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Category Archives: Rock pelo mundo

Hoje é o Dia do Guitarrista!

Hoje, 10 de março, é o Dia do Guitarrista, aquele cara ou menina que nos emociona com solos, riffs e acordes do instrumento mais legal do Rock and Roll. Músicos que nos alegram os ouvidos, coração, alma e mente. Não encontrei a origem da data, mas tá valendo!

A guitarra é o instrumento mais popular e influente na história da música e, é claro, do rock´n roll. O conceito diz: “guitarrista é um músico que toca guitarra. Sejam elas acústicas ou elétricas, solo, em orquestras ou com bandas, em uma variedade de gêneros. Mas a gente gosta mesmo é dos roqueiros doidos, né não?

Fonte: Blog De Rocha

 

Black Sabbath: David Coverdale foi chamado para ser o vocalista, mas recusou

O guitarrista Tony Iommi relembrou da ocasião em que convidou o vocalista David Coverdale para integrar o Black Sabbath. A situação foi comentada em entrevista ao canal da Gibson no YouTube, com transcrição via Ultimate Guitar.

O convite foi feito em meados de 1982, quando Ronnie James Dio deixou o Black Sabbath. Ian Gillan, então ex-Deep Purple, foi chamado para assumir o posto, mas Tony Iommi queria outro cantor relacionado à banda em questão: David Coverdale, que substituiu Gillan no Purple nos anos 1970.

“Encontrei David Coverdale e ele disse: ‘poxa, acabei de montar essa banda, o Whitesnake… por que não me achou antes?’. Eu expliquei que Dio não havia saído antes, estava acontecendo naquele momento”, disse o guitarrista.

Iommi comentou que houve uma verdadeira busca por um novo vocalista. “Fizemos testes com vários vocalistas, incluindo Michael Bolton – acredite ou não, ele era um dos cantores. Isso continuou por um tempo e não sabíamos como continuar”, afirmou. Vale lembrar que Bolton era vocalista de rock em seus primórdios e chegou a ter uma banda, Blackjack, ao lado de Bruce Kulick, que se tornaria guitarrista do Kiss no futuro.

O nome de Ian Gillan acabou aparecendo e ele conseguiu a vaga. “A gente se encontrou e Ian não lembrava disso. Ficou tão bêbado, nem lembrava do que havia acontecido. Foi ótimo, nos divertimos. Foi desafiador, meio que nos transfere para uma energia diferente. Quisemos fazer um álbum realmente pesado, mas trabalhávamos em períodos diferentes, pois Ian ficava acordado a noite toda e nós não. Ele ficava bebendo uísque e nós estávamos na cama. Levantávamos e ele ainda estava lá (risos)”, comentou.

Ian Gillan e Black Sabbath

A rápida passagem de Ian Gillan pelo Black Sabbath durou até 1984, quando o Deep Purple anunciou sua reunião. Apenas um álbum foi produzido com Gillan nos vocais: “Born Again”, de 1983. O trabalho é bastante criticado pela qualidade de gravação.

Apesar disso, Ian se recorda do disco com carinho. Em entrevista ao ‘G1’, concedida em 2017, ele apontou que “ama” o álbum. “Tem algumas músicas que acho ótimas. Adorei trabalhar principalmente com Tony. É uma banda incrível e eu os respeito muito. Não curti muito a produção, acho que ficou abafado e eu queria um som mais limpo. Mas eu consigo ouvir ‘Trashed’, e ela está no top 5 da minha vida inteira”, declarou, na ocasião.

No mesmo ano, ao canal do site Loudwire no YouTube, ele destacou que ficou “horrorizado” com a mixagem de “Born Again”. “Eu fiquei horrorizado com a mixagem. Sim, adorei as músicas, amo compor com Tony (Iommi), ainda somos grandes amigos e ainda escrevemos juntos ocasionalmente. Peguei algumas trilhas originais em uma fita, as quais ainda tenho, e ainda soam incríveis. Então, ouvi a mixagem e a produção pela primeira vez. Era como se alguém colocasse um cobertor em cima de tudo”, disse.

Ainda que a produção seja creditada a Robin Black, em parceria com o próprio Black Sabbath, Ian Gillan encontrou um curioso culpado para a situação: o baixista Geezer Butler. “Ele vai negar isso, mas Geezer foi até Londres para supervisionar a remixagem, e foi isso que ele conseguiu. Acho que ele teve alguma leve influência no som final, sendo o baixista da banda”, afirmou.

 

Fonte: Whiplash

 

Paraná: Assembleia Legislativa aprova Dia Estadual do Heavy Metal

A Assembleia Legislativa do Paraná aprovou nesta segunda-feira (09 de março) em primeira discussão o projeto de Lei do deputado estadual Douglas Fabrício (CIDADANIA) que institui o “Dia Estadual do Heavy Metal”, a ser comemorado no dia 08 de junho.

Foi escolhida esta data comemorativa em homenagem ao cantor, compositor, pianista e maestro brasileiro, Andre Matos, que faleceu no último dia 08 de junho de 2019.

A proposta foi apresentada devido ao reconhecimento do estado do Paraná ao músico brasileiro que teve carreira artística vitoriosa no Japão, Estados Unidos e países da Europa, com milhões de discos vendidos e inúmeros shows realizados.

“Andre Matos foi pioneiro na mistura da música clássica com o estilo pesado do heavy metal e ritmos brasileiros, sendo um dos responsáveis por colocar o Brasil no cenário do rock internacional em um estilo dominado por norte-americanos e europeus. Como alguns estados já manifestaram, o Paraná, que tem uma significativa comunidade roqueira, também reconhece a importância da sua obra e presta esta homenagem”, argumenta o deputado Douglas Fabrício.

O deputado ainda destacou que uma petição de fãs do cantor publicada na internet solicitou a homenagem ao cantor em âmbito nacional.

Reflexos no turismo

O deputado ainda argumentou que além de homenagear Andre Matos e reconhecer o heavy metal como um estilo de grande importância para o estado do Paraná, o projeto pode contribuir para impulsionar o turismo e o comércio local.

“Em Curitiba e demais cidades temos muitos adeptos do estilo. Ao instituir esta data comemorativa, podemos ampliar a realização de eventos e festivais e incentivar bandas locais, além de aumentar o número de visitantes”, afirma Douglas, que já foi secretário estadual de Esporte e Turismo.

Apoio do segmento

Após apresentar o projeto na Assembleia Legislativa em 2019, Douglas Fabrício participou das comemorações do “Dia Mundial do Rock” no Angra Friends, realizado no no dia 13 de julho de 2019 em São Paulo, a convite do então empresário Paulo Baron, do Angra e Shaman (ex-bandas do Andre Matos), onde conheceu o guitarrista Rafael Bittencourt (líder do Angra).

Na ocasião, o parlamentar recebeu apoio dos músicos e do empresário, que destacou a importância da iniciativa para valorização do rock e da cultura brasileira.

 

Fonte: Whiplash

 

Morre O Lendário Produtor Musical, Keith Olsen

Morre o lendário produtor musical, Keith Olsen. A notícia da morte de Keith foi confirmada hoje (09) pela banda alemã Scorpions via sua conta oficial no Facebook.

“A gente acabou de saber do falecimento de nosso querido amigo e produtor, Keith Olsen. Keith produziu icônicos álbuns, incluindo nosso disco Crazy World.

Keith foi um cara maravilhoso, e fazer Crazy World foi uma inspiradora jornada, que conta com músicas excepcionais como Wind of Change e Send me an Angel, que receberam o toque de Keith Olsen em todas as suas notas. Nossas orações vão para sua família. Descanse em paz, Keith. Você vive na música”, comentou a nota do ‪Scorpions‬.

Alem de Scorpions, Keith trabalhou com icônicos artistas e bandas como Whitesnake (1987), Ozzy Osbourne (No Rest For The Wicked), Fleetwood Mac, Foreigner, Santana, Sammy Hagar, Heart e Bad Company, entre outros.

 

Fonte: Rockbizz

 

Jared Leto compartilha vídeo do momento em que quase morreu enquanto escalava uma montanha

Jared Leto compartilhou um vídeo do momento em que “quase morreu” enquanto escalava uma montanha. Por meio de um post do Twitter, o ator revelou em detalhes como a corda que o segurava quase se rompeu quando ele estava a mais de 180 metros do chão.

“Não quero parecer dramático, mas nesse dia eu quase morri. Fiz uma boa escalada com o Alex Honnold na [região de] Red Rock. Olhei para cima e, em segundos, a corda estava sendo cortada pela pedra enquanto eu balançava a quase 200 metros no ar. Eu lembro de olhar para o chão embaixo”, escreveu o ator.

Apesar do susto, Leto disse que após conseguir voltar para a parede de pedra ele não desistiu da atividade radical e continuou a escalada ao lado do amigo. Além disso, o ator escreveu que a experiência foi, de certa forma, divertida.

“Foi um momento estranho – menos medo, mais uma questão de fato, e um pouco de melancolia. A adrenalina veio depois, quando eu voltei para a parede [de pedra]. Mas nós superamos isso e vivemos para ver outro dia. De forma geral, na verdade, foi um pouco divertido. Nós continuamos escalando pela noite.”

 

Fonte: Rollingstone

 

Kansas Anuncia Lançamento De Novo Álbum De Estúdio

A lendária banda norte-americana, Kansas, anunciou que seu novo álbum de estúdio, intitulado The Absence of Presence, será lançado no dia 26 de junho via Inside Out Music.

The Absence of Presence, que é o sucessor de The Prelude Implicit (2016), foi produzido pelo guitarrista Zak Rizvi e co-produzido por Phil Ehart (bateria) e Richard Williams (guitarra).

“Nós estamos muito orgulhosos do álbum The Absence of Presence”, comentou Zak Rizvi. “Fazer um novo disco do Kansas nos impõe um alto padrão de qualidade, o que é esperado pelos nossos fãs. Tem de tudo: épicos progressivos, baladas e rock direto, ou seja, tem de tudo neste álbum”, completou.

 

Fonte: Rockbizz

Pearl Jam apresentará Seu Novo Álbum Em Cinemas Brasileiros

O Pearl Jam anunciou um evento especial para promover seu novo álbum Gigaton. No dia 25 de março, dois dias antes do lançamento oficial do disco, os fãs terão uma experiência diferente nos cinemas.

O novo trabalho da banda será executado na íntegra durante o The Gigaton Listening Experience, evento audiovisual e com som Dolby Atmos em mais de 200 cinemas pelo mundo, incluindo o Brasil.

Haverá um trabalho visual desenvolvido por Evolve, cineasta e artista por trás do videoclipe do primeiro single Dance of the Clairvoyants.

 

Fonte: Rockbizz

Ghost: Papa Emeritus IV É Apresentado Ao Público Em Show No México

O Ghost terminou ontem (03) na Cidade do México a sua bem-sucedida Prequelle Tour, com isso, a banda deu adeus ao Cardinal Copia e recebeu o “novo” frontman, o Papa Emeritus IV.

O Ghost vai tirar o resto do ano de 2020 para trabalhar em seu novo álbum de estúdio. Mais novidades serão publicadas em breve.

 

Fonte: Rockbizz

 

Journey: Steve Smith e Ross Valory são demitidos da banda e acusados de golpe

A banda Journey demitiu o baterista Steve Smith e o baixista Ross Valory, que, entre idas e vindas, estão na formação desde a década de 1970. A informação foi confirmada, em comunicado à imprensa, por uma advogada que representa o guitarrista Neal Schon e o tecladista Jonathan Cain.

Schon e Cain estão acusando Smith e Valory de tentarem aplicar um golpe corporativo para obter controle de uma das empresas do Journey, Nightmare Productions. Os músicos demitidos estão sendo acionados judicialmente, com pedido de indenização superior a US$ 10 milhões.

O processo aponta que Neal Schon e Jonathan Cain são, desde 1998, os únicos responsáveis por controlar o Journey enquanto marca, incluindo o nome da banda. Dessa forma, são os únicos músicos autorizados a usar o nome do grupo, mesmo sem outros integrantes originais ou clássicos.

A ação aponta que Steve Smith e Ross Valory tentaram aplicar um golpe para controlar a Nightmare Productions porque acreditavam, erroneamente, que a empresa controlava o nome e a marca Journey. “Eles achavam que poderiam manter como refém o nome Journey e garantir renda após pararem de fazer shows”, afirma o texto do processo.

Em dezembro de 2019, segundo a acusação, os dois músicos conspiraram para que Neal Schon e Jonathan Cain fossem destituídos do controle da Nightmare Productions. “Com isso, Smith e Valory destruíram a química, coesão e relacionamento necessários para a banda tocar junta”, diz.

Até o momento, Steve Smith e Ross Valory não se manifestaram. O baterista entrou para o Journey em 1978, ficando até 1985. Ele voltou em 1995, saiu novamente em 1998 e retomou seu posto em 2015. O baixista, por sua vez, faz parte do grupo desde o seu início, em 1973, também deixando a formação em 1985. Ele retornou em 1995 e seguiu desde então.

 

Fonte: Whiplash

As complicações de Black Sabbath Vol. IV: como a polícia precisou intervir diversas vezes para ninguém morrer

O Black Sabbath é conhecido pelas histórias bizarras envolvendo muitas drogas e situações inacreditáveis, principalmente quando se trata do disco Black Sabbath Vol. IV(1974). Em entrevista ao Gibson TV, Tony Iommi, guitarrista do grupo, falou sobre brincadeira feita com o baterista Bill Ward que quase teve consequências trágicas.

Na declaração do músico, ele detalhou o processo criativo do álbum, que ocorreu em uma casa alugada pela banda em Bel Air, em Los Angeles. No local, havia diversas tintas spray – utilizada pelos integrantes da banda para pintar de dourado o corpo do baterista Ward, que estava bêbado.

No entanto, o momento não teve boas consequências: “Ele[Bill Ward] estava rindo no começo, mas depois ficou muito violentamente mal e ficou, tipo, *barulho de vômito*. Então tive que ligar para o 911[número de emergência nos EUA] e disse: ‘É uma emergência, podemos ter uma ambulância?’; ‘Bem, o que há de errado com ele?’; ‘Bem, ele está pintado de dourado”, explicou Iommi.

Após o diálogo curioso, os agentes de emergência acreditaram ser um trote, e a banda precisou tomar uma atitude: “Pegamos esse removedor de tintas, voltamos, começamos a esfregar e, é claro, ele ficou todo vermelho lá. Era como beterraba, uma loucura. Realmente estúpido, quer dizer, você nunca pensa nas consequências. Ele poderia ter morrido lá”.

Quando o músico chegou ao hospital, os médicos advertiram os integrantes do Black Sabbath, porque Bill ‘poderia ter morrido ali mesmo’. O baterista ficou completamente queimado e os companheiros de banda arrependidos.

Apesar de ser um momento tenso, Bill Ward precisou enfrentar outros momentos nos quais a polícia foi envolvida. Durante um dia no estúdio, Tony Iommi teve a ideia de atear fogo no baterista, que concordou. No entanto, a brincadeira teve sérias consequências.

Na entrevista, o guitarrista falou sobre o acontecimento: “Tínhamos esse produtor, Martin Birch, ele entrou no estúdio e estava um pouco assustado conosco por causa da reputação do Sabbath e tudo mais. Bill entrou e eu disse: ‘Bill, posso atear fogo em você?’ Ele disse: ‘Agora não, estou ocupado.’ ‘Está bem então.'”

Iommi continuou: “Ele saiu para a sala de bateria, brincando, e depois voltou: ‘Ok, estou pronto agora. Você quer me incendiar?’ Eu disse: ‘Ok’. Matin Birch perguntou ‘O que diabos está acontecendo?’ Então, peguei duas garrafas de álcool e as derramei em Bill, e é claro, ele ficou encharcado em suas roupas e ateei fogo, explodiu como uma bomba”.

“Coloquei muito. Em vez de queimar o suficiente, queimava através de suas calças, queimava todas as pernas, e então ele teve que ir a um hospital. Ele teve queimaduras de terceiro grau”, continuou o guitarrista.

Durante o processo de criação de Black Sabbath Vol. IV, Ozzy Osbourne citou outro acontecimento, envolvendo a casa em Bel Air, que teve participação da polícia. Em entrevista ao SiriusXFM, o músico revelou que havia uma montanha de cocaína e maconha no local, e um descuido o fez comer tudo de uma vez.

Tudo aconteceu quando Ozzy tentou ligar o  ar-condicionado: “Apertei a p*rra do botão, e em uns cinco minutos, quatro ou cinco viaturas de polícia chegaram berrando no portão” – era um botão de pânico, na verdade, e chamou a polícia. “Eu comecei a gritar: ‘é a p*rra de uma batida!’”

Para não desperdiçar as substâncias ilícitas, Ozzy comeu tudo: “Tinha cocaína saindo pelos ouvidos. Não dormi nada durante os quatro dias seguintes,” brincou.

 

Fonte: Rolling Stone

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