Chocolate Kri, creme dental Kolynos e sorvetes Yopa. Os mais jovens talvez não conheçam esses nomes, mas até hoje consomem esses produtos. Eles são alguns exemplos de marcas que foram rebatizadas nos últimos anos no país, por estratégias de marketing dos fabricantes ou como consequência de fusões de empresas.

Muitas empresas que têm atuação multinacional acabam alterando produtos para unificar as marcas ao redor do mundo. Foi o caso do chocolate Kri. Em 1992, ele passou a ser chamado pela Nestlé de Crunch, como era conhecido fora do Brasil. Compras e fusões de empresas também costumam fazer com que algumas marcas sejam substituídas. Anos atrás, depois que foi comprada pela Colgate-Palmolive, a Kolynos saiu do mercado por determinação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Foi substituída pela Sorriso, mas manteve a mesma identidade visual.

Compras e fusões de empresas também costumam fazer com que algumas marcas sejam substituídas. Anos atrás, depois que foi comprada pela Colgate-Palmolive, a Kolynos saiu do mercado por determinação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Foi substituída pela Sorriso, mas manteve a mesma identidade visual.Mais recentemente, a Telefônica passou a adotar o nome Vivo para todos os seus produtos no Brasil. As duas empresas passaram por um processo de fusão em 2011. Antes da privatização, a própria Telefônica tinha outro nome no país: Telesp.

“Troca é quase sempre perigosa” Para Marcos Bedendo, professor da ESPM, a troca de nomes é quase sempre perigosa. “O consumidor tem uma relação emocional com as marcas”, diz. Ele afirma, porém, que a globalização das empresas faz com que as mudanças sejam necessárias até por uma questão econômica. “É mais fácil e mais eficiente concentrar as marcas. Isso diminui gastos com publicidade, embalagens e com a gestão da própria marca.”

 

Fonte: Uol