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AC/DC lança videoclipe de “Shot In The Dark”

O AC/DC está começando a semana com a estreia do videoclipe “Shot in the Dark”, dirigido por seu diretor de videoclipes de longa data, David Mallet.

A banda vem provocando o lançamento do videoclipe e às 10h ET desta manhã (26 de outubro), eles o divulgaram para o mundo. O videoclipe completo apresenta imagens ao vivo de alta energia. A estreia do vídeo foi precedida de uma conversa entre Mallet e a banda , falando sobre seus melhores vídeos de todos os tempos.

“Shot in the Dark”, que chegou no início deste mês, marca o primeiro single do próximo álbum de estúdio do AC/DC, “Power Up”. O tão esperado novo álbum chegará às lojas em 13 de novembro.

“Power Up” apresenta os membros sobreviventes do clássico “Back in Black” do AC/DC, incluindo o guitarrista de longa data Angus Young, o cantor Brian Johnson, que havia se afastado para se recuperar de problemas auditivos, o baixista Cliff Williams, que chegou a anunciar sua aposentadoria, mas mudou de ideia, e o baterista Phil Rudd, que enfrentou problemas judiciais recentemente. O álbum de 12 faixas também traz riffs do guitarrista Stevie Young, sobrinho de Angus e do falecido Malcolm Young.

O AC/DC declarou que “Power Up” é uma homenagem a Malcolm, que faleceu em 2017 aos 64 anos.

 

Confira o novo videoclipe abaixo;

 

 

REDAÇÃO LED FM

Brian Johnson: “O aparelho no meu ouvido mudou a minha vida”

Em entrevista para o jornal Argentino Clarin, o vocalista Brian Johnson disse que a volta da banda lembra a época do álbum Back in Black. “As novas músicas saíram com uma determinação semelhante, uma convicção que te leva a dizer: ‘Vamos fazer isso bem feito, da melhor forma possível”, disse.

Leia a entrevista completa abaixo.

“Não somos pessoas muitos espirituais, mas em alguns momentos percebíamos que Malcolm estava lá também. Em alguns shows olhava para o canto dele, porque estive com ele por 34 anos, a um metro de distância, piscando para mim e fazendo piadas. Agora espero que todos possam escutá-lo neste disco. Ele não pôde participar das gravações, mas está presente em cada nota”.

Como foi a dinâmica no estúdio?

Primeiro nos reunimos com o produtor, Brendan O’Brien. Angus tinha músicas que havia feito com Malcolm e muitas ideias que nunca tiveram tempo de finalizar. Nós as trabalhamos, os outros se juntaram, nos reunimos no estúdio, e os rapazes as tocaram para transmitir a ideia. Gravamos uma primeira versão, onde todos ficaram felizes com o andamento e o tom. Depois eu cantei sozinho, com todo o coração. Tento cantar sempre da mesma forma, é nisso que eu sou bom. Não sou bom em nenhuma outra coisa (risos).

Como trabalhou com a voz em Shot in the Dark?

Com o passar dos anos, sua voz vai ficando mais suave, você coloca mais melodia na música. Acho que isso apareceu no álbum. Verá isso em outras músicas como Code Red; eu amo a base dela. Systems Down também é incrível, te dá vontade de detonar sempre. Quando entro no estúdio e tenho a letra na minha frente, tento senti-la, mergulhar nela e tornar ela única. Quando o disco estava pronto, me mandaram uma cópia e a primeira coisa que fiz foi mandar um e-mail para a Sony Music e falar: “Me sinto mal pelo cara que terá que escolher o single (risos). É uma tarefa complicada, qualquer uma das 12 músicas poderia ser o single.

Você se lembra do último show em Kansas, faz quatro anos, quando teve que deixar a banda por causa da perda de audição?

Foi terrível o que aconteceu comigo. Foi como deixar uma família; não havia nada que eu pudesse fazer e simplesmente tive que voltar para casa. Não tenho redes sociais, nem nada disso para saber os comentários. Voltei para casa e tomei muito whisky (risos). Depois chegaram as mensagens de apoio dos fãs de todo o mundo (Argentina, Brasil, Espanha, de todo canto). Milhares de mensagens. Isso realmente me ajudou a superar aquele momento sombrio.

Como você lidou com isso?

Não tinha o que fazer. Os caras estavam no meio de uma grande turnê pelos Estados Unidos. Faltavam dois ou três meses para o final. Não é fácil decidir parar com uma coisa tão grande como o AC/DC. Então me disseram: “Brian, não queremos que fique surdo, então você precisa de um tempo”. Na recuperação tive a sorte de conhecer um médico que me disse: “Vou fazer com que possa cantar novamente no palco com esse novo aparelho”. Não podíamos falar nada, porque tínhamos um acordo para não falar, mas logo todo mundo vai saber. O aparelho no meu ouvido mudou minha vida, pois pude voltar a ouvir música. Foi como aprender a andar de novo.

O que achou de Axl no seu lugar?

Fez um grande trabalho. Para cantar com AC/DC é preciso ser forte. Não é fácil uma cantor fazer isso, porque com o AC/DC é uma música atrás da outra: Boom, boom, boom! Tem que dar o seu melhor para fazer isso.

Como você imagina a volta aos palcos?

Não posso esperar para voltar. Estávamos todos empolgados, e depois veio o vírus, e dissemos: “Bom, vamos esperar uma seis semanas e tudo estará bem”. E aqui estamos, é frustrante… Mas lembro que todo o mundo está na mesma situação e todos precisam fazer isso, não importa o que aconteça. É preciso esperar e torcer para essa coisa ir embora. Não me posso imaginar em voltar aos palcos. Voltar para a Argentina, claro. Todo mundo que conheço me fala do show em River Plate. Todo mundo me fala “que noite incrível”. Foi um show e um filme ao mesmo tempo. Nunca vi nada igual e acho que ninguém também viu. Tenho orgulho de fazer música que provoque isso.

Pensa em voltar para a Argentina?

Com certeza! Quero ouvir o público argentino cantar de novo. Nada está seguro com esse vírus. Estou na Inglaterra, e parte do país está em voltando ao isolamento total. É meio triste, não é? Mas acho que vamos superar isso. Quero subir no palco e ver Phil (Rudd), que é fantástico, escutar as linhas de baixo de Cliff (Williams),  Angus, tão brilhante e veloz, e o pequeno Stevie.

O que acha dos shows por streaming? Faria um?

São uma ótima ideia. Nós pensamos sobre isso. Não sei se seria bom. Se for a única saída que temos, eu o faria. Mas não sei se vai funcionar, sem poder sentir a atmosfera que se cria ao vivo com o público. Eu sei que em Newcastle eles estão fazendo shows em um campo enorme com capacidade para até seis pessoas. Fizeram três grandes apresentações, mas agora pararam porque voltamos ao isolamento. A raça humana sempre encontra uma forma de superar os problemas, mas quem sabe? Talvez a gente faça um show na Lua que ninguém possa ir (risos)

Fora da música, o que os carros significam na sua vida?

São tudo para mim! Eu adorava correr, mas agora com a banda reunida novamente, vai ser difícil voltar às pistas. Amo carros modernos, sou colecionador e sei que na Argentina também loucos por carros.

Se tivesse que escolher entre a música e os carros, qual escolheria?

Escolheria a música, por uma questão de paixão: não há como se esconder. Se você for honesto, as pessoas irão acreditar no que você diz. No nosso caso, quando a gente olha para Angus, sabe que não está atuando. Um vez ele me disse: “Sou três pessoas diferentes: uma em casa, outra em turnê e outra quando coloco o uniforme de colegial.  Não há nenhuma ciência por trás do nosso estilo, é natural. A marca que Angus e Malcolm deixaram na música é única e diferente de tudo: AC/DC soa como AC/DC.

 

POR: AC/DC BRASIL

AC/DC lança seu novo single “Shot in the Dark”; Ouça

A espera acabou, amigos, e o AC/DC está oficialmente de volta!

A lendária banda de Rock retorna tão poderosa quanto sempre foi na nova “Shot in the Dark”, que acaba de ser disponibilizada na íntegra nos serviços de streaming e também em uma espécie de visualizer no YouTube.

A canção é exatamente o que se esperaria dessa formação clássica, com Brian Johnson (vocal), Cliff Williams (baixo) e Phil Rudd (bateria) de volta ao grupo ao lado de Angus Young Stevie Young, mas em se tratando do AC/DC isso está longe de ser algo ruim.

O riff já tem tudo para se tornar um dos favoritos dos fãs, o solo está sensacional, e estruturalmente a música traz o bom e velho Rock and Roll — fácil de digerir, difícil de esquecer.

A primeira música da banda desde Rock or Bust (2014) é pra deixar qualquer um empolgado, já que essa é apenas a primeira prévia do novo disco Power Up, previsto para chegar em 13 de Novembro.

Você pode conferir “Shot in the Dark” pelo vídeo a seguir!

 

 

POR: FELIPE ERNANI

FONTE: TENHO MAIS DISCOS QUE AMIGOS (TMDQA)

AC/DC: ouça o trecho de “Shot in the Dark”, primeiro single do novo álbum

 

Confirmando o que divulgamos anteriormente, no player a seguir, um trecho de “Shot In The Dark”, primeiro single do novo álbum do AC/DC.

 

Possivelmente com o título “Power Up”, o novo álbum deve sair ainda este ano. Uma data possível é 7 de dezembro, que aparece no hotsite criado para promover o novo disco.

 

POR: BRUCE WILLIAM

FONTE: WHIPLASH

AC/DC: Angus lembra Bon Scott dizendo a ele “Tudo o que eu faço, você não faz”

 

Angus Young, o fundador e guitarrista do AC/DC, foi recentemente entrevistado por Paul Elliott para o “Guitar World”.  A entrevista cobre uma variedade de assuntos, incluindo um pouco do tempo do ex-vocalista Bon Scott na banda. Scott se juntou à banda em 1974 e infelizmente morreu enquanto dormia em um carro após uma noite de bebedeira em fevereiro de 1980.

Scott era mais experiente e mais velho do que seus companheiros de banda e tinha um gosto pelo estilo de vida rock ‘n’ roll. Em termos do que Young lembra sobre Scott naquela época, o guitarrista disse: “Bon se juntou a nós bem tarde em sua vida, mas aquele cara tinha mais juventude do que pessoas com a metade de sua idade. Era assim que ele pensava e aprendi isso com ele. Bon costumava me dizer: ‘Tudo o que eu faço, você não faz’.

“Oh, eu tive algumas noites selvagens ao longo dos anos, mas na maioria das vezes todos os outros as estavam tendo por mim. Por causa do meu uniforme escolar, algumas mulheres tentaram ser minhas mães – elas me achavam bonitinho porque sou muito baixo.. Mas tocar sempre foi a coisa mais importantes para mim.”

“Eu nunca realmente olhei além do próximo show. No início, todos os meus amigos costumavam me dizer: ‘Você deve estar conhecendo um monte de garotas …’ Bem, sim, eu costumava encontrar muitas garotas, mas nenhuma delas costumava querer ir para casa comigo.”

“Algumas mulheres se aproximavam e faziam declarações ousadas, mas não sei por quê. Não há nada de sexy em um estudante, não é?”

Em termos das letras espirituosas de Scott , Young afirmou: “Bon se autodenominava um ‘grafiteiro de parede de banheiro’. Ele estava cheio de elogios sobre si mesmo! Mas ele poderia escrever uma história a partir de qualquer coisa.”

“‘She’s Got Balls’ era sobre sua primeira esposa. E ele disse que escreveu ‘Problem Child‘ para mim, mas eu nunca tive uma faca como diz na música. Meu pai tirou minha faca de mim quando eu tinha quatro anos. Só ter um violão já era ruim o suficiente, suponho. Mas sim, Bon me resumiu em duas palavras!”

 

POR: MAURO CESTAROLLI

FONTE: WHIPLASH

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