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Category Archives: Entrevistas

Ozzy Osbourne: Madman confirma que está trabalhando em novo álbum de estúdio

Por mais que esteja próximo de completar 72 anos, Ozzy não quer parar de fazer música tão cedo. O lendário vocalista declarou nesta sexta-feira (25 de setembro), durante participação em episódio da série “Live Check In” da Radio.com que está trabalhando em um novo álbum, junto de Andrew Watt, que produziu e tocou guitarra em seu mais recente registro (“Ordinary Man”, lançado em fevereiro deste ano).

Ozzy falou sobre o que anda fazendo durante o período de inatividade, provocado pela pandemia de Covid-19. E a resposta foi bem animadora para os fãs do carismático músico. “Estou fazendo outro álbum agora. Acabei de começar a trabalhar com Andrew novamente”, afirmou o Madman.

Na sequência, o interminável Ozzy disse que a música continua sendo a razão de sua existência. “É o que me faz levantar de manhã e é o que estou aqui para fazer. Isso salvou minha vida, fazer aquele último álbum [“Ordinary Man”]. [É melhor do que] ficar com minha bunda sentada o dia todo esperando a porra da pandemia acabar. E então você pensa, ‘Oh, sim, eu sou um rockeiro. É melhor fazer um álbum.’ Você tem todo o tempo do mundo para fazer o melhor álbum possível.”

Conforme dito no início do texto, Ozzy já trabalhou com Andrew Watt em seu mais recente álbum de estúdio, “Ordinary Man”. O disco contou com a participação de vários músicos de renome, como os guitarristas Slash (GUNS N´ROSES) e Tom Morello (RAGE AGAINST THE MACHINE), Elton John, o baterista Chad Smith (RED HOT CHILLI PEPPERS), além dos rappers TRAVIS SCOTT e POST MALONE.

 

 

 

Em atividade desde o final dos anos 1960, como vocalista do Black Sabbath, Ozzy Osbourne iniciou sua carreira solo em 1980, com o lançamento de “Blizzard of Ozz“, que completou 40 anos no dia 20 de setembro. Em sua carreira solo, lançou doze discos oficiais de estúdio. Pelo visto, como ele mesmo diz em uma de suas músicas, “ele não quer parar”.

 

 

POR: MATEUS RIBEIRO 

FONTE: WHIPLASH

King Crimson: por que eles proíbem câmeras e celulares de fãs nos shows

O King Crimson é notável por não aceitar a entrada de câmeras e celulares em seus shows. A medida gerou polêmica quando foi anunciada, mas a banda mantém seu posicionamento e não volta atrás.

Há, claro, situações que demandam exceção, por falta de controle. Um exemplo foi o show do King Crimson no Rock in Rio 2019 – por ser um festival, não daria para a banda impor suas regras. Entretanto, quando o grupo tem a devida autonomia, câmeras e celulares de fãs são proibidos.

Em entrevista ao jornalista Justin Beckner, do Ultimate Guitar, o vocalista e guitarrista Jakko Jakszyk comentou e defendeu a decisão. O músico destacou que, na maioria dos casos, não vê sentido em filmar algo que você está presenciando pessoalmente e pontuou que os próprios artistas se sentem “acuados” pelas lentes.

 

De início, Jakko exemplificou: “Nas passagens de som, tocamos uma música chamada ‘Fracture’ que, para os fãs de Crimson, é uma obra-prima e não a tocamos muito nos shows. Às vezes, tocamos nos shows, mas não aparece muito – e o motivo é que alguém tirou alguma foto ou gravou algum vídeo nas músicas anteriores”.

Em seguida, ele completa: “Uma música como ‘Fracture’ é difícil e na nova afinação, fica ainda mais complicada (para o guitarrista Robert Fripp). E se fazemos um show com câmeras aparecendo, isso tira a concentração e ele não toca essa música”.

Jakko Jakszyk declarou que as pessoas, muitas vezes, pensam que vão tirar fotos de um show só porque pagaram pelo ingresso. “Ok, mas se você acha que a sua apreensão não vai afetar o show, você está muito errado. Se uma câmera dispara e ‘Fracture’ está no repertório, Robert não toca, pois acha que isso compromete sua técnica”, disse.

Outros músicos da formação também se sentem desconfortáveis com câmeras. “Gavin (Harrison), nosso baterista, fala que as câmeras afetam porque se ele está no meio de um solo e pensa em fazer algo experimental, ou tentar algo diferente que veio como ideia na hora, ele não faz se perceber que alguém está filmando. Na cabeça dele, ele pensa: ‘droga, se eu fizer isso e estragar tudo, vai estar no YouTube antes de eu chegar ao hotel'”, afirmou.

Jakszyk ainda destacou que não entende o comportamento das pessoas com câmeras nas mãos, mesmo fora de shows. “Tenho dois filhos e comecei a sentir a tirania de ter que filmá-los fazendo coisas pela primeira vez, pois estou fisicamente lá. Eu estou lá vendo o dia de esportes deles, estou lá vendo meu filho andando pela primeira vez na cozinha. Não entendo por que devo enxergar isso através de malditas lentes”, disse.

 

 

Por fim, o músico pontuou que não há sentido em gravar shows pelo celular, onde a qualidade fica ruim, sendo que há um “cara do som incrível” regulando a mesa de som para aquele momento. “Isso não me incomoda do mesmo jeito que os outros integrantes, mas sei que afeta o suficiente para comprometer o que fazemos e como soamos. Só não entendo essa coisa das câmeras em um nível onde isso não faz sentido para mim”, concluiu.

 

POR: IGOR MIRANDA

FONTE: WHIPLASH

“Esquadrão Suicida 2” ganha definição “extremamente para maiores de 18”

O ator Joel Kinnaman, que voltará como Rick Flag na sequência de “Esquadrão Suicida”, afirmou que o filme será para maiores de 18 anos. E não há dúvidas quanto a isso. Dirigido e escrito por James Gunn, o projeto deve estrear nos cinemas em 5 de agosto de 2021.

Em entrevista para o THR, o ator revelou ainda que o filme será insano e que o roteiro é extremamente engraçado. Ele ainda elogiou Gunn — responsável por “Guardiões da Galáxia” no Universo Marvel.

“Esse filme vai ser insano. O roteiro é tão engraçado, cada página do roteiro era engraçado e me fazia rir. James [Gunn] tem esse domínio. Ele entende o mundo tão bem e, desde que o escreveu, ele realmente reinventa não apenas os conceitos como também os personagens. Para mim, foi como se eu tivesse feito minha primeira comédia, mas é extremamente indicado para maiores de 18 anos”.

“Foi um verdadeiro aprendizado para mim também, porque nunca havia feito uma comédia dessa forma antes. Então eu pedi a James para trabalhar comigo e me ensinar tudo. E sim, nós nos divertimos muito fazendo isso. Esse filme vai ser um monstro do c*****. Honestamente, mesmo estando nele, mal posso esperar para vê-lo como fã”.

 

POR: SPLASH

FONTE: UOL 

Amy Lee promete show virtual do Evanescence para Outubro; saiba mais

Uma boa parte das bandas e artistas recorreram às lives para suprir a falta de shows por conta da pandemia. Parece que agora chegou a vez do Evanescence também!

Durante uma participação no programa Way Too Early, da MSNBC, a vocalista Amy Lee deixou no ar que tem transmissão ao vivo vindo por aí. Durante a entrevista, ela disse:

 

“Este ano inteiro tem sido sobre encontrar uma nova maneira de fazer o que costumamos fazer. É um desafio, mas realmente gostamos de encontrar uma maneira de passar [o tempo] e nos conectar com as pessoas, mesmo que tenhamos que estar em casa e fazer as coisas de forma diferente.”

“Então, vamos fazer algum tipo de apresentação virtual de casa com toda a banda. Na verdade, temos pessoas em todo o país, e um membro da banda na Alemanha.”

 

Amy ainda não deu nenhuma data ou detalhes sobre essa transmissão. Na mesma entrevista, porém, a vocalista afirmou que o objetivo dessa live será de passar uma mensagem positiva a quem assistir.

A banda tem um disco novo vindo neste ano, e ele se chama The Bitter Truth. Apesar de já anunciado, o álbum ainda não tem uma data específica de estreia, mas chegará nos próximos meses.

 

POR: STEPHANIE HAHNE

FONTE: TENHO MAIS DISCOS QUE AMIGOS (TMDQA)

Rob Halford: a agressão sexual que ele sofreu de um amigo do seu pai

Em sua nova autobiografia, “Confess” (ainda sem título em português), Rob Halford relata a agressão sexual que sofreu quando jovem nas mãos de um homem que era amigo do seu pai, e a Variety quis saber como ele processou o que aconteceu com ele e se escrever o livro ajudou de alguma forma.

“É uma história importante. O abuso sexual é uma coisa horrível. Na época, era terrivelmente confuso e não poderia ter acontecido em um momento pior, para mim como um jovem que já estava tentando descobrir as coisas. Falando nisso agora, eu posso sentir o horror e estar totalmente assustado e com vontade de fugir, mas ao mesmo tempo sentindo, ‘Bem, isso é afeto, de uma maneira muito grosseira e brutal.’ Foi incrivelmente, incrivelmente complexo. Você só pode imaginar para um jovem, lidando com esse tipo de agressão”.

Ele prossegue: “Alguém me perguntou se eu colocaria esta história no livro caso meu pai ainda estivesse vivo, e eu hesitei. Pra ser sincero, provavelmente não, pois odiaria que meu pai sentisse que de alguma forma ele foi cúmplice nisto, pois ele absolutamente não foi. Quando se trata de abuso sexual, as pessoas de fora tendem a se sentir também culpadas pelo que aconteceu – ‘Bem, talvez eu devesse ter dito algo’ ou ‘É minha culpa por ter apresentando esta determinada pessoa’. Tem um efeito dominó, mas é uma história importante a ser contada. Quando jovem nos impressionamos facilmente, e estas coisas ficam contigo pelo resto de sua vida, e te transformam na pessoa sexualmente disfuncional que somos agora adultos, mas se estas coisas não tivessem acontecido, nós seríamos diferentes na nossa intimidade? Provavelmente sim”.

 

POR: BRUCE WILLIAM

FONTE: WHIPLASH

Mark Chapman, assassino de John Lennon, revela arrependimento: “Penso nisso o tempo todo”

Condenado pelo assassinato de John Lennon, Mark David Chapman revelou recentemente em audiência que sente arrependimento por ter matado o astro do rock em Nova York, em 1980.

Aos 65 anos, David tentou conseguir a liberdade pela 11ª vez, enquanto cumpre pena em Wende Correctional Facility, em Nova York, nos Estados Unidos.

Em seu relato na audiência, Mark disse que o motivo maior para ele cometer o assassinato do Ex-Beatle foi a “glória”, por conta do status que o músico tinha no mundo naquele momento. No entanto, ele ressaltou que após ser preso pelo crime se entregou para Deus e que gostaria de receber a liberdade condicional para “falar às pessoas sobre o Senhor”, conforme o portal Daily Star.

“Eu sabia que era errado e fiz isso pela glória. Uma palavra, apenas glória. É isso. É que ele era famoso, extremamente famoso. Por isso ele estava no topo da lista. Quero acrescentar e enfatizar que foi um ato extremamente egoísta. Sinto muito pela dor que causei a ela, eu penso nisso o tempo todo”, confessou.

Outro motivo para assassinar Lennon apontado pelo criminoso foi o estilo de vida do músico.

“Na época, meu pensamento era que ele tinha todo aquele dinheiro, morava naquele lindo apartamento e vivia de música representando um estilo de vida mais cauteloso, um estilo de vida mais generoso. Isso me deixou com raiva e ciúme em comparação ao jeito que eu vivia naquela época. Havia inveja ali”, contou Mark.

“Eu o assassinei, usando a mesma palavra, porque ele era muito, muito, muito famoso e essa é a única razão e eu estava muito, muito, muito, muito buscando a própria glória, muito egoísta”.

Sobre a pena de morte, ele disse: “A visão sobre a pena de morte para mim é um pouco alta e baixa às vezes, mas para mim, eu mereço. Sei que estou falando por mim mesmo. Eu sei o que eu fiz”, completou.

Chapman foi o autor de quatro disparos, que acertaram o peito de John Lennon. O crime foi cometido na parte externa do apartamento do músico instantes depois do Ex-Beatle ter dado um autógrafo ao seu assassino.

 

FONTE: ISTOÉ 

Andreas Kisser revela teste para o Metallica durante turnê do Black Album nos anos 1990

Andreas Kisser, do Sepultura, revelou ter feito um teste para tocar no Metallica durante a turnê do lendário Black Album, em 1990. Em entrevista ao Ted Aguilar, reproduzida pelo site Tenho Mais Discos Que Amigos, o músico relembrou como foi a experiência.

Na época, James Hetfield tinha sofrido um acidente com os efeitos pirotécnicos do show e não conseguia tocar guitarra, então, a banda abriu testes para músicos do mundo inteiro para encontrar o substituto ideal para tocar o instrumento.

“Jason [Newsted] me ligou. ‘Ei, estamos em Denver, Colorado. Temos arena montada aqui. E estamos testando a galera’”, disse Kisser. “O Metallica é enorme porque eles são enormes em todos os aspectos – na atitude. Eles realmente buscaram todo tipo de possibilidade. Até eu mesmo, um guitarrista do Brasil.”

 

Kisser contou que foi recebido por uma limousine, que o levou para a arena de testes onde estavam os outros concorrentes. Apesar da oportunidade única, o músico disse que se sentiu tranquilo e muito bem recebido pelos integrantes da banda

“A primeira pessoa que vi foi Kirk Hammett: ‘Ei, você veio do Brasil. Você está bem, cara?’ E então eu estava ouvindo alguns caras tocando, e eu seria o próximo. Eu entrei e toquei muito calmo. Foi estranho. Porque eles realmente me fizeram sentir em casa”, disse o guitarrista.

Ele ainda falou: “Você está com seus amigos em um estúdio e toca ‘Seek & Destroy’ – ok, está tudo bem. E então você vai lá e vê o Lars Ulrich… Tudo bem. Nada de ‘Seek & Destroy’. Vamos tocar ‘The Shortest Straw’ […] E aí dá certo. Quer dizer, ‘The Shortest Straw’, ‘One’, ‘Nothing Else Matters’, ‘Enter Sandman’… Ah, cara. Isso me dá arrepios só de lembrar. E fui muito bem-vindo”.

 

Em outro trecho da entrevista, transcrito pelo site Blabbermouth e reproduzido pelo site Whiplash, o músico contou que não conseguiu a vaga, mas ficou feliz apenas de ter chegado a final ao lado de John Marshall, guitarrista do Metal Church que já havia substituído Hetfield antes.

“E então eu fiquei para a final, para o dia seguinte. Éramos eu e John Marshall apenas, o que eu senti que foi uma grande vitória para mim, mesmo sem ter conseguido o emprego. Mas as músicas do Black Album ainda eram muito novas para mim. ‘The Unforgiven’ tinha um monte de detalhes que eu não sabia tocar e outras coisas . E John Marshall estava pronto.”

Por fim, Kisser disse: “Passou muito perto, por pouco não tive a possibilidade de fazer uma turnê com eles e o Guns N’ Roses e o Faith No More estavam abrindo; a turnê foi incrível. Mas foi uma das melhores experiências da minha vida. E ainda hoje somos amigos. É fantástico”.

 

Confira a matéria original do Tenho Mais Discos Que Amigos aqui e a entrevista completa abaixo:

 

FONTE: ROLLING STONE BRASIL 

System of a Down: o real significado de “Chop Suey!” que quase fez música ser barrada

O baixista Shavo Odadjian falou, em entrevista ao canal do Loudwire no YouTube, sobre um dos grandes hits do System of a Down: a música “Chop Suey!”. Lançada no álbum “Toxicity”, de 2001, a faixa foi a responsável por fazer a banda explodir em popularidade.

O entrevistador comentou, inicialmente, que sites como a Wikipédia dizem que “Chop Suey!” seria intitulada “Self-Righteous Suicide” (algo como “Suicídio justificado”). Porém, a gravadora, Columbia, teria feito o System of a Down mudar esse nome para evitar polêmica.

 

Conforme transcrito pelo Ultimate Guitar, Shavo Odadjian esclareceu: “Não era chamada ‘Self-Righteous Suicide’, era apenas ‘Suicide’. É por isso que, no início, você ouve ‘roll Suicide’ (‘rode Suicide’). Sempre se chamou assim, nunca ‘Chop Suey!'”.

 

E de onde saiu o título que faz referência a um famoso prato da culinária chinesa? “‘Chop Suey!’ é ‘Suicide’ cortado (‘chopped’) no meio. Rolaram algumas conversas sobre isso e nós tínhamos que escolher nossas batalhas, não dava para lutar contra tudo. Então, fomos espertos e fizemos algo legal em torno disso”, afirmou.

Odadjian concluiu que a história desse título é um pouco mais “sem graça” do que parece. “Não foi como se tivéssemos dado o título após uma história real por trás e agora, 19 ou 20 anos depois, você estaria me perguntando sobre essa história”, disse.

 

A entrevista pode ser conferida na íntegra no vídeo a seguir, em inglês e sem legendas.

 

POR: IGOR MIRANDA

FONTE: WHIPLASH

David Ellefson diz que Dirk Verbeuren será a estrela no próximo álbum do Megadeth

 

Em entrevista ao podcast Thunder Underground, o baixista do Megadeth, David Ellefson, falou sobre o baterista Dirk Verbeuren e sobre o que ele acrescentou ao som da banda no sucessor de Dystopia (2016).

David disse (ouça o áudio mais abaixo): “[Dirk é] incrível, cara. Uma das coisas sobre Dirk, provavelmente mais do que qualquer outro baterista, ele realmente … Obviamente, ele é ótimo [tocando] as coisas atuais. Quando você entra no Megadeth nesta altura, cara, você tem um legado muito sério para cobrir e realmente fazer isso bem”.

Tivemos ótimos músicos na banda, com certeza, mas Dirk é um cara que fundamentalmente canaliza seu Gar Samuelson [falecido baterista do Megadeth]. [Risos] Uma coisa é ouvi-lo como um ouvinte, outra coisa é quando você está realmente na sala … Eu e Dave [Mustaine] olhamos um para o outro e falamos, ‘Caramba ele toca como Gar’. E realmente sabemos disso, porque Dave e eu estávamos na sala com Gar quando ele estava escrevendo, tocando suas partes e gravando”, acrescentou o baixista.

 

Porque Dirk é um músico tão instruído – ele é um ótimo músico; ele pode escrever acordes; ele pode ler música; ele tem um ótimo ouvido … Obviamente, ele é um dos progressivos, e não quero dizer ‘rock progressivo’, mas um grindcore progressivo, ele é um inventor desse estilo de bateria e realmente é respeitado em todo o mundo e em toda a comunidade de bateria, especialmente por aquele gênero de bateria, que é tão progressivo, que ele pode entrar e simplesmente adicionar algo especial no Megadeth”.

E concluiu: “Mal posso esperar que as pessoas ouçam o disco. Estamos finalizando as faixas básicas, então não posso falar muito sobre isso ainda, porque ainda há algumas coisas para serem gravadas, mas falando sobre Dirk, cara, ele será a estrela no novo álbum”.

 

Verbeuren tocou com o Soilwork por mais de uma década antes de se juntar ao Megadeth em 2016 como substituto de Chris Adler (ex-Lamb Of God), que chamou Dirk de “provavelmente [um dos] três melhores bateristas do mundo”.

 

 

FONTE: ROCKBIZZ

Ozzy Osbourne diz que a música Suicide Solution foi mal interpretada

Em nova entrevista ao programa Ozzy’s Boneyard, da rádio SiriusXM, que foi ao ar nesta sexta-feira, 18, às 18h (horário de Brasília), Ozzy falou sobre o relançamento digital do álbum Blizzard Of Ozz, o primeiro disco da carreira solo do eterno Príncipe das Trevas, que completa nesta semana 40 anos de seu lançamento original.

Ozzy e o apresentador Billy Morrison vão falar sobre todas as músicas de Blizzard Of Ozz, incluindo, claro, Suicide Solution, que foi motivo de controvérsia em 1986, quando os pais de um adolescente (John McCollum) que se matou com um tiro na cabeça entraram com um processo contra Ozzy, alegando que seu filho foi influenciado pela letra da música.

Sobre as alegações do processo, Ozzy disse a Morrison: “Bem, isso foi tirado, totalmente, do contexto. Nós escrevemos essa música sobre… Nós estávamos bebendo muito naquela época. Eu bebi muito e por muito tempo. Então, ‘Suicide Solution’ significa solução, líquido, e não uma saída. As pessoas entenderam tudo errado”.

Os pais de John McCollum acreditavam que Ozzy era o responsável pela morte de seu filho, já que havia na letra da música, segundo os pais do garoto, uma parte que incitava o adolescente a se matar. McCollum estava, supostamente, ouvindo Ozzy Osbourne quando se matou em 27 de outubro de 1984, usando uma pistola calibre 22 de seu pai.

Um tribunal da Califórnia, Estados Unidos, rejeitou o processo dos McCollums em 1988, determinando que o suicídio de John não era um resultado previsível da canção de Ozzy.

Parte da entrevista com Ozzy pode ser conferida no player a seguir:

Já o clássico Suicide Solution você pode curtir neste outro player:

 

FONTE: ROCKBIZZ

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