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Category Archives: Polêmicas

Roqueiros que disseram ao presidente Trump para parar de usar suas músicas

Músicos e políticos fazem companheiros de cama desajeitados – afinal, os astros do rock precisam de algo para se rebelar, certo? Desde que tenha havido candidatos à presidência usando músicas populares em suas campanhas, houve fortes declarações e disputas legais de artistas que acham que o trabalho de sua vida está sendo manipulado para obter ganhos políticos.

Mas a corrida de 2016 de Donald Trump ampliou exponencialmente a divisão entre esses dois campos. Músicos de todos os gêneros – mesmo países, um gênero tradicionalmente visto como conservador – se manifestaram contra as políticas e o caráter republicano. Os artistas de rock clássico não são exceção.

Paul McCartney disse uma vez que Trump “desencadeou o lado feio da América”. Bono , do U2, chamou Trump de “potencialmente a pior idéia que já aconteceu na América”. Roger Waters o  rotulou de “um filisteu”, “profundamente insensível” e “um glutão por seu amor próprio”. Bruce Springsteen o descreveu como “profundamente danificado” e “perigoso”. David Crosby , franco sobre suas crenças progressistas no Twitter, critica rotineiramente o presidente dentro e fora do palco. “Se você é um manequim de Trump … não venha ao meu show, imbecil”

E alguns artistas de rock têm queixas adjacentes, como a campanha de Trump usando suas músicas sem permissão em comícios e outros eventos. (Essa discussão, que parece crescer a cada mês que passa, inclui Neil Young , Rolling Stones , Queen ,  Guns N ‘Roses , Elton John e REM , entre muitos outros. Analisamos alguns dos exemplos mais notáveis. Confira nosso resumo abaixo.

Rolling Stones

Trump se apoiou pesadamente nos Rolling Stones em seus eventos de campanha, usando repetidamente “Você nem sempre consegue o que quer” e tocando “Start Me Up” depois de garantir uma vitória primária em 2016 em Indiana. A banda não ficou satisfeita: “Os Rolling Stones nunca deram permissão à campanha de Trump para usar suas músicas e solicitaram que deixem de usar imediatamente”, escreveu em comunicado. Em uma sessão de perguntas e respostas no Twitter da banda naquele ano, Mick Jagger também admitiu que suas mãos estavam atadas: “Quando você aparece na América … se você está em um lugar público como o Madison Square Garden ou um teatro, pode tocar qualquer música que desejar e você não pode ser parado. “

Guns’n’roses

O Guns N ‘Roses teve uma resposta semelhante a Trump usando sua música: estamos chateados, mas há muito que podemos fazer. O presidente usou a faixa “Sweet Child O ‘Mine” da banda em um comício da Virgínia Ocidental em 2018, levando Axl Rose a esclarecer no Twitter que eles “solicitaram formalmente” a campanha para parar de usar a música. “Infelizmente, a campanha de Trump está usando brechas nas licenças de desempenho geral dos vários locais, que não eram destinadas a fins políticos tão covardes, sem o consentimento dos compositores”, escreveu Rose.

Neil Young

Trump usou o “Rockin ‘no mundo livre” de Neil Young para ajudar a lançar toda a sua corrida presidencial, tocando o clássico de 1989 ao anunciar sua campanha em junho de 2015. O cantor então emitiu uma carta pública de cessar e desistir, mas Trump continuou usando a pista – levando a uma troca muito pública de farpas entre os dois. “O DT não tem minha permissão para usar a música … em suas aparições”, escreveu Young em seu site em 2018. “Legalmente, ele tem o direito de; no entanto, isso vai contra meus desejos”.

Ozzy Osbourne

Em junho de 2019, Trump twittou um vídeo zombando das questões técnicas que atrapalharam o debate primário democrata daquele mês. O clipe apresentava um uso não autorizado de “Crazy Train”, de Ozzy Osbourne, solicitando uma resposta por escrito de Osbourne e de sua esposa e gerente, Sharon. “Estamos enviando um aviso à campanha de Trump (ou de qualquer outra campanha) de que eles estão proibidos de usar qualquer música de Ozzy Osbourne em anúncios políticos ou em campanhas políticas”, disseram eles em comunicado à Rolling Stone. “A música de Ozzy não pode ser usada para nenhum meio sem aprovações”.

Aerosmith

Steven Tyler, do Aerosmith, enviou uma carta de cessação e desistência ao então candidato Trump por usar o corte inicial “Dream On” da banda em 2015. Então, três anos depois, a campanha usou uma música diferente do Aerosmith, “Livin ‘on the Edge” , “que levou a equipe jurídica de Tyler a emitir outro aviso legal. A nota enfatizou que, ao usar a faixa sem permissão, Trump enviou a falsa impressão de que o cantor “[endossou] sua campanha e / ou sua presidência, como evidenciado por uma confusão real vista pelas reações dos fãs de nossos clientes em todas as mídias sociais. “

Dee Snider

No início, Dee Snider enviou a Trump o oposto de uma carta de cessação e desistência: quando o candidato republicano começou a usar “Nós não vamos levá-lo” da Twisted Sister na campanha em 2015, o cantor reagiu com um polegar para cima : “[É] uma música sobre rebelião”, ele disse ao TMZ, “e não há nada mais rebelde do que Donald Trump está fazendo agora.” Mas Snider, um amigo de Trump depois de aparecer no ‘Celebrity Apprentice’ em 2013, mudou de idéia depois de aprender mais sobre as políticas de Trump. “É muito perturbador para mim”, disse ele à Loudwire no final daquele ano, porque não concordo plenamente com suas posições extremistas. “

Queen / Brian May

Trump começou a usar o triunfante “We Are the Champions” de Queen depois de garantir a indicação republicana. O guitarrista Brian May foi o primeiro a se pronunciar em oposição, escrevendo em seu site pessoal que “sempre foi contra a nossa política permitir que a música do Queen fosse usada como ferramenta de campanha política”. (Ele também chamou a campanha de Trump de “desagradável”.) A banda divulgou mais tarde uma declaração denunciando o uso, e a Sony / ATV Music Publishing chegou a se manifestar, notando que a empresa “nunca havia sido solicitada por Trump, pela campanha de Trump ou pela organização Trump de permissão.”

REM

“É o fim do mundo como sabemos (e eu me sinto bem)” é uma escolha estranha de uma música de campanha, e também esfregou o REM da maneira errada por princípio. Em uma declaração no Facebook de 2016, a banda observou que os membros “não autorizam ou perdoam o uso de nossa música neste evento político” – uma resposta mais neutra do que o cantor Michael Stipe emitido através da conta no Twitter do baixista Mike Mills. “Vão vocês – todos vocês – vocês tristes, chamando a atenção, homenzinhos famintos por poder”, a cantora irritou. “Não use nossa música ou minha voz para sua charada imbecil de uma campanha.”

Elton John

Elton John tinha uma história aparentemente amigável com Trump, tendo se apresentado no casamento do magnata imobiliário com a agora primeira-dama Melania. Mas ele ainda se distanciou da campanha de Trump, que usou o “Tiny Dancer” de 1971 em comícios – mesmo passando educadamente uma oferta para representar a posse do presidente. “Eu realmente não quero que minha música esteja envolvida em nada a ver com uma campanha eleitoral americana”, disse ele ao The Guardian. “Sou britânico. Conheci Donald Trump. Ele foi muito gentil comigo. Não é nada pessoal. Suas opiniões políticas são dele; as minhas são muito diferentes. Não sou republicana em um milhão de anos”.

Paul Rodgers de Free

Paul Rodgers, ex-líder do grupo de hard rock Free, não ficou satisfeito quando Trump usou a música “All Right Now” da banda durante a Convenção Nacional Republicana em julho de 2016. Mas a história não foi sensacional – em vez disso, o cantor seguiu em frente. Twitter e manteve sua resposta contundente e breve: “A permissão para usar ‘All Right Now’ nunca foi solicitada ou concedida por mim”, escreveu ele. “Meu advogado está lidando com esse assunto.”

Tom Petty Estate

A família do falecido Tom Petty enviou um aviso de cessação e desistência a Trump depois que ele usou “I Won’t Back Down”, de 1989, durante uma controversa manifestação de campanha em Tulsa, Oklahoma – meses antes das eleições de 2020. “Trump não estava autorizado a usar essa música para promover uma campanha que deixa muitos americanos e bom senso para trás”, diz o comunicado de Adria Petty e Annakim Violette (filhas de Petty), Dana Petty (sua viúva) e Jane Benyo (sua primeira esposa), que administra sua propriedade. “Tanto o falecido Tom Petty quanto sua família estão firmemente contra o racismo e a discriminação de qualquer tipo. Tom Petty nunca iria querer que uma música dele fosse usada para uma campanha de ódio. Ele gostava de reunir as pessoas”.

Prince Estate

A campanha de reeleição de Trump tocou “Purple Rain” de Prince durante um evento de outubro de 2019 em Minneapolis, cidade natal do falecido músico. O espólio de Prince condenou rapidamente o uso no Twitter, observando que “nunca dará permissão ao presidente Trump para usar as músicas de Prince”. Eles também compartilharam uma carta do ano anterior em que a campanha prometeu não fazer exatamente o que havia acabado de fazer. “Sem admitir responsabilidade, e para evitar qualquer disputa futura, escrevemos para confirmar que a Campanha não usará a música de Prince em conexão com suas atividades daqui para frente”, dizia a nota.

George Harrison Estate

O patrimônio do falecido George Harrison também teve problemas com uma música tocada na Convenção Nacional Republicana de 2016: sua música dos Beatles “Here Comes the Sun”. Chamando o uso de “não autorizado” e “ofensivo” no Twitter, a propriedade também emitiu uma recomendação sarcástica: “Se tivesse sido ‘Cuidado com as trevas’, então PODEMOS ter aprovado! A trilha solo de Things Must Pass.

 

Black Sabbath: Geezer tomou ácido pra derrubar quatro e viu a mão tocar fora do corpo

A Metal Hammer perguntou para Geezer Butler qual foi sua pior experiência com drogas, e o lendário baixista do Black Sabbath respondeu.

“Provavelmente foi quando tomei meu primeiro ácido, era uma quantidade suficiente para quatro pessoas, mas eu não sabia, e no dia seguinte a gente tinha um show. Eu me vi transformado em esqueleto, entrei na van e me disseram que eu estava estranho, respondi ‘Vocês não estão vendo que sou um esqueleto?’ Daí pegamos estrada e havia um parque ao nosso lado com todas aquelas flores que ficavam tentando invadir a van. Depois no show, subi ao palco e me senti em um barco com a multidão como ondas do mar, foi horrível. Eu via minha mão tocando mas ela não estava ligada no meu corpo. Foi assustador”.

Em 2017, durante uma conversa com a Rolling Stone, Geezer havia falado sobre a importância das drogas na trajetória da banda: “Não podemos nos arrepender de nada, todos tivemos uma vida grandiosa. Se fôssemos milionários em 1971 provavelmente teríamos nos matado, teríamos comprado um milhão de dólares de heroína. Então você tem que pensar assim, as drogas eram o que eram, elas nos ajudaram. Éramos como quatro caras indo ao pub, mas ao invés de ir até lá nos divertir, estávamos em grandes mansões nos divertindo com um monte de drogas e groupies. O único arrependimento que tenho é da parte financeira, eu deveria ter contratado um advogado e um contador no começo dos anos setenta”.

Na mesma entrevista, o guitarrista Tony Iommi falou sobre a questão das drogas: “Quando penso em tudo que fizemos, tanto de bom ou ruim, concluo que há um motivo. Se você mudar algo não seria o que é hoje. Há coisas do qual você se arrepende, tipo as brigas jurídicas e as drogas, mas sem elas não seríamos o que somos hoje”.

Brian Johnson: Ele roubou um disco do Bob Dylan que ninguém queria por ser horrível

Durante uma entrevista à AXS TV, Brian Johnson revelou qual foi o primeiro disco que ele “comprou”, vamos dizer.

“O primeiro álbum que eu comprei… bem, na verdade, eu o furtei, pois minha namorada na época trabalhava em uma loja de discos em Newcastle, e ela me disse ‘Sabe de uma coisa? Há ali um disco que ninguém compra, é horrível. Se você o colocasse dentro da…’ Foi dito e feito! Era o ‘Freewheelin’ do Bob Dylan. Saí com ele e os maiores mamilos de Newcastle, isto é o que o vinil faz contigo”, disse Brian no vídeo, que pode ser visto abaixo.

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Guns N’ Roses: Axl Rose volta a criticar Trump e o chama de “repulsivo” e “doentio”

O vocalista Axl Rose, do Guns N’ Roses, voltou a criticar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em meio aos protestos realizados no país desde a última semana. Manifestantes pedem pelo fim da violência contra a população negra no país desde a morte de George Floyd, que, mesmo algemado, foi sufocado por minutos por um policial que colocou os joelhos no pescoço dele em Minneapolis.

Desde o último dia 25 de maio, data em que George Floyd morreu, os Estados Unidos vivenciam uma onda de protestos. O vídeo que mostra a ação do policial Derek Chauvin, que pressionou o joelho sobre o pescoço de Floyd, circulou a internet e deu gás para as manifestações que estão sendo realizadas em todo o país. Parte desses participantes tem causado tumulto, confronto com a polícia e depredação de imóveis e automóveis.

Em publicações feitas no Twitter, Donald Trump culpou “anarquistas” do movimento antifa (sigla para “antifascistas”) e veículos de comunicação por “fazerem o que está dentro do alcance para fomentar o ódio e a anarquia”, além de, segundo ele, divulgarem “notícias falsas”.

Sem citar diretamente o nome de Trump ou os tweets, Axl Rose se manifestou sobre o assunto. “A mídia não está fazendo o que está dentro do alcance delas para fomentar ódio e anarquia. Esse é você! Enquanto testemunharmos o que você está fazendo, que você é FAKE NEWS e uma pessoa ruim, repulsiva e com uma agenda doentia, podemos trabalhar além de você por um futuro melhor e mais forte”, afirmou o cantor.

Axl Rose

@axlrose

Lamestream media ISN’T doing everything within their power 2 foment hatred n’ anarchy, that’s U! As long as we get what Ur doing, that Ur FAKE NEWS n’ a truly bad, repulsive excuse 4 a person w/a sick agenda, we can work past U w/whatever it takes 2 a better, stronger future!!

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Como habitual, internautas se dividiram nos comentários da postagem. Em maior parte, os fãs apoiaram a publicação, mas houve quem contestasse Rose e até relembrasse da situação em que ele foi criticado por usar a palavra “nigger” (uma expressão em inglês que se refere a negros de forma ofensiva) na música “One in a Million”, em “GN’R Lies” (1988). Uma parcela de internautas se manifestou em espanhol declarando que não entendeu nada, mas que admira a banda.

Axl Rose já fez uma série de críticas e provocações ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e pessoas relacionadas a ele. Em fevereiro deste ano, por exemplo, ele divulgou uma imagem de um homem usando um boné com a frase “make the White House great again” – algo como “faça a Casa Branca ser ótima de novo”. A frase faz uma espécie de piada com o slogan usado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nas eleições de 2016: “make America great again”.

Relembre, a seguir, algumas das ocasiões em que Axl Rose criticou Donald Trump.

 

George Floyd: rockstars e músicos reagem ao brutal assassinato

Como não podia deixar de ser, vários músicos se manifestaram em relação ao assassinato de George Floyd por um policial, que está causando uma verdadeira onda de protestos contra o racismo nos EUA, vamos ver alguns deles.

Paul Stanley

@PaulStanleyLive

We have to be better.

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Paul Stanley: “Estou com nojo e desmoralizado pelos vídeos recentes e incidentes mostrando fanatismo, racismo e o que claramente mostra ser o assassinato a sangue frio de um homem negro. A sensação de medo, de ser um alvo e a falta de justiça dos autores, o que faz parte diária da vida dos negros, está além de minha capacidade de imaginar. Enquanto uma multidão de brancos armados podem invadir um prédio do governo sem qualquer consequência ou sem que sofram retaliação, imagine o resultado deste mesmo cenário se a multidão for de negros. Muitos perderam o foco sobre o que é ilegal e se tornaram cegos para o que é imoral. Temos que nos tornar melhores que isto”.

Mike Portnoy 🤘

@MikePortnoy

It’s time to rename this country to the DSA…the Divided States Of America. Truly sad… 😞 https://twitter.com/AdamParkhomenko/status/1266851766844428289 

Adam Parkhomenko

@AdamParkhomenko

This is currently happening outside the White House

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Mike Portnoy 🤘

@MikePortnoy

This is America 2020 😔 https://twitter.com/adamparkhomenko/status/1266899556995862530 

Adam Parkhomenko

@AdamParkhomenko

This guy started shooting a hunting bow at protestors? WTF

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Mike Portnoy 🤘

@MikePortnoy

What’s going on in this country right now is despicable…but strangely enough, I’m not shocked by it…Sadly I think it’s been leading to this for a while now…the US people have just reached a boiling point. This HAS to stop 🛑 https://twitter.com/rob_bennett/status/1266894785375240193 

Rob Bennett 🤠

@rob_bennett

Oh my god. What is the @NYPDnews doing?

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Mike Portnoy: “É hora de renomear este país para ‘Estados Desunidos da América’. O que está acontecendo neste país é abominável… mas estranhamento, não estou surpreso… Infelizmente faz tempo que eu venho imaginando que isto aconteceria… as pessoas deste país atingiram o ponto máximo de ebulição, isto TEM que parar”.

Charlie Benante

@skisum

… if you see a pile of bricks mysteriously stacked up on a corner don’t throw them into the window of someones business We R angry- channel that anger and make a change -What does looting have to do with the death of ?

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Charlie Benante: “Se você se deparar com uma pilha de tijolos não os atire contra o vidro da loja de alguém. Protestem pacificamente. Estamos com muita raiva, pegue-a e faça com que se transforme numa mudança. O que tem a ver o vandalismo com a morte de George Floyd?”

Andy Biersack

@andyblack

Theres no justification for the senseless & brutal killing of George Floyd & it’s truly heartbreaking to see that something this egregious continues to happen in our country. So many live without the promise of justice, peace and equality & that’s not acceptable. We must change.

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Andy Biersack: “Não há justificativa para o assassinato sem sentido e brutal de George Floyd e é realmente de partir o coração ver que algo tão flagrante continua acontecendo em nosso país. Muitos vivem sem a promessa de justiça, paz e igualdade e isto não é aceitável. Temos que mudar”.

Sammy Hagar

@sammyhagar

As if we don’t already have enough problems with COVID-19.

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Sammy Hagar: “Como se já não tivéssemos problemas suficientes com a COVID-19”.

Krist Novoselić

@KristNovoselic

Collapse of this society would provide no guarantee about what replaced it. Unless a majority of people had the ideas & organization sufficient for the creation of an alternative society, we would see the old world reassert itself because it is what people would be used to.

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Krist Novoselic: “O colapso desta sociedade não garantirá o que virá no lugar. A não ser que a grande maioria das pessoas tenham ideias e sejam organizadas o suficiente para criar uma sociedade alternativa, veremos o velho mundo recriar a si mesmo pois é com isto que as pessoas estão acostumadas”.

Amy Lee: “Estou com raiva, horrorizada, envergolhada e tenho tentado exprimir meus pensamentos o dia todo. Abuso de poder e assassinatos nas ruas… Um presidente que convoca uma conferência de imprensa no meio de um protesto nacional, apenas para tentar desviar o assunto e nem sequer MENCIONA o assassinato de George Floyd e as imensas injustiças que o antecederam, além de seu post no twitter ameaçador e racista. Meu sangue ferve… É isto que quero dizer: suas vozes não são ouvidas. Estamos de luto por vocês e isto não está bem”.

Vernon Reid@vurnt22

I’m not gonna lie-this situation is disheartening, rage inducing. Depressing. It is a time to be honest It is a time to not be intimidated. It is a time to make your voice heard. It is a time to ask your son how HE is feeling, how he is experiencing these events. It is a time https://twitter.com/sheetalaiyer/status/1267006091671621632 

SheetsMacGeets@sheetalaiyer

@vurnt22 man what do we do I feel so lost. What do I tell my son

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Vernon Reid: “Não vou mentir, esta situação é desanimadora, faz você ter raiva. É deprimente. É hora de ser honesto. É hora de não se intimidar. É hora de fazer sua voz ser ouvida. É hora de perguntar a seu filho como ele está se sentindo, como ele está passando por estes eventos”.

Alex Skolnick: “(citando uma frase de terceiros): ‘Se você não se importa ou está pouco incomodado pelo primeiro que está ajoelhado, mas indignado pelo segundo que está ajoelhado, você é mais devotado à ordem que à justiça. E mais apaixonado por um hino que em tese simboliza a liberdade do que apaixonado pela liberdade de um negro poder viver. E você é mais cuidadoso com uma bandeira do que com um ser humano. Isto é desumano, trágico e injusto. Isto é perigoso para os negros e foi fatal para George Floyd'”

Sharon Osbourne: “A humanidade estava ausente. Fale sobre George Floyd. Assista o vídeo. Ligue para os responsáveis pela polícia de Minneapolis e pressionem para que eles façam mudanças. Não fechem os olhos e sejam cúmplices. Descanse em paz, George Floyd”.

Mark Morton

@MarkDuaneMorton

Trying to stay in a space of Gratitude and Mindfulness….but it’s really fucking difficult today.

I don’t even recognize my own country anymore.

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Mark Morton

@MarkDuaneMorton

Theres a lot of beauty in the world…SO much to be thankful for. I try hard to stay grateful & centered.
At the same time, Im heart broken & angry. Appalled & disgusted at whats happening in my country that I LOVE so much.
I wish I knew what I could do to be part of a solution.

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Mark Morton (Lamb of God): “Tentando me manter em uma atitude de gratidão e atenção… mas está muito difícil hoje. Não consigo sequer reconher mais meu próprio país. Há muita coisa bela no mundo… MUITA coisa para sermos gratos. Tento me manter centrado e agradecido. Mas ao mesmo tempo, meu coração está partido e raivoso. Chocado e com nojo sobre o que está acontecendo neste país que eu tanto amo. Gostaria de saber que eu poderia ser parte da solução”.

ICE T

@FINALLEVEL

They Killed another Brother.. On Video. https://twitter.com/washingtonpost/status/1265246231774846977 

The Washington Post

@washingtonpost

“I cannot breathe!”: FBI investigates death of black man after video shows cop kneeling on his neck https://wapo.st/2LYHVkf 

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phil that remains

@philthatremains

These are some crazy fucking pics. https://twitter.com/foramerica/status/1266798460692582400 

ForAmerica

@ForAmerica

A stranded police officer in Kentucky protected by peaceful protesters.

These images won’t get nearly enough press. Stop letting the media narratives divide us.

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Korn: “‘Se você é neutro em situações de injustiça, escolheu o lado do opressor’ (Desmond Tutu). Defendemos justiça e igualdade para todos. É o que basta”.

ICE T: “Mataram mais um de nossos irmãos”.

ICE T

@FINALLEVEL

If YOU don’t understand why ALL these people are Revolting. You’re possibly part of the problem..

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ICE T: “Se você não entende porque todos estão revoltados, você possivelmente é parte do problema”.

Devin Townsend

@dvntownsend

This display of ignorance is astounding, yet woefully unsurprising. I have no words. Racism is unbelievable, in the truest sense of the word. We cant let those who use this for personal gain break our spirits. Create. Breathe. To not let it break us is a rebellious act in itself.

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Devin Townsend: “Essa demonstração de ignorância é surpreendente, lamentavelmente surpreendente. Não sei o que dizer. O racismo é inacreditável, no sentido mais verdadeiro da palavra. Não podemos deixar que aqueles que usam isto para ganho pessoal quebrem nossos espíritos. Criem. Respirem. Não deixar que isto nos atinja é um ato rebelde por si só”.

FONTE:
Metal Injection
https://metalinjection.net/politics/rock-metal-musicians-rea…

O dia em que Lemmy Kilmister disse que todo político é “profissional da mentira”

“Acreditem no Rock and Roll, essa é a única religião que nunca vai te decepcionar,” dizia líder do Motörhead.

Em vida, o saudoso Lemmy Kilmister, líder, vocalista e baixista do Motörhead, nunca teve medo de falar o que pensava.

É claro que com a atual polarização política que vivemos, muitas vezes nos pegamos imaginando qual seria a posição de alguns dos ícones do passado sobre a situação do momento. No caso de Lemmy, não é difícil saber isso.

Em uma entrevista ao que parece ser um canal polonês, ele deixa bem claro que sua opinião é, basicamente, não acreditar em nenhum representante da classe política. Na época da conversa, ele foi questionado sobre o que achava do então novo primeiro-ministro Tony Blair:

Nada. São todos babacas. Todo político no mundo é um filho da puta. Todos eles vão roubar seu dinheiro e aumentar os impostos, não importa o que digam. Eles estão sempre mentindo, é a profissão deles ser mentiroso. Então você não deve esperar nada melhor de nenhum deles. Já percebeu? Nunca melhora. Nunca. ‘Ah, que legal, um novo político do Partido do Trabalho, Tony Blair’. [finge comemorar] Zero. Pior que a [Margaret] Thatcher.

Para não terminar a entrevista assim, ele ainda teve uma oportunidade de deixar um recado para o público. E a mensagem foi a mais Lemmy possível:

Divirtam-se, não machuquem uns aos outros e foda-se a política, ok? Assim vão ficar bem. Acreditem no Rock and Roll, essa é a única religião que nunca vai te decepcionar.

Confira no vídeo a seguir, com legendas em espanhol.

Heaven & Hell: banda teria Bill Ward e não Vinny Appice; saiba por que não deu certo

Entre 2006 e 2010, o Black Sabbath ficou inativo para dar lugar ao Heaven & Hell, banda que resgatava a formação responsável pelos álbuns “Mob Rules” (1981) e “Dehumanizer” (1992). O guitarrista Tony Iommi e o baixista Geezer Butler voltaram a se juntar com o vocalista Ronnie James Dio e o baterista Vinny Appice, gravando três músicas inéditas para a coletânea “The Dio Years” (2007) e um álbum de estúdio intitulado “The Devil You Know” (2009). Dio faleceu em 2010, o que impediu a sequência do projeto.

Durante entrevista ao Ultimate Guitar, Vinny Appice revelou um detalhe pouco conhecido sobre o Heaven & Hell: não seria ele o baterista, mas, sim, Bill Ward. Não à toa, o nome da banda faz referência ao único álbum gravado com Dio e Ward: “Heaven and Hell” (1980).

“Quando eles se juntaram, era para lançar a coletânea ‘The Dio Years’, com a fase Dio no Black Sabbath, e decidiram gravar algumas músicas novas. Bill Ward estava envolvido originalmente. Trabalharam com Bill por meses, mas estava demorando muito e a coisa começou a ficar antiga, então, decidiram: ‘vamos chamar Vinny, as coisas ficam mais suaves com ele'”, afirmou Appice.

O baterista comentou que, ao entrar para a banda, as músicas novas foram concluídas em apenas uma semana. “Nós fizemos apenas três músicas, não era como fazer um disco. Elas já estavam compostas, então, eu só cheguei e toquei. Não fomos para um estúdio tocar juntos. Foi assim que começou, daí eles decidiram fazer turnês. Foi aí que nos juntamos e ensaiamos, tocando juntos. Tudo era como antigamente, nenhum problema”, disse.

Ainda de acordo com Vinny Appice, o álbum “The Devil You Know” foi concebido de uma forma um pouco diferente. “No ‘Mob Rules’ e ‘Dehumanizer’, éramos nós ensaiando e criando juntos, em uma sala. Tocando, suando e colocando tudo ali. Já esse álbum foi feito entre Tony, Geezer e Ronnie, usando uma bateria eletrônica. Alguém estava programando essa bateria eletrônica. Acho que fizeram o disco na Inglaterra, daí foram para o estúdio de Ronnie na Califórnia, aí eu ia, mas só fui gravar mesmo quando voltamos para a Inglaterra”, afirmou.

Curiosamente, Tony Iommi disse em entrevista recente a Eddie Trunk que “The Devil You Know” também teve o envolvimento de Vinny Appice. “Ronnie vinha à minha casa e trabalhávamos juntos. Geezer tinha uma casa bem perto da minha e ficava por lá, aí se juntava com a gente. Vinny também estava envolvido, claro. Quando nos reuníamos na casa de Ronnie, Vinny acompanhava batucando na perna. Era ótimo, divertido”, declarou, na ocasião.

‘Diferenças musicais’

Em entrevista à BBC Radio 2, em outubro de 2005, Ronnie James Dio havia revelado os planos para o Heaven & Hell e contou que Bill Ward estava envolvido. Porém, em nota publicada em seu site oficial no fim de 2006, o baterista anunciou que não participaria do projeto.

Já em 2010, em entrevista à Rock Radio, Bill Ward disse que deixou o Heaven & Hell por “diferenças musicais”. “Eu não estava confortável com uma das músicas e estava tentando acomodar os desejos dos integrantes. Não sou bom nisso. Preciso tocar da forma como sinto. Não consigo tocar com uns caras dizendo como devo fazer. Foi um problema em termos musicais”, afirmou, na época.

Ele completou: “Todos começamos com uma mente aberta. Fui lá e tentei fazer o meu melhor, mas foi uma dessas coisas musicais que não deram certo. Na imprensa, chegaram a dizer que eu saí porque já tinha outros compromissos, outros trabalhos, mas não era o caso. Eu estava desconfortável mesmo. Achei que Vinny poderia ser uma escolha melhor, pois ele consegue fazer isso. Eu sou um baterista reacionário, reajo ao que acontece, enquanto Vinny toca bateria. Há uma grande diferença entre nós”.

 

Raimundos: Digão diz que situação atual da pandemia é “amostra grátis de comunismo”

Digão, vocalista e guitarrista do Raimundos, fez uma publicação em sua página no Instagram que tem gerado repercussão. Utilizando a função Stories de sua conta, o músico comparou a situação atual dos governos a uma “amostra grátis de comunismo”.

O texto publicado na rede social, com fundo de foice e martelo, diz: “Está gostando do comunismo? Governantes mandando você fechar. Toque de recolher. Proibido ir em certos lugares. Liberdade limitada. Comida limitada. Medo provocado por mídias. Sua empresa não é exatamente sua, abre e fecha quando eles querem. Não pode visitar familiares. Se tem opinião contrária pode ser preso. Se for ao mar vai ser preso. Soltam criminosos e prendem inocentes”.

Em seguida, a postagem completa: “Aproveite a amostra grátis de comunismo e lute para que não se torne permanente”. O story não está mais no ar, mas não dá para saber se foi removido ou se realmente foi publicado por 24 horas – tempo máximo de um post realizado por meio da ferramenta.

A publicação feita por Digão repercutiu em outras redes sociais, dividindo a opinião dos internautas. As postagens que mais repercutiram sobre o assunto são de pessoas que criticaram o posicionamento do músico, especialmente por distorcer conceitos.

“Era melhor ter virado crente. Pelo menos tinha uma desculpa pra essa palhaçada”, disse um fã. “O animal não faz ideia do que seja comunismo, mas se acha capacitado para criticar”, afirmou outro. “Rockeiro reaça é uma categoria nojenta demais. Radicalmente a favor do sistema”, declarou um terceiro, fazendo comparações com o discurso, por vezes, sustentado pelo presidente Jair Bolsonaro.

Confira, a seguir, um pouco da repercussão:

Após a repercussão, Digão chegou a publicar um story, que também não está mais no ar, dizendo: “Ter uma opinião é sinônimo de não agradar a todos… querer agradar a todos é sinônimo de não agradar ninguém”.

Embora internautas tenham dito que o discurso de Digão seja semelhante ao de Jair Bolsonaro, o músico declarou, em julho de 2019, que nunca apoiou nem o presidente, nem qualquer outro político. Na ocasião, ele respondia a críticas de seguidores por uma fala do ex-vocalista do Raimundos, Rodolfo Abrantes, que afirmou a um canal de YouTube que enxergava Bolsonaro como um “paizão” e via a eleição dele com bons olhos.

Digão comentou: “Cada um fala e faz o que acha que é certo, a opinião do Rodolfo não faz parte do Raimundos há 18 anos, meu posicionamento sempre foi contra o PT por motivos óbvios e notórios! Nunca bati no peito e disse que era Bolsonaro, quero que alguém que fale isso venha aqui e mostrem alguma coisa que eu tenha falado nesse sentido! Todos políticos pra mim são merda da mesma fossa! Tenho minha própria opinião e não fico ‘jogando pra galera’ pra ficar fazendo média e se manter na modinha! Seja um fã, amigo ou alguém de banda! Não envolvam a mim e nem o Raimundos nessa história! Um grande abraço aos que tem discernimento”.

Pink Floyd: Roger Waters Revela Que Foi Banido Do Site Do Grupo Por David Gilmour

Uma nova versão de “Mother”, clássico do Pink Floyd, foi apresentada neste último domingo (17) pelo ex-baixista da banda, Roger Waters. A releitura de Waters junto de sua banda arrancou aplausos de muitos fãs e gerou muitos comentários positivos nas redes sociais. Mas esse alcance do vídeo poderia ter sido ainda maior, caso tivesse aparecido também nos canais digitais do Pink Floyd. Pelo menos, é isso o que pensa Waters.

Num vídeo publicado nesta terça-feira (19) no seu perfil no Twitter e no Facebook ele questiona: Por que este vídeo não está disponível num site que diz ser ‘o site do Pink Floyd‘?”. Na sequência, responde a pergunta: “A resposta é: porque esse site não tem nada meu. O David Gilmour baniu-me do site”, lamentou o músico, acrescentando que há cerca de um ano tentou uma reconciliação para o que classificou de “impasse horroroso” com o Pink Floyd e isso não funcionou.

“Os 30 milhões de seguidores daquela página estão lá por causa do trabalho que nós cinco criamos… Então, me parece justo e correto ter acesso ao site, para poder compartilhar os meus projetos”, comentou.

“O David pensa que é o dono do site. Como eu deixei a banda em 1985, acha que é o dono do Pink Floyd, que o Pink Floyd é ele, que eu sou irrelevante e devia estar calado”, esbravejou Waters, dizendo ainda que não acha justo Gilmour usar os canais da banda para publicar suas lives com sua esposa, Polly Samson, e a família.

Cults: 10 álbuns influentes que fracassaram nas vendas

Esta lista é de autoria de Joe Robinson do diffuser.fm. Qualquer reclamação ou erro, assim como elogios devem ser creditados diretamente a ele.

“O primeiro álbum do VELVET UNDERGROUND vendeu cerca de 10.000 cópias, mas todos que o escutaram formaram bandas” Disse Brian Eno, ou talvez Peter Buck. Ser considerado influente, ou ser aclamado pela crítica são ótimos elogios para a banda, mas nem todo o respeito do mundo significa que o disco vai vender bem. Os próximos 10 álbuns receberam ondas de louvar, seja em seu lançamento ou em algum outro ponto específico, mas além de toda a expectativa eles falharam em vendas e são consideradas bombas comerciais. Não há uma definição específica para designar um álbum como bomba, alguns destes venderam milhões de cópias, outros venderam perto de nada, mas não importa quantas unidades eles possam ter movimentado, eles deixaram um legado duradouro de influência.)

10: SMASHING PUMPKINS: Adore. (1998)

Havia muita expectativa para o SMASHING PUMPKINS após a venda de dez milhões de cópias de “Mellon Collie and the Infamous Sadness” e seu sucessor nem chegou perto destes números, mas o que “Adore” faltou em vendas, ele compensou em aclamação da crítica.

09: ALEXANDER “SKIP” SPENCE. Oar (1969)

Reportado como o álbum de pior venda na história da Columbia Records, “Oar” foi totalmente ignorado durante seu lançamento em 1969 e saiu de linha em apenas 1 ano, mas aquilo que faltava em apelo inicial foi conseguido mais tarde, enquanto o nome de Spence crescia. Em 1999 foi lançado “More Oar: A tribute to Skip Spence Album”, contendo covers de artistas como Tom Waits, Mark lanegan, Beck Mudhoney, entre outros.

08: ROYAL TRUX. Thank You (1995).

Após um punhado de barulho na cena independente, a dupla conseguiu um contrato de três discos e sete dígitos com a grande gravadora Virgin. Enquanto a Virgin usava o RTX para ganhar credibilidade com outras bandas indie promissoras, eles apostaram que toda a fama underground da banda iria ser traduzida em grandes vendas, algo que jamais aconteceu. Após apenas outro disco, o ROYAL TRUX e a Virgin seguiram direções opostas.

07: MY BLOOD VALENTINE. Loveless (1991).

Comumente chamada de uma das bandas mais influentes dos anos 1990, “Loveless” do MY BLOOD VALENTINE, precisou da mente perfeccionista de Kevin Shields, dois anos e 19 estúdios de gravação para ser feito. Sem contar os quase US$ 500,000 dólares e a quase falência da Creation records no processo. O álbum foi aclamado universalmente, mas falhou em marcar seu nome comercialmente, fazendo com que sua gravadora deixasse a MBF ir. Após mais de duas décadas um sucessor deste disco ainda não foi anunciado.

06: NADA SURF: The Proximity Effect’ (1998)

Gravado após o single de grande sucesso: “Popular”, o próximo álbum do NADA SURF, “The Proximity Effect” tinha grandes expectativas de sucesso, mas antes que a gravadora distribuísse o disco, ela decidiu que ainda faltava um single de peso e pediu a banda para gravar algumas músicas cover, insistindo em “Why Are You So Mean to Me?” como a faixa principal. NADA SURF se recusou e foi dispensada e seu álbum engavetado, saindo apenas alguns anos depois em produção própria.

05: THE BRIAN JONESTOWN MASSACRE. ‘Strung Out In Heaven’ (1988)

Anton Newcombe conseguiu fazer muito barulho na cena underground da Costa Oeste dos Estados Unidos para que sua banda, THE BRIAN JONESTOWN MASSCRE, assinasse um acordo de três álbuns com a TVT Records e lançou o primeiro deles; “Strung Out In Heaven” em 1998. As vendas falharam em alcançar as expectativas da gravadora, ocasionando em uma quebra de contrato apenas somente um disco.

04: CRAWL. ‘Travel On, Rider’ (1996)

Algumas vezes consideradas as madrinhas do movimento “riot-grrrl”, a banda SCRAWL lançou um punhado de álbuns com as amadas gravadoras independentes Rought Trade e Simple Machines antes de assinar com a Elektra, naquilo que seria um grande despertar de mercado, “Travel On, Rider” não aumentou as vendas da banda por mais que tenha recebido atenção do rádio e resenhas geralmente positivas.

03: U2: ‘Zooropa’ (1993)

Uma pequena macha na constelação de lançamentos de sucesso, “Zooropa”, mostrou um U2 que abraçou por completo influências eletrônicas, de dance e música industrial, que já haviam sido lembrados pela banda em seu predecessor, “Achtung Baby”, mas enquanto esses floreios resultaram em grandes hits para “Achtung”, somente azedaram o trabalho de “Zooropa”.

02. NIRVANA. ‘In Utero’ (1993)

Um álbum que vendeu mais de 3 mlhões pode se considerado uma bomba? Ele pode se seguiu “Nevermind” a estreia do NIRVANA com as grandes gravadoras, que não só ganhou disco de diamante, mas vendeu 10 milhões de unidades na América do Norte e será lembrado por sempre mudar o cenário da música. o NIRVANA contratou o produzir Steve Albini para “In Utero”, mas acabou trazendo Scott Litt para ajustar dois singles na esperança de fazê-los mais comerciais. Apesar das poucas vendas, este trabalho é aclamado pela crítica, e comumente é melhor colocado em listas e tops de melhores álbuns que seu irmão mais velho, “Nevermind”.

Comumente é melhor colocado em listas e tops de melhores álbuns que seu irmão mais velho, “Nevermind”.

01: WEEZER ‘Pinkerton’ (1993)

Considerado unanimemente um desastre de vendas quando atingiu as lojas em 1996, este álbum estreou na posição 19 nas listas e rapidamente foi caindo, mostrando três singles ignorados. Seguindo os passos do triplo de platina e auto intitulado álbum da banda, “Pinkerton” falhou nas expectativas e recebeu resenhas mistas, mas desde então ele atingiu estado de clássico Cult e alcance mundial.

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