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Category Archives: Polêmicas

Polícia encontra supostas músicas inéditas de ex-líder do grupo Legião Urbana

Um homem foi preso nesta segunda (26) pela Polícia Civil do Rio por supostamente comercializar músicas inéditas de Renato Russo, líder da Legião Urbana, uma das bandas mais conhecidas do rock nacional. A prisão ocorreu após cerca de um ano de investigações.

Policiais da DRCPIM (Delegacia de Repressão aos Crimes Contra Propriedade Imaterial) cumpriram mandados de busca e apreensão em alguns endereços da capital carioca. O objetivo da ação foi identificar eventuais obras inéditas do cantor e compositor, morto em 11 outubro 1996, em complicações decorrentes da Aids, aos 36 anos.

O principal alvo da polícia carioca foi um estúdio usado pelo artista em seus últimos anos de vida, de acordo com a investigação. No local, estariam escondidas cerca de 30 composições inéditas de Renato Russo, comercializadas ilegalmente, segundo denúncia feita pelo filho do artista, Giuliano Manfredini.

O filho de Renato encontrou na internet um perfil oferecendo músicas inéditas do pai, do qual o jovem detém os direitos autorais. Ele acionou a polícia, que deu início à investigação.

Chamada de “Será”, alusão a um dos grandes sucessos cantados por Renato Russo, a operação apreendeu ainda computadores e arquivos, que serão avaliados.

A defesa do responsável pelo estúdio não havia sido localizada até a publicação desta reportagem. .

Morto em 1996, Renato Manfredini Júnior fundou a Legião Urbana, uma das principais bandas surgidas na década de 1980, além de ter tido carreira solo e músicas gravadas por diversos artistas.

 

REDAÇÃO LED FM

Sebastian Bach abandona entrevista após piada com Rob Halford do Judas Priest

Rob Halford recentemente reagiu a uma entrevista com Sebastian Bach, onde o ex- cantor do Skid Row se ofendeu com uma piada em nome da lenda do Judas Priest . Durante o Sex, Drugs & Rock n ‘Roll Show , o comediante Big Jay Oakerson fez uma piada sobre Halford, o que fez com que Bach saísse prematuramente de sua entrevista.

Bach estava falando sobre como ele aquece sua voz antes de um show, acrescentando que ouviu que Halford não aquecer, o que deixou Bach estupefato. “O exercício dele é provavelmente algo gay que ele não quer contar para você”, brincou Oakerson. – Você tem que gargarejar porra, mas não sei como te dizer isso, Sebastian.

Bach não gostou do humor do quadrinho, dizendo: “Cara, você não poderia estragar essa entrevista? Sério, Rob Halford é um amigo meu, então poupe os comentários. Talvez você deva pular esse tipo de comentário.” Bach sentou-se enojado enquanto os outros anfitriões tentavam superar o constrangimento, mas o cantor simplesmente saiu da chamada do Zoom.

 

 

Pouco depois, o próprio Halford estava no Sex, Drugs & Rock n ‘Roll Show e foi convidado a reagir à situação com Bach. “Deixe-me dizer três coisas: eu fiz um Zoom com o Sebastian outro dia e era típico do Sebastian, ele não conseguia fazer o Zoom funcionar e ele tinha aquela coisa em que você coloca seu rosto contra a câmera e você está olhando pelo nariz, e ele está gritando com sua esposa e ele está gritando com seus filhos, e é um pandemônio completo e absoluto, e nós estamos tentando fazer isso se conectar, e ele se conectou. Tivemos uma ótima conversa. Ele é um cara incrível , ele é muito divertido ”, disse Halford.

“A segunda coisa é, eu não gargarejo, eu engulo. E a terceira coisa é, eu sempre quis ser assado em um assado cômico, então, se vocês, em algum momento, depois que essa pandemia acabar, se você quiserem me colocar naquela cadeira assada, eu adoraria isso.”

 

Halford está atualmente promovendo seu excelente livro de memórias, Confess , no qual ele é extremamente franco sobre a história de sua vida pela primeira vez. Para obter uma cópia do livro, clique aqui .

REDAÇÃO LED FM

 

Eddie Van Halen e a luta contra o “ambiente horrivelmente racista” de sua infância

Nem todo mundo sabe, mas Eddie Van Halen teve de travar uma batalha enorme contra o racismo desde muito jovem.

Uma nova reportagem da NBC News relembrou essa situação vivida pelo lendário músico que, infelizmente, nos deixou aos 65 anos vítima de um câncer na garganta há exatamente uma semana, em 6 de Outubro de 2020.

Filho de um pai holandês (Jan) com uma mãe indonésia (Eugenia), Eddie — e consequentemente seu irmão e baterista Alex Van Halen — lidaram desde cedo com o estigma de serem filhos de um casal de raça mista nos Anos 50.

A matéria destaca uma entrevista do ex-colega de banda David Lee Roth em 2019 ao podcast WTF with Marc Maron em que o vocalista explica que os irmãos cresceram em um “ambiente horrivelmente racista”:

 

“Era uma grande questão. Esses meus chapas cresceram em um ambiente horrivelmente racista ao ponto de que eles tiveram que realmente deixar o país. Aí eles vieram para os EUA e não falavam inglês como primeira língua nos Anos 60. Uau. Então esse tipo de faísca, esse tipo de coisa, isso é profundo.”

 

Como Roth mencionou, Eddie e sua família (em especial sua mãe) eram tratados como “cidadãos de segunda classe” na Holanda, país em que os garotos nasceram. Pouco depois da Segunda Guerra Mundial, veio a mudança para os EUA e com ela novos estigmas preconceituosos, também como David mencionou.

Em entrevista à jornalista Denise Quan para o Museu Nacional de História Americana em 2017, o próprio Eddie falou sobre essa situação e como foi a chegada da família no país norte-americano em 1962 depois de uma viagem de nove dias em um barco.

Segundo o lendário e já saudoso músico, os Van Halen começaram a trajetória na América em uma casa dividida com outras duas famílias; sua mãe trabalhava como empregada doméstica e seu pai era um zelador enquanto tentava seguir seu sonho de viver da música.

Falando sobre seu primeiro dia no colégio nos EUA, Eddie explicou:

 

“Nós já passamos por isso na Holanda, sabe, primeiro dia, primeira série. Agora, você está em outro país totalmente diferente onde você não sabe falar a língua, e você não sabe absolutamente nada sobre qualquer coisa e foi mais do que assustador. Eu nem sei como explicar mas eu acho que nos fez ser mais fortes porque você tinha que ser.”

 

Mesmo sendo branco, o guitarrista explicou que era tratado como parte das minorias no colégio por não conseguir falar inglês e sofria bullying de seus colegas brancos, enquanto as crianças negras o ajudavam:

 

“Meus primeiros amigos nos EUA foram negros. Eram na verdade as pessoas brancas que eram os valentões. Eles rasgavam meu dever de casa e minhas tarefas, me faziam comer areia do playground, todas essas coisas, e as crianças negras me defendiam.”

 

Você pode ver essa entrevista na íntegra ao final da matéria;

 

POR: FELIPE ERNANI

FONTE: TENHO MAIS DISCOS QUE AMIGOS (TMDQA)

“Só as tristes”: Pabllo Vittar celebra Metal do Angra com fãs na internet

Hoje mais cedo Pabllo Vittar acordou dando bom dia para fãs no Twitter ao som de Heavy Metal.

Isso porque a gigantesca artista pop brasileira publicou uma mensagem na sua conta oficial dizendo que hoje estava ouvindo “só as tristes” do Angra, verdadeira instituição da música pesada brasileira conhecida por belíssimos vocais e melodias.

Após a publicação, teve gente pedindo para Pabllo regravar “Carry On” e outros tantos falando que Vittar deveria lançar uma música própria ao som de Heavy Metal.

Que tal?

Você pode ver as mensagens publicadas logo abaixo.

 

FONTE: TENHO MAIS DISCOS QUE AMIGOS (TMDQA)

POR: TONY AIEX

Rob Halford: a agressão sexual que ele sofreu de um amigo do seu pai

Em sua nova autobiografia, “Confess” (ainda sem título em português), Rob Halford relata a agressão sexual que sofreu quando jovem nas mãos de um homem que era amigo do seu pai, e a Variety quis saber como ele processou o que aconteceu com ele e se escrever o livro ajudou de alguma forma.

“É uma história importante. O abuso sexual é uma coisa horrível. Na época, era terrivelmente confuso e não poderia ter acontecido em um momento pior, para mim como um jovem que já estava tentando descobrir as coisas. Falando nisso agora, eu posso sentir o horror e estar totalmente assustado e com vontade de fugir, mas ao mesmo tempo sentindo, ‘Bem, isso é afeto, de uma maneira muito grosseira e brutal.’ Foi incrivelmente, incrivelmente complexo. Você só pode imaginar para um jovem, lidando com esse tipo de agressão”.

Ele prossegue: “Alguém me perguntou se eu colocaria esta história no livro caso meu pai ainda estivesse vivo, e eu hesitei. Pra ser sincero, provavelmente não, pois odiaria que meu pai sentisse que de alguma forma ele foi cúmplice nisto, pois ele absolutamente não foi. Quando se trata de abuso sexual, as pessoas de fora tendem a se sentir também culpadas pelo que aconteceu – ‘Bem, talvez eu devesse ter dito algo’ ou ‘É minha culpa por ter apresentando esta determinada pessoa’. Tem um efeito dominó, mas é uma história importante a ser contada. Quando jovem nos impressionamos facilmente, e estas coisas ficam contigo pelo resto de sua vida, e te transformam na pessoa sexualmente disfuncional que somos agora adultos, mas se estas coisas não tivessem acontecido, nós seríamos diferentes na nossa intimidade? Provavelmente sim”.

 

POR: BRUCE WILLIAM

FONTE: WHIPLASH

Mark Chapman, assassino de John Lennon, revela arrependimento: “Penso nisso o tempo todo”

Condenado pelo assassinato de John Lennon, Mark David Chapman revelou recentemente em audiência que sente arrependimento por ter matado o astro do rock em Nova York, em 1980.

Aos 65 anos, David tentou conseguir a liberdade pela 11ª vez, enquanto cumpre pena em Wende Correctional Facility, em Nova York, nos Estados Unidos.

Em seu relato na audiência, Mark disse que o motivo maior para ele cometer o assassinato do Ex-Beatle foi a “glória”, por conta do status que o músico tinha no mundo naquele momento. No entanto, ele ressaltou que após ser preso pelo crime se entregou para Deus e que gostaria de receber a liberdade condicional para “falar às pessoas sobre o Senhor”, conforme o portal Daily Star.

“Eu sabia que era errado e fiz isso pela glória. Uma palavra, apenas glória. É isso. É que ele era famoso, extremamente famoso. Por isso ele estava no topo da lista. Quero acrescentar e enfatizar que foi um ato extremamente egoísta. Sinto muito pela dor que causei a ela, eu penso nisso o tempo todo”, confessou.

Outro motivo para assassinar Lennon apontado pelo criminoso foi o estilo de vida do músico.

“Na época, meu pensamento era que ele tinha todo aquele dinheiro, morava naquele lindo apartamento e vivia de música representando um estilo de vida mais cauteloso, um estilo de vida mais generoso. Isso me deixou com raiva e ciúme em comparação ao jeito que eu vivia naquela época. Havia inveja ali”, contou Mark.

“Eu o assassinei, usando a mesma palavra, porque ele era muito, muito, muito famoso e essa é a única razão e eu estava muito, muito, muito, muito buscando a própria glória, muito egoísta”.

Sobre a pena de morte, ele disse: “A visão sobre a pena de morte para mim é um pouco alta e baixa às vezes, mas para mim, eu mereço. Sei que estou falando por mim mesmo. Eu sei o que eu fiz”, completou.

Chapman foi o autor de quatro disparos, que acertaram o peito de John Lennon. O crime foi cometido na parte externa do apartamento do músico instantes depois do Ex-Beatle ter dado um autógrafo ao seu assassino.

 

FONTE: ISTOÉ 

Parents Music Resource: Confira as 15 músicas mais obscenas, segundo o conselho

Os anos 1980 foi recheado de boa música e lançamentos de grandes álbuns, no entanto, a década rendeu algumas bizarrices como o famigerado Parents Music Resource (PMRC), que era um conselho criado pela Tipper Gore, esposa do ex-vice presidente do EUA, Al Gore, sob o pretexto dos pais terem mais controle em relação ao acesso das crianças às músicas consideradas violentas, sexuais e de apologia as drogas.

Essas músicas entraram para uma lista que ficou conhecida como “Filthy Fifteen” (Quinze Obscenas). A maioria delas, não é surpresa, eram canções de rock, especificamente, canções de hard rock ou metal. Portanto, AC/DC, Motley Crue, Judas Priest, Twisted Sister, Black Sabbath e W.A.S.P. estão todos devidamente representados na lista.

 

Confira as 15 músicas mais obscenas, segundo o conselho, abaixo:

 

AC/DC – Let Me Put My Love Into You
Presente no álbum Back in Black, de 1980, a faixa foi incluída na lista por causa do seu evidente tema sexual. A seleção não deve ter sido fácil, já que no mesmo álbum encontram-se as músicas Givin’ The Dog A Bone e You Shook Me All Night Long.

Def Leppard – High ‘n’ Dry
A faixa-título do álbum de 1981 do Def Leppard foi recomendada para ser censurada com base em suas referências ao uso de drogas e álcool.

Black Sabbath – Trashed
O principal single do álbum Born Again, de 1983, a única colaboração do Black Sabbath com o cantor Ian Gillan, também foi criticado por suas referências ao álcool e ao dirigir embriagado. A amarga ironia, claro, é que a música termina com um momento de medo envolvendo um acidente de carro.

W.A.S.P. – Animal (F— Like a Beast)
A inclusão de Animal na “Filthy Fifteen” inicialmente levou a gravadora do W.A.S.P. a exigir que a faixa fosse removida do seu álbum autointitulado de estreia, de 1984. Uma década depois, o projeto ganhou certificado de ouro e Animal foi reintegrada como parte de uma nova reedição do disco.

Motley Crue – Bastard
A faixa do álbum Shout at the Devil, de 1983, abriga uma fantasia de vingança envolvendo um estuprador. O disco decolou assim que recebeu o adesivo parental-advisory.

Twisted Sister – We’re Not Gonna Take It
A música foi censurada por incitar a violência e isso levou o vocalista da banda, Dee Snider, a se tornar parte de um trio de músicos que testemunharam na audiência no Congresso.

Venom – Possessed
Escolher apenas uma música do Venom deve ter sido difícil para o conselho. Afinal, muito antes do Venom lançar Possessed, em 1985, os caras já haviam lançado um projeto de estreia intitulado Welcome to Hell.

Judas Priest – Eat Me Alive
Essa faixa com tema bondage, presente no álbum Defenders of the Faith, de 1984, inevitavelmente atraiu a atenção do PMRC. Sentindo claramente que não entenderam a piada, o Judas Priest mais tarde incluiu a faixa intitulada Parental Guidance no álbum Turbo, de 1986.

Mercyful Fate – Into the Coven
Esse grupo dinamarquês mal havia visitado os EUA antes de ser incluído na “Filthy Fifteen”. Isso levou King Diamond e companhia a se tornarem uma das bandas mais influentes no gênero do metal extremo.

Sheena Easton – Sugar Walls
Um período de colaboração com Prince levou a esta virada sexualizada na carreira de Easton que, antes de lançar Sugar Walls, em 1984, era uma estrela pop mediana.

Cyndi Lauper – She Bop
She Bop, hit do disco de estreia de Cyndi Lauper, em 1983, mostrou a cantora exaltando as virtudes da satisfação pessoal, para o horror do PMRC.

Mary Jane Girls – In My House
Ex-backing vocals do controverso Rick James, pareceram que foram consideradas culpadas por associação. Claro, James escreveu e produziu muitas de suas músicas, mas In My House não era nada mais do que uma insinuação funk-pop.

Vanity – Strap On ‘Robbie Baby’
Ex-protegida (e namorada) de Prince, Vanity encontrou uma maneira de superar seu sucesso colaborativo Nasty Girl, de 1982. Strap On ‘Robbie Baby’ é mais sórdido e é tudo sobre seu namorado Robbie Bruce.

Madonna – Dress You Up
Descrita como profana e sexualmente explícita pelo conselho, Dress You Up soa estranho para os padrões de hoje. Mas também parecia estranho para os padrões de Madonna, mesmo naquela época. Afinal, a música foi apresentada em um álbum intitulado Like a Virgin, de 1985.

Prince – Darling Nikki
Tipper Gore supostamente teve a ideia de criar o PMRC depois de ouvir essa música vinda do quarto de sua filha. Enquanto isso, Prince vendeu mais de 13 milhões de cópias de Purple Rain, e usou a música como tema de seu filme de sucesso.

 

FONTE: ROCKBIZZ

Ozzy Osbourne diz que a música Suicide Solution foi mal interpretada

Em nova entrevista ao programa Ozzy’s Boneyard, da rádio SiriusXM, que foi ao ar nesta sexta-feira, 18, às 18h (horário de Brasília), Ozzy falou sobre o relançamento digital do álbum Blizzard Of Ozz, o primeiro disco da carreira solo do eterno Príncipe das Trevas, que completa nesta semana 40 anos de seu lançamento original.

Ozzy e o apresentador Billy Morrison vão falar sobre todas as músicas de Blizzard Of Ozz, incluindo, claro, Suicide Solution, que foi motivo de controvérsia em 1986, quando os pais de um adolescente (John McCollum) que se matou com um tiro na cabeça entraram com um processo contra Ozzy, alegando que seu filho foi influenciado pela letra da música.

Sobre as alegações do processo, Ozzy disse a Morrison: “Bem, isso foi tirado, totalmente, do contexto. Nós escrevemos essa música sobre… Nós estávamos bebendo muito naquela época. Eu bebi muito e por muito tempo. Então, ‘Suicide Solution’ significa solução, líquido, e não uma saída. As pessoas entenderam tudo errado”.

Os pais de John McCollum acreditavam que Ozzy era o responsável pela morte de seu filho, já que havia na letra da música, segundo os pais do garoto, uma parte que incitava o adolescente a se matar. McCollum estava, supostamente, ouvindo Ozzy Osbourne quando se matou em 27 de outubro de 1984, usando uma pistola calibre 22 de seu pai.

Um tribunal da Califórnia, Estados Unidos, rejeitou o processo dos McCollums em 1988, determinando que o suicídio de John não era um resultado previsível da canção de Ozzy.

Parte da entrevista com Ozzy pode ser conferida no player a seguir:

Já o clássico Suicide Solution você pode curtir neste outro player:

 

FONTE: ROCKBIZZ

Megadeth deve tudo ao Metallica, diz o baixista David Ellefson

Dave Mustaine, corre aqui: o baixista do MegadethDavid Ellefson, deu uma nova declaração à rádio WRIF (via Blabbermouth) que está dando o que falar.

Perguntado se, no começo da trajetória da banda, ele e Mustaine prestavam atenção ao que o Metallica estava fazendo, Ellefson foi brutalmente sincero:

 

” Ah, é claro. Digo, olha, nós todos somos só um galho que caiu da árvore do Metallica. Digo, vamos encarar os fatos. Especialmente o Megadeth, com o Dave estando ali, e aí eu sendo um galho do Dave com o Megadeth. Então, digo, olha, nós devemos tudo ao Metallica. Aqueles caras arrombaram as portas para todos nós — Anthrax, Slayer. As bandas hoje — Lamb of God, Pantera — nada disso teria acontecido sem o Metallica estando ali como esse gorila de 300 quilos só abrindo o caminho através da selva que NUNCA deixaria o Heavy Metal entrar. As coisas que eles foram capazes de fazer e o tamanho e escopo com os quais eles foram capazes de quebrar essas portas, mudou todas as nossas vidas — como músicos, como fãs, como tudo. É por isso que eu penso que quando eles fizeram os [shows] do ‘Big Four’ conosco em 2010 e 11, foi só uma grande árvore cheia de galhos. “

 

Mais ainda, David ainda falou sobre enxergar os outros integrantes do Big Four — formado por Megadeth, MetallicaAnthrax Slayer — como “irmãos de uma mesma família”, mas brincou que um dos irmãos “virou a Microsoft”

 

” Como o Scott Ian [Anthrax] disse, é como se fôssemos todos irmãos da mesma família, é só que um dos nossos irmãos saiu e virou a Microsoft [risos], e isso foi o Metallica. É, tipo, como diabos você faz isso? É incrível. Você mudou o mundo. Mas o fato que eles voltaram e, de novo, ofereceram esse galho a nós e disseram, ‘Ei, estamos todos nessa juntos. Vamos celebrar o que fizemos juntos tantos anos atrás.’ Eu acho que isso fala muito sobre o quão legal o Metallica é. “

 

Vale lembrar, inclusive, que David Ellefson chegou a aprender algumas músicas e imaginou que faria testes para assumir o lugar de Jason Newsted no Metallica, mas isso acabou nunca acontecendo.

 

POR: FELIPE ERNANI 

FONTE: TENHO MAIS DISCOS QUE AMIGOS (TMDQA)

Noel Gallagher, da banda Oasis, se recusa a usar máscara e diz: “Não me importo”

O guitarrista Noel Gallagher que fez parte da banda inglesa Oasis, disparou que não irá usar máscara para prevenir o contágio do novo coronavírus.

Ao participar do podcast “The Matt Morgan”, Gallagher disse que essa história é uma palhaçada. “Você tem que usar máscara para ir a uma loja, mas você pode ir pra porra do pub e ficar rodeado de todos os idiotas sem máscara. Sabe o que eu quero dizer? É tipo assim, ‘na verdade o vírus não existe nos pubs mas existe na loja de departamentos Selfridges?.”
Ele ainda contou de um episódio que aconteceu recentemente durante uma viagem que fez para Manchester: “Um cara chegou e disse, ‘você pode colocar sua máscara? Porque a fiscalização de transporte irá te multar em mil libras. Mas você não precisa colocar se estiver comendo.’ Então eu disse ‘Ah, entendi, esse vírus assassino que está varrendo todo trem chegará até mim mas quando perceber que estou comendo um sanduíche vai deixar pra lá porque estou almoçando?’”.
Noel concluiu dizendo que não se importa com o uso das máscara . “Eu não me importo. Eu escolho não usar uma máscara e se o vírus me infectar, então será um problema meu e de mais ninguém. Se todo mundo estiver usando uma máscara eu não vou pegar deles, e se eu tiver, eles não irão pegar de mim. Eu acho que é uma tiração de sarro.”
FONTE: ISTO É 

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