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Deep Purple: por que Ian Gillan não enjoa de cantar “Smoke on the Water”

O vocalista Ian Gillan revelou, em entrevista a Greg Prato, do Songfacts, que não se cansa de cantar a música “Smoke on the Water”, do Deep Purple. E há um motivo para isso.

“Smoke on the Water” se tornou, de forma inegável, um grande clássico do rock. Todavia, vários fãs e até mesmo músicos dizem que já enjoaram de ouvir a canção e até brincam que toda banda iniciante faz um cover dessa faixa.

A letra conta a real história de quando o Deep Purple estava em um cassino em Montreux, na Suíça, assistindo a um show do Frank Zappa com o The Mothers of Invention. Durante um solo de sintetizador, um fã atirou um sinalizador no teto, o que fez o local pegar fogo.

“Tentamos recriar nessa letra toda aquela atmosfera da melhor forma que conseguimos. Quando fizemos a letra, pois estávamos com pouco material, achávamos que essa música seria apenas para ‘encher’ o álbum (‘Machine Head’, de 1972). Foi feita no último minuto. O riff e a backing track foram feitas no primeiro dia como uma passagem de som, sem letras”, disse Gillan, inicialmente.

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O cantor pontua que o engenheiro de som disse ao Deep Purple, um dia, que faltava bastante tempo para fechar a duração do disco “Machine Head”. Foi aí que nasceu “Smoke on the Water”. “Roger (Glover, baixista) e eu fizemos uma letra biográfica sobre a ocasião em que fizemos o álbum. Foi assim que aconteceu. Não tocou nas rádios por um ano porque era longa demais. Só mudou quando um cara da gravadora Warner nos viu em um show e conferiu a reação da plateia. Ele fez uma edição de 3 minutos e meio e tocou na rádio pela primeira vez, um ano depois do álbum sair”, afirmou.

Como a letra de “Smoke on the Water” trata de uma história real, Ian Gillan não se cansa de apresentar a música com o Deep Purple porque “como toda canção com uma narrativa, você é levado para aquele lugar”. “É fantástico, amo cantar essa música. Tem muito groove. E o mais importante: todos na plateia se envolvem, sabem cada palavra e cada batida. É uma experiência compartilhada, como uma euforia congregacional. Fantástico, eu amo isso”, disse.

Gillan concluiu que não enjoa de nenhuma música do Deep Purple. “Amo todas elas. Não tenho problema em cantar todas elas todos os dias”, pontuou.

Spotify anuncia expansão da função de auxílio para artistas na América Latina

A plataforma de streaming Spotify anunciou nesta terça-feira (4) que está ampliando a função do novo recurso chamado Escolha do Artista para Captação de Recursos (em inglês, Artist Fundraising Pick) para a América Latina, em parceria com as empresas Mercado Pago e PayU.

Spotify anuncia expansão da função de auxílio para artistas na América Latina

Foto: Reprodução | Spotify

Países como Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru e Uruguai, entraram na lista do Artist Collection Fund que desde sua criação gerou mais 91 mil links para a captação, recebendo um total de quase 7 milhões de acessos. Com o intuito de ajudar financeiramente, o Spotify busca atingir cerca de 27 mil artistas só no Brasil e mais de 77 mil em toda a região da América Latina.

É a primeira vez que uma função como essa se concentra na América Latina, resultado dos inúmeros pedidos vindos de fãs e dos próprios artistas. O Spotify afirmou que “continuará investindo no apoio à comunidade musical global durante esse período difícil, melhorando seus recursos nos próximos meses”.

Como funciona:

Os usuários admin que utilizam o Spotify for Artists podem selecionar Iniciar no banner do artista na parte superior do painel de controle. Depois disso, eles podem adicionar um link para a captação de recurso ao perfil do artistas selecionado, através do Mercado Pago e PayU.

Podem participar do projeto os artistas que buscam ajuda na complementação de sua renda, os que querem apoiar colaboradores e amigos na indústria da música, criar fundos que beneficiam uma das organizações verificadas pelo Spotify ou que oferecem assistência financeira aos membros da comunidade musical afetados pelo coronavírus.

Ozzy Osbourne desabafa: “Parem de perguntar se estou bem!”

Ozzy Osbourne, lenda do heavy metal e frontman do Black Sabbath, foi diagnosticado com Mal de Parkinson em fevereiro do ano passado. Desde então, muitas pessoas sempre perguntam sobre o seu bem-estar.

Ozzy Osbourne desabafa: "Parem de perguntar se estou bem!"  

Foto: Vladimir Astapkovich | AP

“(Eles) ficam assim: “Você está bem?” Sim, parem de me perguntar se estou bem. Não estou bem se você me perguntar se estou bem”, respondeu durante uma recente entrevista ao Entertainment Tonight.

Outra coisa que anda incomodando Osbourne é o fato das turnês terem sido adiadas, devido à atual crise do coronavírus. Os seus shows solo também não escaparam dos cancelamentos.

“É uma pena. Acabei de descobrir outro dia que shows indoor serão uma coisa do passado”, lamenta.

Mesmo assim, ele confessa que está ansioso para voltar aos palcos: “Assim que eu me levantar, sairei. Mal posso esperar. Pandemia ou não, mal posso esperar”, concluiu.

APÓS 17 ANOS, MIDNIGHT OIL ANUNCIA NOVO SINGLE

O Midnight Oil anunciou em suas redes sociais o lançamento de “Gadigal Land”, sua nova música depois de 17 anos. Este novo single fará parte do próximo álbum intitulado The Makarrata Project e chegará nas plataformas digitais na próxima sexta, dia 7 de agosto.

No mesmo comunicado, a banda disse que lançará um vídeo deste single no sábado, dia 8, durante a transmissão do NITV, o National Music Awards da Austrália.

Como esquecer um amor antigo? Dicas do que fazer e não fazer

De acordo com uma pesquisa americana, uma pessoa pode passar cerca de 85% do tempo do seu dia pensando no(a) ex depois do término de uma relação.

Apesar de soar um pouco assustador, quem já passou uma desilusão amorosa sabe o quanto é difícil parar de pensar no(a) ex, não é mesmo?

Isso acontece porque a mente humana cria uma espécie de dependência pela pessoa amada e ela se transforma em uma necessidade que precisa ser suprida.

Ou seja: quando um relacionamento termina, é como se uma droga fosse tirada de alguém viciado e é por isso que esquecer um amor é um caminho longo e árduo.

É, amigos. É difícil segurar essa barra. Tudo seria mais fácil se o ser humano viesse com botõezinhos de “liga” e “desliga” para o amor, né?

Mas, já que eles não existem, o jeito é seguir o baile e investir em algumas atitudes que podem ajudar na missão de se “desviciar” daquele(a) ex.

Veja abaixo algumas dicas do que fazer para esquecer um amor (e o que não fazer também).

Como esquecer um amor antigo?

O que fazer:

– Trabalhe a aceitação do fim

O ser humano naturalmente tem uma tendência de se apegar ao passado e aceitar a ideia de que algo que era bom chegou ao fim não é uma tarefa simples. Apesar disso, é fundamental trabalhar a aceitação do término e evitar ficar em negação, pois isso não ajudará em nada. O jeito é aceitar e seguir em frente.

– Tente pensar em outras coisas

Por mais que seja normal pensar no ex a maior parte do tempo, é muito importante tentar pensar em outras coisas e desviar o foco. Busque opções para te distrair, como assistir uma série ou ler um livro, por exemplo.

– Não tenha pressa

“Você tem que procurar um novo amor”, “você precisa sair mais” são alguns conselhos que quem acabou um relacionamento fica cansado de ouvir. Realmente, essas dicas podem ajudar a esquecer o ex, mas lembre-se que você não deve se forçar a nada. Faça as coisas no seu tempo e, somente quando se sentir à vontade, saia para conhecer novas pessoas.

O que não fazer:

– Não stalkeie seu/sua ex

É normal querer saber o que o (a) ex está fazendo depois que vocês se separaram, mas ficar monitorando as redes sociais dele (a) é um grande erro. Isso porque “stalkeando” você terá a impressão de que ainda está próxima do(a) ex de alguma forma, o que também é um empecilho para esquecê-lo(a).

– Não arranje desculpas para falar com ele

Depois de tanto tempo de convivência, você fica sem saber como é passar um dia inteiro sem conversar com a pessoa amada e, por isso, muitas pessoas acabam inventando desculpas para conversar com o (a) ex parceiro (a) depois do térmico. Por um momento, falar com a pessoa amada pode ser bom, mas, a longo prazo, isso pode ser algo ruim, já que ajuda a continuar alimentando o sentimento por ela.

– Não mantenha contato constante com a família dele(a)

Muitas pessoas acabam criando um carinho grande pelas pessoas da família do (a) ex, as, depois que vocês não estiverem mais juntos, o ideal é tentar não manter tanto contato com os familiares dele (a). Pode parecer cruel, mas isso também é importante para tentar esquecê-lo (a) de vez.

– Não negue a ajuda de amigos

Aceite a ajuda e apoio de amigos e familiares nos momentos que se sentir para baixo, eles são fundamentais para manter a sua sanidade. Além disso, se não hesite em buscar ajuda profissional com um psicólogo.

Empresas lideradas por mulheres negras são mais atingidas pela pandemia

Pesquisa aponta que empreendedoras negras têm maior dificuldade de atuar de modo virtual e conseguir crédito.

 

As mulheres empreendedoras negras são o segmento mais afetado pelo novo coronavírus entre todos os grupos de empreendedores brasileiros. Uma pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) divulgada hoje mostra que as empresas lideradas por elas têm maior dificuldade de funcionar de modo virtual e conseguir empréstimos bancários em razão do CPF negativado. O levantamento, feito em parceria com a FGV (Fundação Getúlio Vargas), revela ainda que os pequenos negócios liderados por esse grupo representam a maior proporção entre as empresas que ainda permanecem com a atividade interrompida.

A pesquisa ouviu 6.470 donos de pequenos negócios de todos os estados e do Distrito Federal, entre os dias 25 e 30 de junho. Os dados mostram que enquanto 36% das empreendedoras negras estão com a atividade interrompida temporariamente, essa proporção cai para 29% entre as empresárias brancas e 24% entre os homens brancos (entre os homens negros, a proporção é de 30%). De acordo com o Sebrae, a dificuldade enfrentada pelas mulheres negras para manter suas atividades é explicada, em parte, pelo fato de que os seus negócios só conseguem operar de forma presencial (27%). Entre as mulheres brancas, a proporção cai para 21% e entre os empreendedores brancos, o segmento representa 20% (entre os empresários negros, o percentual é de 25%).

Menos crédito, mais dívidas Considerando o acesso a crédito, 58% daquelas que pediram empréstimo tiveram o crédito recusado. Ao analisar as razões apresentadas pelas instituições financeiras para a recusa, as mulheres negras apresentaram a maior proporção de CPF negativado (25%), contra 24% dos empresários negros, 17% de mulheres brancas e 15% de homens brancos. As mulheres empreendedoras negras também apresentam uma proporção mais elevada de dívidas em atraso que as mulheres brancas à frente de um negócio. Enquanto 45% das empresárias negras enfrentam tal situação, essa é a realidade de 36% das mulheres brancas.

A pesquisa ainda revelou que as empresárias negras são as que menos têm negócios com empregados em regime de CLT (29%) e as que demitiram maior número de empregados (3, em média). O estudo também mostrou que as mulheres negras à frente de uma empresa têm a maior proporção de negócios que recorreram à redução de jornada e salários (29%). De acordo com o Sebrae, o levantamento mostrou que a proporção dos empresários que já tomaram a decisão definitiva de fechar ainda é baixa. Mas, pela amostra pesquisada, esta foi uma opção mais adotada entre as empreendedoras negras. Já desistiram de continuar em atividade 5% das mulheres negras donas de negócio, contra 4% no caso das mulheres e homens brancos e 3% no caso dos homens negros.

 

ROBERT PLANT LANÇA A INÉDITA “CHARLIE PATTON HIGHWAY (TURN IT UP – PART 1)”

Robert Plant lançou a faixa inédita “Charlie Patton Highway (Turn It Up – Part 1)”, que estará na coletânea Digging Deep: Subterranea. Essa é uma das três músicas novas do álbum duplo, previsto para sair em 02 de outubro.

O trabalho vai reunir 30 canções dos 11 álbuns solos de Plant, incluindo os destaques “Hurting Kind” e “Shine It All Around”, indicado ao Grammy, ao lado da inédita “Nothing Takes the Place of You” e uma versão de “Too Much Alike”, de Charlie Feathers, em dueto com Patty Griffin.

A coletânea também contará com antigos colaboradores, como Jimmy Page, Phil Collins, Buddy Miller, Nigel Kennedy, Richard Thompson, entre outros.

Tracklist de Digging Deep: Subterranea:

CD1
01. Rainbow
02. Hurting Kind
03. Shine It All Around
04. Ship of Fools
05. Nothing Takes the Place of You
06. Darkness, Darkness
07. Heaven Knows
08. In the Mood
09. Charlie Patton Highway (Turn It Up – Part 1)
10. New World
11. Like I’ve Never Been Gone
12. I Believe
13. Dance with You Tonight
14. Satan Your Kingdom Must Come Down
15. Great Spirit (Acoustic)

CD2
1. Angel Dance
2. Takamba
3. Anniversary
4. Wreckless Love
5. White Clean & Neat
6. Silver Rider
7. Fat Lip
8. 29 Palms
9. Last Time I Saw Her
10. Embrace Another Fall
11. Too Much Alike (feat. Patty Griffin)
12. Big Log
13. Falling in Love Again
14. Memory Song (Hello Hello)
15. Promised Land

Clássico do Clube da Esquina ganha versão rock pela Unabomber

“Canoa Canoa” é uma música com mais de 40 anos de história, mas que poderia ter sido lançada hoje. Imortalizada na voz de Milton Nascimento, a composição de Fernando Brant e Nelson Ângelo falava sobre a preservação do meio ambiente e a luta dos povos originários. É essa a mensagem que a banda Unabomber quer passar com uma pesada versão disponível nos principais serviços de streaming e que chega também com um lyric video, com direção, edição e pós-produção assinadas por Gabby Vessoni sobre arte de Jhon Bermond.

“Os discos ‘Clube da Esquina’ e ‘Clube da Esquina 2’ são marcos da música brasileira e referência para a gente. A escolha de ‘Canoa Canoa’ veio da vontade de fazer um tributo à música mineira, aos povos indígenas e ao meio ambiente, estes últimos atacados, desta vez, por uma política governamental orquestrada para acabar com as florestas e as comunidades que sobrevivem dela”, conta o guitarrista Sandro Luz.

O olhar crítico é um elemento que sempre esteve presente no trabalho da Unabomber. E o texto da banda foi amadurecendo sob ou sobre uma base sonora pesada de rock alternativo, com elementos implícitos do punk, postpunk e metal industrial.

Originária da Baixada Fluminense (Rio), e formada por André Luz (voz), Sandro Luz (guitarra), Alan Vieira (baixo) e Paulo Stocco (bateria), estrearam em 1996 com uma demotape homônima e produção a cargo da própria banda. Já a segunda fita, intitulada “R” e lançada no ano seguinte, contou com a produção do então iniciante Rafael Ramos (DeckDisc, Dead Fish, Pitty, Titãs). Após mais três anos de muitos shows pelo sudeste e participação em festivais, abrindo para nomes como Titãs, Raimundos, Charlie Brown Jr., Paralamas do Sucesso, Lemonheads e outras, o grupo encerrou as atividades.

Quase 18 anos depois, eles retornam à cena com o EP Massas & Manobras S/A (2017), onde fazem uma releitura de faixas das duas demos dos anos 90. O EP, lançado exclusivamente nas redes de streaming, contou com a produção musical de Celo Oliveira (Fleesh, Hydrya), além de projeto visual do fotógrafo Marcos Hermes. Na sequência, em meio ao xadrez sociopolítico contemporâneo, compõem e lançam o single inédito “Silêncio”, sempre com a produção de Celo Oliveira. Já em 2018, apresentam a primeira versão gravada pela banda. Trata-se de “Pesadelo”, de Paulo César Pinheiro e Maurício Tapajós, gravada originalmente pelo MPB4, em 1972. No ano seguinte, incorporaram à sua discografia o EP O Mal da Máquina Morre, que traz o hit “Guanabara”.

Unindo o peso do rock aos versos cortantes do rap, na parceria inédita com a rapper paulistana Flor MC, entregam em abril de 2020 o single “João 8:32”. A letra reflete sobre o fenômeno das fake news e sua influência no atual cenário sociopolítico do Brasil. Musicalmente, a faixa remete à trilha sonora de “Judgment Night” (USA, 1993), que conta com parcerias de artistas rock com nomes do rap, como Helmet & House of Pain.

Com produção musical de Celo Oliveira, “Canoa Canoa” está disponível nas principais plataformas de streaming de música e no YouTube.

Utilize o player abaixo e curta o lyric video desta novidade aqui no site da 89 A Rádio Rock:

Via AI

Corey Taylor lança clipe com Lars Ulrich, Rob Halford e Marilyn Manson para parceria com rappers; veja

Além de “CMFT Must Be Stopped”, “Black Eyes Blues” também foi lançada hoje com lyric video

Corey Taylor finalmente compartilhou as primeiras músicas de seu disco solo, que ele também acaba de revelar que se chamará CMFT — uma sigla para “Corey MotherFucking Taylor”.

As duas canções liberadas hoje foram “CMFT Must Be Stopped” e “Black Eyes Blue”, ambas bem diferentes entre si em relação à sonoridade. A primeira, inclusive, foi a escolhida para ganhar clipe.

É nela que Corey está acompanhado dos rappers Tech N9ne Kid Bookie, que honestamente trazem as melhores partes da faixa, na qual o cantor tenta mostrar uma pegada que transita entre o Rap e o Rock, diferentemente do outro single que exibe uma versão dele com a qual estamos mais acostumados.

O clipe de “CMFT Must Be Stopped”, no entanto, é uma atração à parte: por lá, o vocalista de Slipknot Stone Sour parece não se levar muito a sério e trouxe uma escalação recheada para participações especiais.

Nomes como Lars Ulrich (Metallica), Rob Halford (Judas Priest), Marilyn Manson e até as garotas do BABYMETAL aparecem em alguns trechos dublando e dançando a música. Ficou no mínimo divertido!

Continua após o vídeo

Disco solo de Corey Taylor

Em entrevista ao Mosh Talks With Beez para o site do Knotfest (via The PRP), Taylor confirmou a banda de apoio com a qual tocou no disco. Corey revelou que Christian Martucci (guitarra, Stone Sour), Zach Throne (guitarra), Jason Christopher (baixo, Prong) e Dustin Schoenhofer (bateria, Walls of Jericho) estão com ele na empreitada.

O cantor ainda afirmou que gravou mais de vinte e cinco músicas para o álbum, mas apenas treze estarão no corte final — incluindo, possivelmente, algumas covers. Saiba mais sobre o trabalho por aqui e confira abaixo o lyric video de “Black Eyes Blues”.

CMFT chega na íntegra no dia 2 de Outubro.

Corey Taylor lança dois singles de seu primeiro álbum solo nesta próxima sexta-feira

Corey Taylor, vocalista do Slipknot e Stone Sour, prepara-se para lançar não um, mas dois singles de seu primeiro álbum solo nesta sexta-feira, dia 31 de agosto.De acordo com a biblioteca do Spotify, uma música se chama “CMFT Must Be Stopped” e contará com os artistas de hip-hop Tech N9ne e Kid Bookie.

Os caras já são velhos conhecidos de Corey, que trabalhou com Tech N9ne em uma música chamada “Wither” em 2015, e com Kid Bookie em uma canção chamada “Stuck in My Ways” em 2019.

Há duas semanas, o cantor publicou o primeiro teaser dos bastidores que envolvem da produção de um videoclipe de seu disco solo, mas não deu detalhes sobre o material que chegará para os fãs.

Pelo que se sabe até aqui,  Corey Taylor deve lançar seu álbum até o final do ano e os músicos que o acompanharão nessa empreitada são: Jason Christopher no baixo, Dustin Schoenhofer na bateria, e os guitarrista Zach Throne e Christian Martucci, este último do Stone Sour.

 

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