” na plataforma de vídeos.

Os integrantes do A-ha já estavam na expectativa pela conquista da marca. Por isso, há algum tempo, lançaram uma versão 4K do clipe, para embalar ainda mais as visualizações.

Diversos clipes lançados no século 21 conquistaram a marca de 1 bilhão de visualizações. Poucos deles são representantes do rock: “Numb”, do Linkin Park, é o clipe do estilo mais assistido na plataforma, com 1,329 bilhão de visualizações, e há vídeos de grupos com sonoridade mais híbrida, como Coldplay e Twenty One Pilots, chegando ao número, mas a maior parte é representada por canções pop ou hip hop.

Pesando contra os vídeos do século 20, há o fato de que muitos deles não estão hospedados nos canais oficiais de seus artistas, favorecendo uploads de usuários comuns – e consequente remoção por violação de direitos autorais -, versões em baixa qualidade, entre outros pontos.

O seleto “clube do bilhão do século 20” conta com os seguintes videoclipes:

– Guns N’ Roses: “November Rain” (1,305 bilhão)
– Queen: “Bohemian Rhapsody” (1,105 bilhão)
– Guns N’ Roses: “Sweet Child O’Mine” (1,052 bilhão)
– Nirvana: “Smells Like Teen Spirit” (1,028 bilhão)
– A-ha: “Take On Me” (1 bilhão)

Veja, abaixo, outros vídeos do período que estão próximos a conquistar a marca:

– The Cranberries: “Zombie” (988 milhões)
– Whitney Houston: “I Will Always Love You” (908 milhões)
– Cyndi Lauper: “Girls Just Want To Have Fun” (808 milhões)
– 4 Non Blondes: “What’s Up” (805 milhões)
– Michael Jackson: “Billie Jean” (746 milhões)
– The Police: “Every Breath You Take” (738 milhões)

 

Fonte: Whiplash

Pearl Jam lança a explosiva “Superblood Wolfmoon”

E se os fãs de Pearl Jam estavam preocupados com o Rock no novo disco da banda, não precisam mais ficar.

A banda acabou de disponibilizar “Superblood Wolfmoon”, segundo single de Gigaton, e a nova música do Pearl Jam é cheia de energia, grandes instrumentais e solos de guitarra.

“Superblood Wolfmoon”, a nova música do Pearl Jam, é o segundo single do primeiro disco da lendária banda de Seattle desde 2013.

Para divulgar a canção do seu primeiro álbum em sete anos, Eddie Vedder e companhia lançaram um projeto de realidade aumentada há alguns dias, dando um teaser do que viria por aí.

Vale lembrar que um jornalista que ouviu o disco na íntegra em uma festa oficial da banda fez uma matéria a respeito de cada uma das 12 canções do álbum e o TMDQA! transcreveu tudo por aqui.

No texto onde chamou o trabalho de “o melhor da banda em 22 anos”, ele descreveu “Superblood Wolfmoon” como “propulsiva” e com um solo de guitarra “fervoroso” de Mike McCready.

O primeiro single havia sido “Dance of the Clairvoyants”, que ganhou três clipes oficiais (!) e bebe em fontes do Rock Alternativo, lembrando nomes como Talking Heads.

A data de lançamento de Gigaton está marcada para 27 de Março.

 

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos

KK’s Priest É A Nova Banda Do Guitarrista K.K. Downing

O guitarrista K.K. Downing (ex-Judas Priest) está com banda nova! Batizada de KK’s Priest, o grupo traz em sua formação o vocalista Tim Ripper Owens e o baterista Les Binks, ambos foram integrantes do Judas Priest.

Além de Tim e Les, a banda ainda conta com o guitarrista A.J. Mills (Hostile) e o baixista Tony Newton (Voodoo Six).

KK’s Priest já está em estúdio trabalhando em seu álbum estreia que será lançado ainda neste ano.

 

 

Fonte: Rockbizz

Ginger Baker: Eric Clapton, Roger Waters, Ronnie Wood e mais fazem show em tributo

O show “Eric Clapton & Friends: A Tribute to Ginger Baker”, em homenagem ao baterista Ginger Baker, falecido no último mês de outubro aos 80 anos, foi realizado na última segunda-feira (17). O evento aconteceu no Eventim Apollo Hammersmith, em Londres, na Inglaterra.

Além de Eric Clapton, responsável por promover o evento, o show contou com participações de diversos músicos consagrados no rock e em outros estilos. Roger Waters, baixista do Pink Floyd, por exemplo, tocou músicas do Cream, como “Sunshine of Your Love”, “Strange Brew” e “White Room” – esta última, com Ronnie Wood (Rolling Stones, Faces) na guitara e Kenney Jones (Faces) na bateria.

Outras participações incluem Nile Rodgers (Chic) em “I Feel Free” e “Tales of Brave Ulysses”, Ronnie Wood também em “Badge” e uma espécie de mini-set do Blind Faith reunindo Clapton, Rogers, Steve Winwood no órgão, vocal e guitarra, e Kofi Baker, filho de Ginger, na bateria.

Veja, abaixo, o repertório tocado e alguns vídeos:

Sunshine of Your Love
(Cream song) (with Roger Waters)

Strange Brew
(Cream song) (with Roger Waters)

White Room
(Cream song) (with Roger Waters) (also with Ronnie Wood on guitar & Kenney Jones on 3rd drumkit)

I Feel Free
(Cream song) (with Nile Rodgers) (also with Paul Carrack on organ & vocals)

Tales of Brave Ulysses
(Cream song) (with Nile Rodgers)

Sweet Wine
(Cream song) (with Paul Carrack on organ & vocals, & Will Johns on guitar)

Blue Condition
(Cream song)

Badge
(Cream song) (with Ron Wood) (also with Henry Spinetti on 3rd drumkit)

Pressed Rat and Wart Hog
(Cream song) (with Kofi Baker on drums & vocals)

Had to Cry Today
(Blind Faith song) (with Steve Winwood) (also with Nile Rodgers on guitar & Kofi Baker on drums)

Presence of the Lord
(Blind Faith song) (with Nile Rodgers) (also with Steve Winwood on organ & vocals, & Kofi Baker on drums)

Can’t Find My Way Home
(Blind Faith song) (with Kofi Baker) (also with Steve Winwood on organ & vocals, & Nile Rodgers on guitar)

Well All Right
(Buddy Holly cover) (with Nile Rodgers) (also with Steve Winwood on guitar & vocals)

Do What You Like / Toad
(Blind Faith song) (with Steve Winwood) (also with Ronnie Wood, Nile Rodgers, & including drum solo by Kofi Baker)

Bos:

Cross Road Blues
(Robert Johnson cover) (With everyone and Roger Waters on cowbell for the last half – Nile Rodgers instrumental jam).

 

Fonte: Whiplash

Black Sabbath: o dia em que Geezer Butler socou um “nazista bêbado” e foi preso

Apesar de tocar em uma das bandas mais pesadas da história, Geezer Butleré conhecido por ser um cara da paz.

Mesmo assim, ele acabou preso em 2015 por uma briga de bar. O curioso (e preocupante) incidente se deu após uma noite de bebedeira, mas teve um grande fator agravante — que só foi revelado mais de um ano depois do acontecimento.

Segundo uma entrevista concedida à revista Classic Rock, ele perdeu a cabeça ao lidar com um “bêbado nazista”. Butler, que estava na famosa região de Death Valley, na Califórnia, afirmou que teve que ouvir um discurso antissemita e, consequentemente, sua mão “meio que encontrou” o queixo do rapaz.

Abaixo, você pode ver a transcrição completa da fala do baixista do Black Sabbath sobre o episódio. Vale lembrar que, pelo menos até aquele momento, a confusão fez com que ele largasse o álcool.

Geezer Butler e o relato sobre o “bêbado nazista”

Minha cunhada havia morrido, e eu tinha ido para o Death Valley na Califórnia só para fugir de tudo isso. Não só isso, tudo — Natal, Ano Novo, essas coisas.

Eu desci para a lojinha do hotel, e tinha um belo bar temático de Faroeste lá. Eu pensei: ‘Já que estou aqui, vou beber uma antes de ir dormir’. Foi a cerveja mais forte que eu já tomei na minha vida.

De repente, esse cara começa a falar um monte sobre alguma coisa. Ele era, tipo, um rapaz bêbado nazista. Ele me reconheceu, e por eu estar na indústria da música ele começou a falar sobre judeus e tudo mais — judeus isso, judeus aquilo. Minha mulher é judia. E eu ouvi até meu limite. aí minha mão meio que encontrou seu queixo. Eu lhe dei um [soco].

Eu estava totalmente perdido naquele momento. Eu não sei o que aconteceu, mas em um minuto eu estava no bar, no próximo eu estava sendo preso. Eu acordei na cadeia. Isso foi ruim o suficiente, mas acordar com uma ressaca foi horrível. Eu estava totalmente envergonhado. Eu deveria só ter andado. Mas quando você fica ‘p da vida’ você não sabe o que está fazendo.

A ironia é que era o ‘Janeiro seco’ na Inglaterra, então eu nem ia beber. E era tipo 28 de Janeiro, então ficou tão perto [risos]. Mas eu não bebi mais desde então.

Altas emoções para um senhor de (à época) 65 anos, hein?

 

 

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