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Category Archives: Rock pelo mundo

The Beatles: nova gravação derruba mitos e revela que banda queria continuar após “Abbey Road”

Uma nova gravação de uma conversa entre os Beatles derrubou alguns mitos sobre a banda e fez uma revelação pra lá de bombástica.

Como mostra a NME, o historiador musical Mark Lewisohn deu ao jornal The Guardian acesso a uma fita gravada durante uma reunião da banda há 50 anos. Nela, estavam presentes John Lennon, Paul McCartney e George Harrison — Ringo Starr estava fazendo exames, e pediu pela gravação.

Na conversa que aconteceu no QG da Apple, o grupo revela estar planejando mais um disco após Abbey Road (1969). Apesar de Let it Be (1970) ser o último lançado, foi com Abbey Road que os quatros garotos de Liverpool se reuniram pela última vez em um estúdio.

A revelação quebra o mito de que a banda planejou o disco para ser o derradeiro, e também que Lennon seria o grande “culpado” pelo fim. Na conversa, eles ainda decidem a quantidade de canções que cada integrante deveria trazer.

Já pensou?

Tensões e término da banda

Na fita, ainda, Paul McCartney é ouvido criticando as músicas de George Harrison. O músico diz pensar que as composições de Harrison pré-Abbey Road não o agradam muito.

A isso, George responde:

Isso é uma questão de gosto. Ao longo dos anos, muita gente tem gostado das minhas composições.

Neste ano, Abbey Road comemora 50 anos de seu lançamento. O disco foi lançado pelos Beatles em 26 de setembro de 1969.

 

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos

Rock in Rio: organização divulga o que pode ser levado para o festival em 2019

A organização do festival Rock in Rio divulgou o que pode (e o que não pode) ser levado à edição de 2019.

Entre os itens proibidos, estão guarda-chuvas, bastões de selfie e bebidas trazidas de casa, em garrafas, latas e squeezes. Também são proibidos objetos como isopores, coolers, potes rígidos com tampa, capacetes e, claro, artefatos como fogos de artifício ou explosivos, armas de fogo, armas brancas, tesouras e estiletes, entre outros.

É permitido levar garrafa plástica sem tampa para encher d’água nos bebedouros, itens alimentícios (até cinco) como industrializados lacrados, frutas cortadas e sanduíches, desde que em sacos transparentes e com fecho.

Veja a lista a seguir:

O que não levar

Consumo

Garrafas;
Squeezes;
Latas;
Potes rígidos e com tampa;
Isopores;
Coolers.

Acessórios

Guarda-chuvas;
Bastões de selfie;
Capacetes.

Itens de higiene

Desodorantes;
Perfumes;
Cosméticos;
Pastas e escovas de dente;
Pinças;
Cortadores de unha.

Outros

Fogos de artifício ou explosivos;
Armas de fogo;
Armas brancas;
Tesouras;
Estiletes.

O que levar

Para beber

Garrafinha plástica sem tampa para encher de água nos bebedouros;

Para comer

Até cinco itens de:

Alimentos industrializados lacrados, como biscoitos, torradas e barras de cereal;
Frutas cortadas;
Sanduíches.
A direção recomenda levar a comida em sacos transparentes e com fecho.

O Rock in Rio 2019 acontece nos dias 27, 28 e 29 de setembro e 3, 4, 5 e 6 de outubro, no Rio de Janeiro.

 

Fonte: Whiplash

Polícia utiliza música da banda AC/DC para espantar bisão nos EUA

A polícia teve que colocar “Hell’s Bell’s”, do AC/DC para espantar um bisão que apareceu no meio do caminho.Recentemente, Dee Galant, uma cidadã canadense, utilizou uma música do Metallica para espantar um puma enquanto passeava com seu cachorro.

Em um post no Facebook, o Gabinete do Xerife do Condado de Gallatin informou que após inúmeras tentativas de fazer o gigantesco animal ceder passagem, a solução encontrada foi colocar o clássico da banda australiana para tocar.Parece que a moda de usar rocks pesados para espantar animais selvagens vem pegando entre a população mesmo!

 

 

Fonte: Whiplash

Há 67 anos: nascia Neil Peart, lendário baterista do Rush

No dia 12 de setembro de 1952 nascia na cidade canadense de Hamilton Neil Ellwood Peart, mais conhecido como Neil Peart.

É bem provável que você já tenha ouvido este nome, mas se por acaso veio parar aqui por acaso, Neil foi baterista do Rush, uma das maiores bandas de rock progressivo do mundo e principal influência para dez em cada dez bandas de prog metal.

Neil, que é conhecido por ser extremamente técnico e utilizar uma bateria gigantesca, é o principal letrista da banda. Como se nçao bastasse, também é escritor. Dentre suas obras, está “Ghost Rider: Travels on the Healing Road”, obra que conta como Neil se recuperou dos dramas familiares que passou no final dos anos 1990, quando perdeu filha e esposa de forma trágica.

Até os dias de hoje, mesmo sem tocar, Neil é um dos bateristas mais influentes da música pesada, além de invariavelmente ser citado como um dos maiores de todos os tempos em seu instrumento.

 

Fonte: Whiplash

‘A música ‘Iris’ nos deu uma carreira’, diz vocalista do Goo Goo Dolls, atração do Rock in Rio 2019

Em uma cidade às margens do lago Erie, de Nova York, cresceu John Rzeznik, co-fundador do Goo Goo Dolls, ao lado de Robby Takac. E, 33 anos atrás, os dois jovens que partilhavam o gosto por guitarras, cervejas e punk rock – não necessariamente nessa ordem – se uniram para conquistar, um par de vezes, o topo durante os anos 1990.

E chegaram, juntos, a 2019, com 11 discos de estúdio e uma banda reformulada ao longo do tempo. Da formação original, restaram apenas Rzeznik e Takac. São eles que comandam o Goo Goo Dolls como uma atrações de maior destaque no terceiro dia do Rock in Rio, 29 de setembro de 2019.

Foi um longo processo de amadurecimento para chegar até aqui, sobreviver à imagem de “one hit wonder” e tudo mais, conta Rzeznik à Rolling Stone Brasil. E fizeram isso enquanto subiam no palco, noite após noite.

As transformações vieram à cavalo logo de início. Rzeznik foi para os vocais, veio o contrato polpudo com a Warner Music, a banda deixou o punk grosseiro de lado e assumiu a vibe da balada acústica, como “A Boy Named Goo”, responsável por liderar a parada de músicas alternativas da Billboard em 1995.

Em 1998, veio o hit de maior sucesso da banda, “Iris”, escrita para ser parte da trilha sonora de Cidade dos Anjos, filme protagonizado por ‎Nicolas Cage‎ e ‎Meg Ryan‎.

“O bom é que nunca enjoei de ‘Iris’, conta Rzeznik. “Acho lindo todo o impacto que a música teve. Foi algo que eu realmente não esperava. Mas essa música nos deu uma carreira.”

A faixa tocou incansavelmente nas rádios – e é uma escolha certeira nas noites de karaokê – veio no disco Dizzy Up the Girl, 1998, álbum produzido por Rob Cavallo, conhecido pelos trabalhos com Black Sabbath, My Chemical Romance e Dave Matthews Band – a última também toca na no Rock in Rio, na mesma noite.

O disco rendeu mais de 4 milhões de cópias, segundo a Nielsen Music, e os guiou para uma carreira duradoura, embora não mais tão barulhenta.

Longe dos holofotes, mas assegurados pelo sucessos que conquistaram com o disco de 1998, Rzeznik e Takac seguiram em direção a Los Angeles. Depois da turnê do premiado Dizzy Up the Girl, o líder do grupo havia passado pelo término do primeiro casamento e se questionou algumas vezes sobre o que realmente deveria fazer, mas dessas inquietações pessoais surgiu o sétimo álbum de estúdio, Gutterflower.

Ao olhar para trás, e avaliar a trajetória, Rzeznik se sente muito grato.

“Às vezes eu olho para trás e penso: ‘Ah, talvez eu deveria ter feito isso e aquilo. Mas é meio inútil pensar assim. Tem sido louco estar com eles [a banda] durante todo esse tempo.”

“Eu me sinto grato por estar vivo durante todo esse tempo e que ainda estou hábil para compor músicas e me conectar com as pessoas”.

Neste mês, Goo Goo Dolls se apresenta, pela primeira vez no Brasil, no dia 22 no Estádio do Arruda em Recife, em uma dobradinha com o Bon Jovi. A turnê conjunta segue para São Paulo no dia 25 no Allianz Parque e no dia 27 de setembro chegam em Curitiba no Pedreira Paulo Leminski. A última parada é no Rio de Janeiro para lotar a Cidade do Rock na noite de 29 no festival Rock in Rio.

“Vamos tocar todos os hits”, afirma.

Além da novidade pela primeira visita ao país, o grupo aproveitará para promover o pop-rock do novo disco Miracle Pill. Previsto para o dia 13 de setembro, o novo projeto do trio formado por John Rzeznik nos vocais, Robby Takac no baixo e Mike Malinin na bateria, já deu o tom da mudança com as três faixas “Indestructible”, “Miracle Pill” e “Money, Fame & Fortune” lançadas recentemente.

“Tive várias ideias. Desta vez, quis fazer algo mais experimental”

Rzeznik discute sobre os alívios instantâneos que a sociedade contemporânea procura com a metáfora no título do disco, a tal “pílula milagrosa”.

“Se você está triste, tome uma pílula. Se precisar de aprovação, entre no Instagram e você terá imediatamente.”

O disco em si, além de promover essa reflexão sobre essa busca de solucionar incômodos com ações imediatistas, de forma otimista, é possível levar em consideração que a dupla que se conheceu em 1986 sabe exatamente o que é necessário para funcionar de forma efetiva e duradoura.

 

Fonte: Rolling Stone

KT Tunstall anuncia novo show no Brasil e nos conta mais sobre o álbum “WAX”

Parece que foi ontem que “Suddenly I See” se tornou uma música impossível de não ouvir. Das rádios aos comerciais na TV, a canção da escocesa KT Tunstall anunciava uma nova e empolgante voz acompanhada, ao mesmo tempo, de uma sensibilidade lírica e de uma guitarra rock n’ roll com irresistível pegada pop e folk.

Mas não foi ontem — foi em 2004, como parte do disco Eye To The Telescope, que trazia também sucessos como “Black Horse and the Cherry Tree” e “Another Place To Fall”. A estreia foi seguida de Drastic Fantastic (2007) eTiger Suit (2010). 2013 foi um ponto de virada com Invisible Empire // Crescent Moon, um álbum gravado em Tucson, no Texas, com dois lados distintos. A primeira parte lida de forma melancólica com a morte do seu pai adotivo, um ano antes, e a segunda assume um tom mais etéreo para refletir sobre o fim de seu casamento após 4 anos.

Já radicada nos Estados Unidos, em 2016 KT anunciou seu projeto mais ousado até o momento: uma trilogia de discos que lidaria com mente, corpo e alma. Naquele ano viria KIN, um disco de aura pop, seguido do recente WAX, lançado em 2018. Se o primeiro se conectava com a temática do espírito, o novo trabalho é mais visceral e corporal. Um dos motivos para isso é a produção de Nick McCarthy, ex-Franz Ferdinand, em algumas canções, cujo estilo de gravação ao vivo ajudou a traduzir a sonoridade de KT de forma menos polida e mais urgente.

É com essa turnê que a artista retorna ao Brasil em novembro, 11 anos após sua última visita, prometendo um setlist com sucessos de todos os trabalhos e fazendo a sua mescla de rock, folk, pop e country.

 

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos

Socorro! Green Day, Fall Out Boy e Weezer anunciam novos discos e turnê conjunta

Emergência no Rock! As bandas Green Day, Fall Out Boy e Weezer não só anunciaram uma turnê conjunta — como já havíamos avisado, como também acabam de anunciar seus novos discos.

“Refazendo” uma cena do filme Anchorman: The Legend of Ron Burgundy (2004), onde os líderes de cada banda tiverem seus rostos colocados sob os dos personagens, os grupos anunciaram a Hella Mega Tour, que vai passar pela Europa e América do Norte entre Junho e Agosto de 2020.

Além das três bandas, o The Interrupters também é convidado especial nas datas.

Discos novos

Agora que vem a parte boa! O Green Day acaba de lançar o single “Father of All Motherfuckers”, faixa título de seu novo disco. O álbum chega no dia 7 de Fevereiro de 2020.

Já o Weezer, que lançou o Black Album e o Teal Album neste ano, anunciou Van Weezer, um disco de metal (!) que chega em Maio de 2020. A música que divulga a novidade é “The End of the Game”.

O Fall Out Boy veio mais contido, já que vai lançar “apenas” uma compilação de seus sucessos. Se trata de Believers Never Die Pt. 2, uma continuação da primeira coletânea lançada em 2009, quando a banda chegou ao fim. O grupo divulgou a nova “Dear Future Self (Hands Up)”, com Wyclef Jean. O álbum sai no dia 15 de Novembro deste ano.

 

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos

Scorpions volta ao Rock in Rio 34 anos depois como headliner ‘improvável’: ‘Lembramos de cada minuto’

O saguão do Copacabana Palace era uma loucura naqueles dias de verão do início de 1985. Ali circulavam Ozzy Osbourne,  Iron Maiden, Whitesnake. O AC/DC corria pela areia branca e fofa na frente do hotel para dar alguns mergulhos na água salgada. E também estava o Queen, no auge da sua realeza, para um dos shows mais históricos da carreira de Freddie e companhia.

“Foi a primeira e única vez que encontrei Freddie”, relembra o alemão Klaus Main , vocalista da banda Scorpions. “O Queen faria um show fantástico naquele festival”, ele completa: “E também seria o nosso show mais famoso.”

Era a primeira edição do Rock In Rio e o Scorpions enfim descobria a fama mundial, com o nono disco de estúdio Love at First Sting, lançado um ano antes, em 1984 e de onde vem o hit Rock You Like a Hurricane, um dos maiores clássicos da banda – talvez só não seja maior do que a balada “Wind of Change”, lançada em 1990 porque a trupe alemã realmente se especializou em criar baladas perfeitas para embalar multidões roqueiras e suadas.

As duas apresentações do Scorpions na primeira – e histórica – edição do festival se deu diante de 250 mil e 280 mil pessoas, um número recorde da banda, só quebrado anos e anos mais tarde, em uma apresentação para um show organizado por uma rádio na Polônia.

E, mesmo se já não seja a apresentação detentora do título de maior público do Scorpions, a passagem pelo Rock In Rio, conta Maine, é a mais memorável de todas. “Sempre nos perguntam sobre aquelas noites”, recorda o vocalista. “E nós lembramos de cada minuto daqueles shows”, garante.

“Os anos 1980 foram ótimos para a nossa carreira. Tocamos nos maiores festivais do mundo. Foram realmente momentos especiais. Quem poderia dizer que já havia tocado para quase 300 mil pessoas insanas. Era algo que não poderíamos imaginar nos nossos maiores sonhos. É normal que nos perguntem sobre isso”, ele avalia.

Maine disse jamais ter sentido pressão como aquela de 15 e 19 de janeiro de 1985. “Seja na Rússia, seja nos Estados Unidos. Sempre vamos falar de Rock in Rio. Vai ser ótimo voltar”, diz.

O Brasil é uma parada quase obrigatória para o S. Ao todo, foram 38 apresentações por aqui. E eles vão acrescentar, de uma só vez, mais sete shows no Brasil. A banda iniciará a nova tour no em Curitiba (dia 18 de setembro, na Pedreira Paulo Leminski) e segue para São Paulo (dia 21, na Allianz Parque), Uberlândia (dia 23, na Arena Sabiazinho), Brasília (dia 25, no Ginásio Nilson Nelson), Florianópolis (dia 28, na Arena Petry), Porto Alegre (dia 1º de outubro, no Ginásio Gigantinho) e chega ao fim no Rock in Rio (dia 4 de outubro, no Palco Mundo, o principal do festival).

Recentemente, o Rock in Rio revelou um app com o horário dos shows da edição 2019 e, para a surpresa geral, o Scorpions foram elevados ao posto de headliners da noite roqueira. Embora a data seja capitaneado pelo Iron Maiden, os ingleses preferiram tocar mais cedo.

Ou seja, o Iron Maiden irá subir ao Palco Mundo às 21h30, enquanto o Scorpions terá de encerrar a noite às 0h05. Na mesma data se apresentam Helloween, Sepultura, Slayer, Anthrax, Torture Squad & Claustrofobia e Nervosa.

Maine falou à Rolling Stone Brasil em casa, na Alemanha, depois de encerrar parte da turnê europeia da banda. A passagem pelo Brasil dará início ao ciclo que passa pela América Latina e termina na Europa oriental.

Depois das férias de fim de ano, Maine pretende voltar ao estúdio com o restante do Scorpions para gravar um possível sucessor de Return to Forever (2015), o 18º disco de estúdio deles. “Não vou fazer muitas promessas, mas possivelmente teremos um novo álbum do Scorpions. Sei que muitos fãs esperam por esse disco. Nós estamos confiantes”.

A data do novo álbum ainda não é certa, ele diz, ao citar que o trabalho pode sair no final de 2020 ou até em 2021. “O que posso dizer é que temos um ótimo começo de disco.”

Musicalmente, o Scorpions integra um time de bandas capazes de manter a mesma fórmula de composições, sem fugir de alguns aspectos característicos – no caso eles, eles flutuam entre o hard e o soft rock com precisão cirúrgica.

E fazem isso desde 1965. Por isso, mesmo, têm a liberdade de serem clichê vez ou outra – faz parte da mitologia, de quem esteve naquele Rock in Rio e se mantém na ativa, até hoje, 34 anos de volta, ao palco do mesmo festival que os consagrou.

Como quando Maine, ao se despedir, fez questão de mandar esse recado antes de desligar o telefone, depois dos “obrigados, “bom dias” e “tchaus” e já terem sido trocados. “É isso. Será um privilégio tocar no Rock in Rio. Estamos prontos para ‘Rock you like a hurricane’.” É isso.

 

Fonte: Rolling Stone

Freddie Mercury: 7 curiosidades que você certamente não sabia sobre o cantor

Freddie Mercury era único da cabeça aos pés. De sua voz às roupas. Da personalidade ao talento. A história de Mercury é tão impressionante que, em 2018, foi lançado um filme em sua homenagem, o Bohemian Rhapsody. Mas o longa não conta tudo sobre o cantor, afinal, seria impossível narrar todos acontecimentos da extraordinária vida de Mercury.

O artista faria 73 anos na última quinta-feira, 5, e mesmo após cerca de 30 anos da sua morte, ele continua sendo inesquecível. E alguns dos motivos são, certamente, as suas infinitas histórias.

Um adulto costuma ter 28 dentes (32 com os sisos), mas Freddie Mercury possuía 36 contando com os sisos. O excesso de dentes era responsável pela aparência de Mercury, com seus dentes característicos.

Pela quantidade, os dentes traseiros empurram os dianteiros, deixando-os para frente. Essa característica é chamada de Dentes Supranumerários, e podem acontecer em qualquer fase na vida, tanto na formação da arcada dentária quanto em outros momentos.

Essa condição de Mercury é considerada um dos principais motivos pelo alcance vocal do cantor, já que aumenta o espaço dentro da boca. No entanto, os dentes não agradavam Mercury, muito pelo contrário: ele odiava seus dentes. Mesmo assim, ele optou por não fazer cirurgias ou usar aparelhos porque tinha medo que houvesse alguma alteração na sua voz.

A voz de Freddie Mercury é inesquecível, e disso todos sabemos. Mas ela é tão impressionante que foi pesquisada, em 2015, por 4 estudiosos da voz: Christian T. Herbst,Stellan Hertegard, Daniel Zangger-Borch e Per-Åke Lindestad.

O cantor se formou em Design Gráfico pelo Ealing Art College, em Londres. Depois disso, ele trabalhou com Mary Austin, namorada de Mercury na época, como vendedor de roupas no conhecido Mercado Kensington.

Lady Di e Mercury eram grandes amigos, mas a fama dos dois tornava quase impossível que saíssem juntos. Além do assédio dos fãs e jornalistas, Lady Di tinha que seguir restritas ordens reais, já que fazia parte da Família Real Britânica.

Na década de 1980, Freddie e Michael Jackson estavam prestes a gravar um álbum juntos, mas o que os impediu foi uma lhama. Pois é, você leu direito.

O episódio envolvendo o animal aconteceu depois da relação dos dois artistas já ter ficado desgastada devido à personalidade forte e diferente de ambos. Tudo piorou quando Michael Jackson, que tinha uma lhama de estimação, insistiu em levá-la para o estúdio, o que desagradou muito Mercury.

Freddie foi cremado no cemitério de Kensai Green, em Londres, no ano de 1991. Mas o local de suas cinzas é um mistério. Há informações de que apenas Mary Austin, os membros da banda, Jim Hutton ( último companheiro do cantor) e a família do dele sabem onde foram depositadas suas cinzas.

Em 1991, ano em que Mercury faleceu, foi descoberto um asteroide, o 17473, rondando pelo espaço. Pode ter sido apenas coincidência, mas em 2016 esse mesmo asteroide foi nomeado, pela União Astronômica Internacional, em homenagem a Freddie Mercury.

 

Fonte: Rolling Stone

 

Greta Van Fleet lança a inédita “Always There” para trilha de filme

Uma das bandas mais hypadas dos últimos tempos (considere isso algo bom ou não) é certamente a norte-americana Greta Van Fleet. Ao incorporar elementos do rock setentista para os dias atuais, a banda ganhou rapidamente uma grande base de fãs, mas também virou alvo de críticas negativas.

Em Anthem Of The Peaceful Army, disco de estreia lançado em 2018, a banda misturou hard rock com rock progressivo em um som que é associado fortemente à proposta sonora do Led Zeppelin. Uma discussão recorrente na época foi: será que eles vão continuar assim para sempre?

Hoje (06), a banda lançou a sua primeira canção desde seu debut. Intitulada “Always There“, a faixa é uma balada muito bem guiada pela base de guitarra e pela voz de Josh Kiszka.

A canção estará inclusa na trilha sonora do filme A Million Little Pieces, que será uma adaptação de um livro de mesmo nome lançado em 2005. No entanto, ainda não é certo se a música estará presente ou não no novo disco da banda.

 

O que sabemos até então sobre o futuro do Greta Van Fleet

As gravações do segundo disco da banda já estão em andamento. O novo álbum contará com a produção de Greg Kurstin, que é conhecido por ter trabalhado com nomes como Foo Fighters e Paul McCartney.

Pelo que os próprios membros já deixaram claro, o novo trabalho marcará uma inevitável mudança na sonoridade da banda. Ao ser questionado sobre os rumos da nova sonoridade, em entrevista concedida ao TMDQA! em Abril deste ano, o baixista Sam Kiszka citou até Caetano Veloso.

 

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos

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